Diogo Cata Preta

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Os agentes do Destino – The Adjustment Bureau

Boa noite pessoal,

Hoje vi um filme fantastico!

√Č aquele estilo de filme que te faz pensar por dois dias seguidos. The Adjustment Bureau √© um filme de romance e fic√ß√£o cient√≠fica dirigido e escrito pelo George Nolfi, com roteiro baseado no conto Adjustment Time de Philip K. Dick.

 

 

 

Vou deixar aqui algumas palavras que s√£o ditas no fim do filme.

A maioria das pessoas vive a vida no caminho que é traçado, com medo de explorar outras possibilidades.
Mas, de vez em quando, sugem pessoas que superam todos os obst√°culos que s√£o colocados no caminho.
Pessoas que encaram o livre abítrio como dom nunca saberão usá-lo até terem que lutar por ele.
Creio que esse é o verdadeiro plano de Deus.
E talvez, um dia, eles não escreverão o seu plano de vida. Vocês mesmo o fará.

 

Grande Abraço e otimo fim de semana a todos

 

Como comprar seus perfumes e cremes da Natura pela internet – Parcelado no Cart√£o

S√£o milhares de pessoas no pa√≠s inteiro que consomem e s√£o clientes fi√©is da Natura, ela possui um amplo mercado de venda de produtos para beleza como cremes hidratantes e perfumes. Em sua cidade existem in√ļmeras pessoas que vendem Natura e fazem deste produto uma renda extra em seu dia-dia. Voc√™ pode estar adquirindo agora produtos da Natura tamb√©m pela internet, este produto como muitos outros tamb√©m j√° possuem um √≥timo com√©rcio na internet.

DeProntaEntrega

Natura De Pronta Entrega

Existem várias pessoas que já vendem Natura, porém sempre sobram clientes em todos os lugares. Seus produtos são caracterizados em todo o mercado nacional de produtos de beleza pela qualidade dos seus produtos e um preço bem acessível para todos, e quem ainda não experimentou nenhum dos seus produtos não sabe o que está perdendo porque não há igual no mercado.

Existe um site muito conhecido no Brasil, e que tem despontado na venda desta linha de produtos. O DeProntaEntrega √© uma loja virtual especializada em cosm√©ticos e perfumaria e que possibilita inumeras facilidades de parcelamento das compras no mais diversos cart√Ķes de cr√©dito.

E para facilitar a proria empresa De Pronta Entrega disponibiliza um blog que discute e testas os produtos vendidos na loja.

Fica a dica pra vocês.

Aproveite e v√° as compras com toda a facilidade que as compras ONLINES proporcionam.

Como funciona o CEP no Brasil? Porque tantos dígitos?

Que o CEP serve para identificar as ruas e facilitar a entreta dos Correios, todos j√° sabem. O que poucos sabem √© como funciona, e o porque da numera√ß√£o. O Correio dividiu o pa√≠s em 10 regi√Ķes postais, estruturando o CEP no sistema decimal. Os 8 d√≠gitos significam, da esquerda para a direita:

  1. x0000-000 (Regi√£o)
  2. 0√ó000-000 (Sub-Regi√£o)
  3. 00√ó00-000 (Setor)
  4. 000√ó0-000 (Sub-Setor)
  5. 0000x-000 (Divisor de sub-setor)
  6. 00000-xxx (Identificadores de distribuição)

Os n√ļmeros e seus estados correspondentes:

Assim como o Pa√≠s est√° divido em 10 regi√Ķes postais (representados pelo primeiro algarismo), cada regi√£o est√° dividida em 10 sub-regi√Ķes (segundo), que geralmente √© representada por uma cidade e suas adjac√™ncias. Cada sub-regi√£o est√° divida em 10 setores (terceiro), depois s√£o 10 sub-setores (quarto) e mais 10 dividores (quinto). Por fim, os tr√™s algarismos ap√≥s o h√≠fen s√£o denominados de Identificadores de Distribui√ß√£o e destinam-se √† identifica√ß√£o individual de localidades, logradouros, c√≥digos especiais e unidades do correio.

O C√≥digo de Endere√ßamento Postal (CEP) √© um n√ļmero criado pelos Correios para facilitar e acelerar o encaminhamento da correspond√™ncia. De 1971 at√© 1992, ele teve cinco d√≠gitos. Em 92 foram inclu√≠dos os √ļltimos tr√™s algarismos, chamados de Identificadores de Distribui√ß√£o.

Customiza√ß√Ķes no ERP

Muitas customiza√ß√Ķes na solu√ß√£o de gest√£o empresarial podem ser um tiro no p√© quando a empresa decide atualizar a tecnologia.

