O que é Oracle E-Business Suite?
Oracle E-Business Suite é um pacote de aplicativos que permite a uma organização gerenciar os processos chaves de seu negócio. Este aplicação é conhecida no mercado por varios nomes:
- Oracle Enterprise Resource Planning (ERP)
- Oracle Apps
- Oracle Applications
- Oracle Financials
- e-Biz
- EBS (e-Business Suite).
Neste site eu sempre irei usar a referencia como E-Business Suite ou Oracle Applications.
No passado, não muito distante, era pratica comum para as organizações desenvolver software “em casa”, para automatizar os processos do negócio. Eu mesmo trabalhei por mais de 1 ano na construção do sistema de gestão de sinistro (ECHO) da gigante Van Ameyde. A maioria dos softwares desenvolvidos “em casa” correspondem precisamente o que o negocio necessita. Entretanto, o fundamento do fluxo do negócio e processos como os de contabilidade, contratos, recursos humanos, e gerenciamento de pedidos são baseadas em principios comuns para qualquer organização. Por exemplo, grande partes das empresas necessita de um sistema que faça compras de fornecedores e um sistema quee faça pagamento dos fornecedores e eventos conhecidos como transações que devem ser contabilizadas no relatórios financeiros. Enterprise Resource Planning (ERP) é um pacote de softwares que disponibiliza diferentes tipos de funcionalidades dentro de