Por Todd R. Weiss, da CIO.com

Se sua empresa optou por customizar o sistema de gest√£o empresarial (ERP) nos √ļltimos anos, as futuras atualiza√ß√Ķes da tecnologia provavelmente v√£o ser mais dif√≠ceis. Isso porque, as mudan√ßas geradas podem entrar em conflito com os patches do sistema. Mas, por outro lado, se a companhia estiver utilizando um ERP sob demanda com poucas personaliza√ß√Ķes, talvez n√£o esteja usando todos os requisitos importantes para os neg√≥cios.
Ent√£o, o que o CIO deve fazer? E como descobrir o que fazer se upgrades ou substitui√ß√Ķes ter√£o de ser realizadas?
Essas s√£o d√ļvidas enfrentadas regularmente por empresas de todos os tamanhos quando o assunto √© o futuro das implementa√ß√Ķes de ERP na organiza√ß√£o, diz Rebecca Wettemann, analista de ERP do Nucleus Research Inc.
“N√≥s vemos mais e mais CIOs optando pela m√≠nima customiza√ß√£o‚ÄĚ, afirma. “Na √ļltima rodada de implementa√ß√Ķes de ERP que as empresas realizaram, talvez h√° dez anos, elas optaram por efetuar diversas customiza√ß√Ķes. Mas eu diria que a maioria, cerca de 90%, est√° hoje fazendo o inverso. O que resulta em uma ado√ß√£o mais barata. Essa movimenta√ß√£o torna os upgrades menos perturbadores e menos custosos‚ÄĚ, avalia.
Parte da raz√£o que gerou essa tend√™ncia √© que os fornecedores de ERP est√£o agora reconhecendo que, se construir aplica√ß√Ķes que incluem verticaliza√ß√£o, ser√° mais f√°cil para as empresas adotar a tecnologia com menos problemas e menos customiza√ß√Ķes, pontua.
“As aplica√ß√Ķes verticalizadas” s√£o desenhadas para ind√ļstrias espec√≠ficas. Por isso, s√£o projetadas para se encaixar em diferentes tipos de empresas. Para ajudar as aplica√ß√Ķes se ajustarem √† companhia, os fornecedores incluem componentes que os usu√°rios podem configurar de acordo com as demandas dos neg√≥cios, sem a necessidade de escrever c√≥digos ou efetuar uma personaliza√ß√£o profunda.
Isso significa que as aplica√ß√Ķes verticalizadas podem ser atualizadas mais facilmente e gerar menos problemas depois da atualiza√ß√£o do c√≥digo do sistema.
Um fornecedor que executa bem essa tarefa √© a NetSuite, empresa que oferece ERP na nuvem e que permite muitas customiza√ß√Ķes nos produtos, diz a analista da Nucleus Research. Mesmo alguns dos grandes fornecedores no mercado de ERP tendem hoje a n√£o indicar grandes personaliza√ß√Ķes.
“Se voc√™ for √† Oracle, eles v√£o dizer para n√£o customizar o produto”, diz Rebecca. “Eles v√£o orient√°-lo a usar um aplicativo verticalizado‚ÄĚ, afirma. Segundo a analista, esse virou um mantra no mercado de ERP.
“O que estamos vendo s√£o empresas dizendo ‚Äėvamos adotar essa estrat√©gia agora porque sempre poderemos ajustar ou alterar a plataforma mais tarde‚Äô”, diz. A ideia de que o ERP √© um grande curativo e que nada pode mudar depois de implement√°-lo est√° acabando.
“Os clientes veem isso como uma jogada menos arriscada, uma maneira mais previs√≠vel para implementar um ERP e uma forma de minimizar as interrup√ß√Ķes e os custos ao longo do tempo”, avalia.
Há outros quesitos que devem ser levados em consideração, como a certeza de que encontrará um parceiro de confiança para trabalhar com você durante a atualização do ERP, aconselha.
“Eu escuto isso de muitos clientes”, pontua. “No ERP, o sucesso n√£o depende apenas do software, mas do parceiro tamb√©m. E a escolha de um integrador significa encontrar aquele que tenha experi√™ncia suficiente para gui√°-lo quando voc√™ quiser migrar para o modelo em nuvem ou realizar alguma personaliza√ß√£o‚ÄĚ afirma. ‚ÄúA companhia vai em busca de algu√©m que j√° tenha realizado essas atividades antes para poder ajud√°-lo no sucesso da a√ß√£o‚ÄĚ, completa.
Ao decidir a estrat√©gia de ERP, √© importante ainda trabalhar com os usu√°rios da tecnologia e ouvir opini√Ķes.
“As pessoas est√£o-se tornando os propriet√°rios das unidades de neg√≥cios e agora os usu√°rios finais s√£o envolvidos no processo muito mais cedo”, diz ela. “Isso significa que a equipe est√° mais envolvida e efetuando testes de usabilidade. Isso n√£o era t√£o comum h√° alguns anos.”
Ent√£o, o que mudou?
“Hoje, os CIOs perceberam que o usu√°rio √© realmente cr√≠tico para o sucesso de uma implementa√ß√£o de ERP”, diz Wettemann. “Se os usu√°rios atuarem no projeto desde o in√≠cio, poder√£o dar um feedback muito bom para que a empresa possa resolver problemas antes que eles se tornem realidade‚ÄĚ, assinala.
Outro benef√≠cio do envolvimento dos usu√°rios no processo √© que esse sistema permite mostrar aos usu√°rios como um aplicativo pode facilitar suas vidas, diz Rebecca. “Essa abordagem geralmente parte de CIOs que provavelmente testemunharam grandes falhas em ERPs que ocorreram devido a problemas de ado√ß√£o do usu√°rio.”
√Č importante tamb√©m, diz ela, n√£o subestimar a capacidade tecnol√≥gica dos usu√°rios corporativos, mesmo quando voc√™ est√° mostrando novas funcionalidades. “Eles est√£o ficando cada vez mais experientes em todos os lugares‚ÄĚ, diz.
Conforme a organiza√ß√£o explora suas estrat√©gias de ERP, √© uma boa ideia ainda envolver os usu√°rios em discuss√Ķes sobre os produtos e os fornecedores que a TI est√° considerando, afirma a analista. ‚ÄúEles podem dar uma avalia√ß√£o honesta com base em suas pr√≥prias experi√™ncias.”
N√£o importa o caminho que voc√™ tome, h√° v√°rias quest√Ķes-chave para pensar antes de continuar, afirma Rebecca.
1. A aplicação que você está revendo já tem funcionalidades verticais e é configurável da forma que você precisa para os seus processos de negócio? Será que a tecnologia é capaz de fazer o que você deseja? Será que vai funcionar para os seus usuários?
2. O fornecedor e os parceiros t√™m refer√™ncias de empresas e ind√ļstrias como a sua? Ser√° que eles t√™m de fazer customiza√ß√Ķes em vez de simplesmente configurar? Quantas personaliza√ß√Ķes esse processo envolve?
3. Essa é uma iniciativa liderada pelo CIO ou pela área de negócios? Se você tiver um apoio empresarial forte, pode efetuar uma mudança maior no sistema de gestão, o que significa menos customização do código.
Se você optar por atualizar, personalizar, ou substituir, o ERP tem de se adequar à empresa, aos negócios e às necessidades para ser, de fato, um sucesso.
Um ponto importante para se lembrar √© que voc√™ e sua empresa n√£o est√£o sozinhos em suas decis√Ķes sobre o caminho que o ERP tem de tomar. Muitas organiza√ß√Ķes de grande ou pequeno porte est√£o passando por problemas semelhantes.
“Muitas empresas de m√©dio porte est√£o optando por implementar um ERP pela primeira vez, enquanto as grandes organiza√ß√Ķes est√£o avaliando mudan√ßas e atualiza√ß√Ķes”, diz a analista. “No mundo Oracle, por exemplo, a maioria est√° em busca de upgrades nesse momento e esperando para ver o que acontece com o Fusion, gera√ß√£o avan√ßada de ERP da fornecedora. No mundo SAP, n√£o vemos novas implementa√ß√Ķes agora”, finaliza.

Certifica√ß√Ķes do PMI – Project Management Institute

O Project Management Institute (PMI¬ģ) √© uma institui√ß√£o sem fins lucrativos criada nos Estados Unidos em 1969 com a finalidade de promover avan√ßos nas t√©cnicas de gerenciamento de projetos atrav√©s da qualifica√ß√£o profissional.

Vivemos numa sociedade em que a competição e o rápido avanço tecnológico são realidades. Dessa maneira, se faz cada vez mais necessária a capacitação qualitativa dos profissionais dos diversos setores da economia. Pensando dessa maneira que o Project Management Institute vem promover essa capacitação.

Hoje, essa organiza√ß√£o √© a √ļnica que possui seu processo de certifica√ß√£o n√£o s√≥ reconhecido em todo mundo, como tamb√©m pela International Organization for Standardzation (ISO). Este processo prev√™ cinco categorias de certifica√ß√£o, descritas nas se√ß√Ķes seguintes: CAPM¬ģ ¬†PMP¬ģ ¬†PgMP¬ģ¬† PMI-SP¬ģ e PMI-RMP¬ģ.

A credencial Project Management Professional (PMP¬ģ) foi criada em 1984 e consiste na certifica√ß√£o da qualidade profissional individual promovida por pelo PMI¬ģ e reconhecida em todo o mundo, tanto no que diz respeito ao conhecimento quanto √† experi√™ncia necess√°ria ao bom desempenho da miss√£o de gerenciar projetos.

A certifica√ß√£o CAPM¬ģ foi criada com o objetivo de viabilizar a certifica√ß√£o de membros de equipe e gerentes de projeto e at√© estudantes (2¬ļ Grau Completo) que est√£o iniciando nas carreiras de Gerenciamento de Projetos. Esta certifica√ß√£o tem como objetivo beneficiar profissionais de todas as √°reas, pois demonstra o interesse do profissional no ganho de conhecimentos em processos e terminologias de gerenciamento de projeto.

A certifica√ß√£o PgMP¬ģ foi lan√ßada em 2007 e √© voltada para gerentes de programa, que na defini√ß√£o do PMI¬ģ √© ‚Äúum grupo de projetos relacionados gerenciados de modo coordenado para a obten√ß√£o de benef√≠cios e controle que n√£o estariam dispon√≠veis se eles fossem gerenciados individualmente. Programas podem incluir elementos de trabalho relacionados fora do escopo dos projetos distintos no programa‚ÄĚ.

A certifica√ß√£o PMI¬ģ Scheduling Professional foi criada com o objetivo de validar a experi√™ncia e conhecimento inerente √† programa√ß√£o e elabora√ß√£o de cronogramas de projeto. Em decorr√™ncia dos projetos terem se mostrado maiores, mais complexos e mais diversos globalmente, o mercado sugere que risco e cronograma sejam tratados como aspectos chave de um projeto.

A certifica√ß√£o PMI-RMP¬ģ comprova a capacita√ß√£o em termos de habilidades e conhecimentos dos profissionais credenciados para atuarem em projetos cr√≠ticos, atrav√©s da identifica√ß√£o e mapeamento de riscos, defini√ß√£o de respostas (mitigando amea√ßas e capitalizando oportunidades) e comunicando os riscos.

Em alinhamento com as expectativas e demandas do mercado no sentido de destacar pap√©is espec√≠ficos nos time de projeto, o Departamento de Certifica√ß√£o do PMI¬ģ identificou a necessidade de introduzir duas novas credenciais no ano de 2008: uma das certifica√ß√Ķes ser√° destinada a Gerenciamento de Riscos e a outra a Gerenciamento de Cronogramas (Scheduling).

 

Fontes: Escritório do PMI em Minas Gerais

Aprovado ‚Äď Certifica√ß√£o Oracle E-Business Suite R12: E-Business Essentials

Profissional CertificadoMais uma vez gostaria de compartilhar com todos que, ontem 04/10/2010 fui aprovado na prova para a certificação da Oracle E-Business Suite R12: E-Business Essentials.

Este é o primeiro passo para a especialização nos diversos módulos do sistema EBS da Oracle.

Para quem pretente tirar este certificado, um resumo breve: s√£o 57 quest√Ķes de multipla escolha, para serem resolvidas em 1 hora e meia (90 minutos).
Para ser aprovado √© necess√°rio um acerto de 64% das quest√Ķes (37 quest√Ķes).
O custo para a realização da Prova é de US$125,00 pago atráves do site da VUE (o agendamento da prova pode ser feito pelo site também, sendo possível escolher a instituiçao, a data e a hora).
Conforme j√° comentei em outros posts, aqui em Uberl√Ęndia temos um Centro Credenciado VUE, onde pode ser realizada a prova.

Quem precisar de mais informa√ß√Ķes, dicas, onde conseguir o material, etc. pode deixar um coment√°rio que posso ver no que posso ajudar.

Vou deixar aqui alguns links fundamentais para aqueles que querem prestar a prova.

Sobre a Prova IZO – 204

http://education.oracle.com/pls/web_prod-plq-dad/db_pages.getpage?page_id=41&p_org_id=1080544&lang=US&p_exam_id=1Z0_204

Material de Estudo

http://download-uk.oracle.com/docs/cd/B34956_01/current/html/docset.html
Grande Abraço

Confira as obras liter√°rias referenciadas em Lost

Abaixo você confere as obras literárias que apareceram em Lost, algumas disponíveis para download, para baixar clique no link.

1 – A B√≠blia A b√≠blia sagrada aparece em 5 refer√™ncias. Em uma delas Eko encontra a B√≠blia de Yemi na Igreja. A foto dos dois irm√£os mais jovens estava entre os cap√≠tulos 4 e 5 de Isa√≠as (sobre o julgamento de Deus) e foi aparentemente a √ļltima coisa que Yemi leu antes de entrar no avi√£o cheio de drogas.

2 – Carrie, a Estranha (Stephen King) S√£o 6 refer√™ncias ao livro de Stephen King. Numa delas Ben √© visto lendo um livro em sua biblioteca, presumivelmente para a discuss√£o do clube de leitura mais tarde, e conclui que ele o torna depressivo. (‚ÄúOne of Us‚ÄĚ).

3 РOs Irmãos Karazamov (Dostoievski) РSão 3 referências, em uma delas Locke dá o livro a Ben (ou Henry Gale) para ele ler.

4 – O senhor das moscas (William Golding) S√£o duas refer√™ncias, sendo que foi primeiro mencionado por Sawyer ap√≥s ele capturar Jin por acreditar ter sido ele o respons√°vel por atear fogo na balsa (mais tarde, ficou provado que n√£o era ele) e disse, ‚ÄúO pessoal da praia pode ter tido m√©dico e fiscal h√° um m√™s, mas agora √© hora do Senhor das Moscas‚ÄĚ.

5 РA invenção de Morel (Adolfo Bioy Casares) Sawyer lê esse livro enquanto está em sua casa na Vila dos Outros, morando com Hurley.

6 – Riso no Escuro (Vladimir Nabokov) Hurley pega o livro e l√™ no epis√≥dio ‚ÄúFlashes Before Your Eyes‚ÄĚ. O livro estava no Esconderijo de Sawyer.

7 – The Survivor of the Chancellor (J√ļlio Verne) Regina est√° lendo esse livro de cabe√ßa para baixo quando Minkowski quer falar com Sayid e Desmond no cargueiro.

8 РValis (Philip K. Dick) РLocke dá esse livro para Ben ler enquanto o líder dos Outros está preso no porão da casa de Locke. Ben diz que já o leu e Locke o manda ler de novo, porque ele pode ter esquecido alguma coisa.

9 РRainbow Six (Tom Clancy) РUma cópia do livro foi encontrada na estante da estação O Cisne, mas foi mostrada muito rapidamente.

10 РRatos e Homens (John Steinbec) São duas referências, numa delas Sawyer está lendo o livro na prisão.

11 РAo Fim de Tantos Anos (Susan Isaacs) РO livro pode ser visto na estação Cisne perto da cama onde Sawyer está se recuperando das feridas causadas pelo incidente com a balsa (livro mostrado muito rapidamente).

12 – Alice no Pa√≠s das Maravilhas (Lewis Carroll) – Em “White Rabbit“, “Jack e Locke discutem sobre as vis√Ķes de Jack e Locke o aconselha a persegui-la, uma compara√ß√£o com o Coelho Branco de Alice no Pa√≠s das Maravilhas. Locke diz a Jack para dar um tempo e considerar a possibilidade que tudo est√° acontecendo na Ilha por uma raz√£o. Ele, ent√£o, diz a Jack ‘Eu olhei dentro dos olhos dessa Ilha e o que eu vi… foi lindo’, referindo-se ao encontro dele com o Monstro em “Walkabout”.

Em “The Man Behind the Curtain“, durante os flashbacks, vemos a m√£e de Ben em um vestido muito parecido com o de Alice (azul e branco). O jovem Ben tamb√©m se utiliza de um coelho branco para ter certeza de que √© seguro caminhar pela floresta do outro lado da cerca s√īnica. Ben segue o coelho e h√° a√≠ uma similaridade de quando Alice segue o coelho branco at√© o fundo do buraco e para dentro do Pa√≠s das Maravilhas.

Em “Through the Looking Glass“, a refer√™ncia ao trabalho liter√°rio de Charles Lutwidge Dodgson acontece quando Charlie est√° preso em uma esta√ß√£o da Iniciativa DHARMA chamada O Espelho (ou The Looking Glass em ingl√™s, que √© t√≠tulo do segundo livro de Alice chamado de, em ingl√™s, Through the Looking-Glass and What Alice Found There).

13 – Voc√™ est√° a√≠, Deus? Sou eu, Margaret (Judy Blume) – Esse livro foi visto sendo lido Sawyer na praia. Ele n√£o gostou do livro, chamando-o de “previs√≠vel”, com “nenhum pouco de sexo”.

14 – Bad Twin (Gary Troup) – Enquanto que o romance Bad Twin nunca faz refer√™ncias expl√≠citas aos eventos do seriado, h√° um grande n√ļmero de refer√™ncias do romance mencionados em Lost. Elas incluem:

– Quando visita pela primeira vez Cliff Widmore no escrit√≥rio, Artisan acidentalmente para no andar 42, que pertence a Funda√ß√£o Hanso. Notavelmente, 42 √© o √ļltimo n√ļmero da seq√ľ√™ncia de n√ļmeros em Lost.

РO pai de Cliff faz uma rápida declaração sobre Mittelwerk sendo desagradável como membro da companhia de sua própria família e que ele preferia Alvar Hanso antes de colocar Mittelwerk em seu lugar.

– Enquanto estava em Los Angeles, Artisan para em um restaurante chamado “Mr. Cluck’s Chicken Shack”. Esse √© o mesmo restaurante que Hurley trabalhava antes de ganhar na loteria.

– V√°rias viagens de avi√£o s√£o feitas no decorrer do livro, utilizando a Oceanic Airlines, a mesma companhia que sofreu o acidente em Lost.

– Uma comiss√°ria de bordo no v√īo para a Austr√°lia √© um refer√™ncia deliberada ao personagem Cindy Chandler, que era a suposta namorada de Troup. Ele havia dito que fez a personagem como uma piscadela para seu amor. Por acaso, o sobrenome de Cindy pode ser uma refer√™ncia a Raymond Chandler, um dos mais famosos autores de romances sobre detetives particulares e fonte de inspirar√£o para Bad Twin.

– Zander e Cliff, s√£o irm√£os g√™meos, mas um nasceu antes da meia noite e o outro depois, isso faz com que os anivers√°rios deles sejam em dias diferentes. As datas dos anivers√°rios s√£o 15 e 16 de Agosto, ou 15/8 e 16/8. 8, 15 e 16 s√£o tr√™s dos not√≥rios n√ļmeros de Lost. As datas dos anivers√°rios s√£o tamb√©m usadas com senhas para o acesso a propriedade do pai, a senha √© 81516. Quando digitando essa senha, um dos personagens comenta durante a cena sobre como “h√° certos n√ļmeros que voc√™ se lembra por toda a vida”.

– A fam√≠lia Widmore √© o centro do romance e Penelope “Penny” Widmore, filha de Charles Widmore, √© apresentada no epis√≥dio final da segunda temporada como o amor de Desmond, antes dele naufragar na Ilha.

РA idéia central durante todo o romance é o dualismo, seja na dualidade dos gêmeos ou nas forças opostas do bem e do mal, o narrador está constantemente se relatando aos eventos da história em termos dualísticos do mundo. Isso se relaciona perfeitamente com o recorrente mote do branco e preto em Lost.

15 – Uma Breve Hist√≥ria do Tempo (Stephen Hawking) – Esse era o livro que Aldo estava lendo enquanto ele vigiava o pr√©dio onde Karl estava preso. Ele aparece marcando informa√ß√Ķes do cap√≠tulo 7, ‘Black Holes Ain’t So Black’ (Buracos Negros N√£o S√£o T√£o Negros). O cap√≠tulo fala da natureza dos buracos-negros e, especificamente, descreve o horizonte do evento, que √© o limiar do caminho sem volta. A vers√£o do livro que ele estava lendo √© parecida com a edi√ß√£o do d√©cimo anivers√°rio, publicado em 1998, pois a primeira linha no topo indica a edi√ß√£o como est√° vis√≠vel na imagem e essa vers√£o tem a capa dourada.

O livro tamb√©m aparece na sala de estar de Ben em “The Man from Tallahassee”.

16 РTrabalho Sujo (Stuart Woods) РO livro pode ser visto na estação O Cisne na cama de Sawyer, quando ele está se recuperando dos ferimentos causados pelo acidente na balsa (o livro é mostrado muito rapidamente).

Uma cópia do livro é mostrada na estante do escritório de Jack, junto com Two Dollar Bill, também de Stuart Woods.

17 – Ardil-22 (Joseph Heller) – Enquanto seguia mais uma de suas vis√Ķes, Desmond leva Hurley, Charlie e Jin pela floresta. Eles ve√™m um helic√≥ptero caindo no oceano e entram na mata para procurar por sobreviventes (embora Desmond refira-se a sobreviventes como “ela”). Eles localizam v√°rios objetos pessoais, incluindo uma edi√ß√£o brasileira de Ardil-22. Quando abre o livro, Desmond descobre outra c√≥pia da fotografia dele com Penelope.

18 – Morte na Praia (Agatha Christie) – Esse √© um dos romances que Sawyer l√™ na Ilha. Ele √© visto lendo quando Nikki se aproxima dele em “Expos√©”. Nikki, √© enterrada viva inadvertidamente, conectando o tema do livro aos eventos do epis√≥dio em quest√£o.

19 РObservação do Passado (Peter Wright) РO livro pode ser visto na estação O Cisne, na cama de Sawyer quando ele está se recuperando dos ferimentos causados pelo incidente com a balsa (mostrado muito rapidamente).

20 – Lancelot (Walker Percy) – Sawyer este lendo esse romance na Ilha.

21 – A Ilha Misteriosa (J√ļlio Verne) – O livro √© citado por Shannon quando ela refere-se a Ilha como “Ilha Louca Misteriosa”.

22 – Incidente na Ponte de Owl Creek (Ambrose Bierce) – O livro foi visto em “The Long Con“.

23 РA Odisséia (Homero) РHá referências ao épico grego durante o seriado, incluindo o uso de flashbacks para ilustrar cada história dos personagens.

24 – Nosso Amigo Comum (Charles Dickens) – No epis√≥dio final da Segunda Temporada, “Live Together, Die Alone“, √© revelado que Desmond carregava consigo uma edi√ß√£o do livro em capa dura Our Mutual Friend que √© mantida fechada com faixas de borracha, com a inte√ß√£o apenas de ser aberto e lido no √ļltimo momento antes de morrer. Provavelmente sabendo do significado do livro para ele, Penelope colocou uma carta do seu amor e devo√ß√£o eterna no livro, com a inten√ß√£o que Desmond lesse em seu maior momento de desespero quando encarcerada na pris√£o miltar. No entanto, ele n√£o achou a carta l√°, j√° que havia deixado o livro no dep√≥sito da pris√£o jundo com os seus pertences, os quais ele n√£o recebeu at√© a sua liberta√ß√£o. No Cisne, ele finalmente achou e leu a carta dela quando abriu o livro para ler pois estava desejando o suic√≠dio ap√≥s viver anos no abrigo. √Č revelado que esse momento aconteceu ao mesmo tempo em que John Locke tamb√©m estava em desespero e batendo fortemente na escotilha no final da Primeira Temporada, no epis√≥dio “Deus Ex Machina”. A combina√ß√£o da descoberta dessa carta e da apari√ß√£o de Locke aparentemente salvaram a sua vida, j√° que ele rejeitou o suic√≠dio.

Desmond tamb√©m escondeu a Chave de Emerg√™ncia nesse livro. Na Segunda Temporada, epis√≥dio “Orientation”, quando o Computador foi danificado, ele tamb√©m procurou pelo livro antes do computador ser finalmente consertado.

25 – Um Estranho em uma Terra Estranha (Robert A. Heinlein) – Esse romance compartilha o t√≠tulo com o epis√≥dio 9, “Stranger in a Strange Land“, da Terceira Temporada.

26 – Um Conto de Duas Cidades (Robert A. Heinlein) – A Tale of Two Cities” foi o primeiro epis√≥dio da 3¬™ Temporada e o 50¬ļ de Lost; foi ao ar em 4 de Outubro de 2006.

27 – O Terceiro Tira (Flann O’Brien) – “Desmond aparece lendo O Terceiro Tira quando a escotilha √© finalmente invadida pelos sobreviventes do V√īo 815 Oceanic no come√ßo da Segunda Temporada; O livro est√° vis√≠vel na cama de Desmond dentro do Cisne.

O redator de Lost, Craig Wright, disse que foi dele a idéia de inserir o romance O Terceiro Tira em Lost.

28 РO Sol é para Todos (Harper Lee) РJuliet diz a Jack que está colocando uma fita desse filme quando, na realidade, ela coloca um filme que ela fez em casa. Nessa fita, ela está segurando cartazes e silenciosamente pedindo a ele para juntos matarem Ben durante a cirurgia.

29 РA Volta do Parafuso (Henry James) РDesmond diz a Locke e Jack para olhar entre esse livro e encontrar o Filme de Orientação do Cisne.

Kelvin diz a Desmond para colocar o filme entre esse livro quando ele acabar de assistir.

30 – Watership Down (Richard Adams) – Watership Down, originalmente, pertenceu a Boone, pois ele olhou o livro no voo 815 Oceanic.

Sawyer é visto por Boone lendo o livro, o que leva Boone a acreditar que Sawyer encontrou a sacola que continha o remédio para asma de Shannon.

Sawyer diz a Kate, “Inferno de livro. √Č sobre coelhos”.

31 – O M√°gico de Oz (L. Frank Baum) – Embora o livro nunca tenha sido visto em Lost (por√©m, j√° foi mencionado por Locke no epis√≥dio “The Man Behind the Curtain“, o qual leva esse nome por causa do filme), O M√°gico de Oz tem sido comparado a v√°rias s√©ries de TV pelos f√£s. O paralelo com Lost causou muita especula√ß√£o em torno das teorias do seriado.

32 – Uma Dobra no Tempo (Madeleine L’Engle) – Esse √© um dos romances que Sawyer l√™ na Ilha. Ele l√™ a edi√ß√£o comemorativa de 1976 publicada pela editora Bantam Doubleday Dell Books for Young Readers (a arte da capa √© de Cliff Nielsen).

O que é Oracle E-Business Suite?

Oracle E-Business Suite é um pacote de aplicativos que permite a uma organização gerenciar os processos chaves de seu negócio. Este aplicação é conhecida no mercado por varios nomes:

Neste site eu sempre irei usar a referencia como E-Business Suite ou Oracle Applications.

No passado, n√£o muito distante, era pratica comum para as organiza√ß√Ķes desenvolver software¬† “em casa”, para automatizar os processos do neg√≥cio. Eu mesmo trabalhei por mais de 1 ano na constru√ß√£o do sistema de gest√£o¬† de sinistro (ECHO) da gigante Van Ameyde.¬† A maioria dos softwares desenvolvidos “em casa” correspondem precisamente o que o negocio necessita. Entretanto, o fundamento do fluxo do neg√≥cio e processos como os de contabilidade, contratos, recursos humanos, e gerenciamento de pedidos s√£o baseadas em principios comuns para qualquer organiza√ß√£o. Por exemplo, grande partes das empresas necessita de um sistema que fa√ßa compras de fornecedores e um sistema quee fa√ßa pagamento dos fornecedores e eventos conhecidos como transa√ß√Ķes que devem ser contabilizadas no relat√≥rios financeiros. Enterprise Resource Planning (ERP) √© um pacote de softwares que disponibiliza diferentes tipos de funcionalidades dentro de si, entao um cliente que compra este pacote de software n√£o precisa desenvolver o mesmo software novamente.

Familia de Produtos

Oracle E-Business Suite √© um produto que cobre grande parte de todo o fluxo de neg√≥cio amplamente usados na maioria das organiza√ß√Ķes. O neg√≥cio pode implementar quantos m√≥dulos forem necess√°rios mas o sistema continua naturalmente integrado devido a arquitetura do E-Business Suite. Isto permite que as informa√ß√Ķes continuem integradas e disponivel para a empresa; isto reduz muito os gastos com a TI (Tecnologia da informa√ß√£o) e torna o negorio mais eficiente.

Ao contratio de se tentar gerenciar uma solu√ß√£o de software geralmente heterogeneo, desenvolvida “em casa”, que frequentemente usa diferentes sistemas e tecnologias de desenvolvimento, sendo portanto extremamente dispendioso e complexo.

Os produtos oferecidos pelo E-Business Suite s√£o organizados em familias:

No E-Business Suite, cada familia consiste de aplicativos.

Por exemplo, alguns dos aplicativos que compoem o produto Oracle Financials s√£o:

Espero que tenham gostado deste over-view do Oracle EBS. Muito obrigado e até a próxima.

Conheça um pouco mais sobre Oracle e-Business Suite

Imagem da tela de logon do OEBS R12

O Oracle E-Business Suite, tamb√©m conhecido como Oracle Applications ou Oracle Financials, possui aproximadamente 25.100 tabelas e 33.000 vis√Ķes (views) em seu banco de dados. Um dos principais desafios aos desenvolvedores de relat√≥rios que acessam estas informa√ß√Ķes do Oracle EBS √© determinar a localiza√ß√£o correta dos dados neste conjunto t√£o grande de objetos dispon√≠veis. Neste artigo iremos discutir como a Oracle organizou o banco de dados do Oracle EBS para tornar mais f√°cil o trabalho dos desenvolvedores.

Cada produto ou m√≥dulo do Oracle EBS possui seu pr√≥prio esquema de banco de dados, nos quais est√£o localizados os seus objetos. Por exemplo, o m√≥dulo BOM (Bill of Materials) tem um esquema pr√≥prio de banco de dados com seu c√≥digo ‚ÄėBOM‚Äô. Cada um dos m√≥dulos do Oracle E-Business Suite tem um c√≥digo identificador √ļnico que √© usado para nomear seus respectivos esquemas de banco de dados. Existe um esquema principal, chamado APPS, com um usu√°rio tamb√©m chamado APPS que tem privil√©gios para acessar objetos de outros esquemas.

O APPS possui todos os objetos de c√≥digo de banco de dados, como procedimentos (procedures), gatilhos (triggers), fun√ß√Ķes (functions), pacotes (packages), vis√Ķes (views) e vis√Ķes materializadas (materialized view), assim como tem direito de acesso √†s tabelas, √≠ndices, seq√ľ√™ncias (sequences) e restri√ß√Ķes (constrains) de outros esquemas pertencentes a outros produtos. O esquema APPS aumenta a confiabilidade e reduz o tempo necess√°rio para a instala√ß√£o inicial, instala√ß√£o de novas vers√Ķes (upgrade) e instala√ß√£o de corre√ß√Ķes (patches), pois elimina a necessidade de controle de direitos de acesso entre produtos.
Para produzir os relat√≥rios, os desenvolvedores devem conectar-se ao banco de dados usando o usu√°rio APPS na base de testes, pois este usu√°rio tem permiss√£o de acesso a todos os objetos que fazem parte do Oracle EBS. Al√©m disso, a Oracle facilitou a busca pelos objetos desejados pelo desenvolvedor, pois adotou um padr√£o para nomenclatura dos objetos de banco de dados. Todos os nomes de objetos iniciam com a abrevia√ß√£o do produto. Por exemplo, o m√≥dulo de compras (purchasing) tem a sigla ‚ÄėPO‚Äô e todos os objetos deste m√≥dulo come√ßam com ‚ÄėPO_‚Äô.
Localizar o dado desejado em mais de 50.000 objetos n√£o √© uma tarefa f√°cil assim, conhecer os padr√Ķes de nomenclatura de objetos e como eles s√£o armazenados, facilita o trabalho dos desenvolvedores. A Oracle disponibiliza aos seus clientes e parceiros um manual eletr√īnico de refer√™ncia t√©cnica (ETRM – Electronic Technical Reference Manual) que tem informa√ß√Ķes sobre todos os objetos e esquemas do Oracle E-Business Suite. Ele pode ser acessado online no endere√ßo http://etrm.oracle.com e fornece um bom suporte para localiza√ß√£o da informa√ß√£o desejada. Para ter acesso a este manual √© necess√°rio primeiramente que o usu√°rio tenha permiss√£o de acesso ao Metalink (http://metalink.oracle.com) Oracle Support (http://support.oracle.com).
Estas s√£o pequenas dicas de como sua empresa pode localizar informa√ß√Ķes espec√≠ficas para o desenvolvimento de customiza√ß√Ķes do Oracle E-Business Suite.

Espero que tenham gostado das dicas.

TI Verde: Melhores dicas para tornar sua empresa sustent√°vel

TI deve se tornar mais sustentavel

Cada vez mais cresce a press√£o para que as empresas sejam sustent√°veis. No entanto, a maioria delas sequer possui profissionais com foco em quest√Ķes voltadas a sustentabilidade e gest√£o em meio-ambiente. Lacuna que abre portas √†s equipes de tecnologia da informa√ß√£o (TI), ¬†as quais t√™m excelente chance de tomar proveito do que j√° sabem sobre TI Verde.

Ou sejam, est√£o na frente de outros profissionais por deterem mais conhecimentos sobre sustentabilidade e liderar esse processo nas organiza√ß√Ķes. Agora, por que TI deve assumir esse papel? A primeira raz√£o √© o fato de a tecnologia estar presente em todas as √°reas da organiza√ß√£o.

Segundo, as principais medidas para economizar energia el√©trica e cortar custos e que contribuem para o meio-ambiente v√™m de a√ß√Ķes da √°rea de TI. O problema est√° em como obter conhecimento para liderar a √°rea. ‚ÄúN√£o existe ainda um curr√≠culo padr√£o para as melhores pr√°ticas de TI Verde‚ÄĚ, diz o vice-presidente da consultoria inglesa Datamonitor Group e um dos fundadores da consultoria verde SIG411 LLC, Adrian Bowles.

Isso significa que os profissionais precisam aprender sozinhos ao mesmo tempo em que s√£o cobrados para entregar resultados ‚Äúverdes‚ÄĚ. A reportagem do Computerworld nos Estados Unidos ouviu diversos l√≠deres de TI e identificou cinco conjunto de a√ß√Ķes bastante valiosas, que podem ajudar as empresas a torn√°-las mais sustent√°veis. Confira abaixo:

1. Crie ambientes que tornem vi√°vel projetos com foco em sustentabilidade

Organiza√ß√Ķes de todos os tipos e tamanhos est√£o tentando criar ambientes de trabalho mais sustent√°veis. Algumas at√© v√™m buscando a lideran√ßa na √°rea com certificados oficiais que atestem essa condi√ß√£o. Para tanto, os profissionais de TI s√£o chamados a criar solu√ß√Ķes.

‚ÄúN√£o √© algo que costumamos fazer na condi√ß√£o de profissionais de tecnologia‚ÄĚ diz o vice-presidente global de Energia e Utilites da IBM, Brad Gammons. Os profissionais de TI v√£o ter que pensar em como suas decis√Ķes causam impacto no projeto de sustentabilidade e, consequentemente, na forma em que as instala√ß√Ķes da empresa afetam a infraestrutura tecnol√≥gica.

‚ÄúO impacto √© grande nos tipos de dispostivios usados, no local onde as pessoas ser√£o alocadas, assim como nos espa√ßos de trabalho que s√£o desenhados, entre outras quest√Ķes‚ÄĚ, explica Gammon. O departamento de tecnologia tamb√©m precisa entender melhor as infraestruturas complexas usadas para a manuten√ß√£o de pr√©dios inteligentes.
Tecnologia cuida dos espa√ßos f√≠sicos, sistemas de seguran√ßa, controle de acesso e, em alguns casos, at√© mesmo dos sistemas de aquecimento e ar condicionado. ‚ÄúNos velhos tempos, o gerenciamento de sistemas de edifica√ß√Ķes funcionavam como ilhas. Hoje, tudo se integrou no departamento de TI‚ÄĚ, afirma o vice-presidente global de energia e sustentabilidade da Johnson Controls, Clay Nesler. A empresa √© fornecedora de solu√ß√Ķes de energia para edif√≠cios.

De acordo com Nesler, os t√©cnicos de TI devem entender as m√©tricas e os sistemas de monitoramento que est√£o por tr√°s dos edif√≠cios sustent√°veis e entender, com clareza, que eles possuem requisitos diferentes de outros sistemas relacionados aos computadores. ‚ÄúVoc√™ n√£o pode resetar um ar condicionado da mesma forma que faz com um servidor‚ÄĚ, diz. ‚ÄúH√° quest√Ķes de seguran√ßa e de sa√ļde ligadas ao uso do equipamento. Se o profissional olhar somente para o console de sistema, pode levar em considera√ß√£o todas essas vari√°veis‚ÄĚ.

2. Mantenha regras que controlem as emiss√Ķes de carbono

A TI passa a ter, tamb√©m, a responsabilidade de cortar as emiss√Ķes de carbono da empresa, mesmo aquelas que precisam manter uma rede de log√≠stica vasta. Assim, algu√©m da √°rea de tecnologia deve entender de carbono e saber mensur√°-lo nos produtos e processos por toda a companhia, diz Adrian Bowles, da Datamonitor.

Assim, a área de TI terá de colaborar com outras unidades de negócios para calcular, capturar e reportar todas as atividades de compra e saídas feitas por diversos departamentos. Ou seja, dentro do próprio departamento de tecnologia, por exemplo, pode-se avaliar quanto o desenvolvimento de uma aplicação vai emitir de carbono com a energia gasta com hardware em testes.

Todas as unidades possuem suas pr√≥prias quest√Ķes do g√™nero. ‚ÄúAssim, o profissional de TI precisar√° entender a economia e as implica√ß√Ķes do gerenciamento de carbono: o que √© monitorado hoje, o que deveria ser monitorado e quais ser√£o as demandas do futuro que tamb√©m precisar√£o ser observadas‚ÄĚ, explica Bowles. ‚ÄúN√£o d√° para gerenciar o que n√£o se consegue medir‚ÄĚ.

3. Procure se adequar √†s regulamenta√ß√Ķes ligadas ao meio-ambiente

Os l√≠deres de tecnologia est√£o se deparando com leis e regula√ß√Ķes que impactam tudo o que a TI produz, compra, descarta e emite de carbono. No Brasil, as iniciativas existem, mas ainda s√£o incipientes. A regulamenta√ß√£o que existe no mundo √© um excelente par√Ęmetro, sobretudo pelo seu rigor, embora sejam realistas quando √† possibilidade de se adotar uma postura mais verde e sustent√°vel, sem impacto nos neg√≥cios.

4. Adote políticas de gerenciamento de energia

Os profissionais da área de TI devem desenvolver um melhor entendimento sobre a necessidade de energia de toda a organização e como as pessoas se relacionam com os dispositivos elétricos, diz o diretor de marketing e ecotecnologia da Intel, John Skinner.

O executivo reconhece que a maior parte das companhias já possui pessoal específico para cuidar da conta de energia, mas acredita que os profissionais de TI é que deverão se envolver com a área e em tecnologias que começam a despontar, como a virtualização.

Al√©m de desenvolver sistemas de monitoramento, criar data centers eficientes, pensar na tend√™ncia das redes inteligentes de energia el√©trica e em seus requisitos, os profissionais tamb√©m devem lidar com uma situa√ß√£o em que a alimenta√ß√£o n√£o √© suficiente para atender √†s necessidades da empresa em determinados locais. ‚ÄúA menor disponibilidade de energia tamb√©m √© algo que exigir√° grandes esfor√ßos dos profissionais‚ÄĚ, afirma o analista s√™nior da Datamonitor, Vuk Trifkovic.

5. Reconstrua as habilidades j√° existentes

An√°lises de neg√≥cios: as empresas ter√£o de incluir em suas solu√ß√Ķes de an√°lises de neg√≥cios m√≥dulos que direcionem projetos verdes. Para fazer isso, elas ter√£o de determinar o que deve ser analisado e como apresentar os resultados e informa√ß√Ķes.

Gerenciamento de mudan√ßas: mudar significa deixar o que j√° est√° definido para a√ß√Ķes como, desligar monitores ao deixar o posto de trabalho, abandonar o scanner que fica sob a mesa, entre outras quest√Ķes. √Č necess√°rio entender como influenciar as pessoas para comprar a ideia da sustentabilidade.

Telecomunica√ß√Ķes: os departamentos de TI imploram por especialistas na √°rea, segundo Bammons. As iniciativas verdes tamb√©m devem incluir redu√ß√£o de viagens, o que se traduz na necessidade de solu√ß√Ķes avan√ßadas de comunica√ß√Ķes. A implanta√ß√£o de infraestrutura para possibilitar o trabalho remoto tamb√©m conta muitos pontos.

Gerenciamento de ativos: as empresas começaram a analisar produtos com critérios verdes. Com isso, os líderes de TI precisam considerar novos fatores ao calcular o custo total de propriedade de seus ativos. Eles terão de considerar a quantidade de gases tóxicos que o ativo produz, além da eletricidade que consomem e o custo para realizar um descarte ecologicamente correto no final do ciclo de vida.

Fonte: ComputerWorld

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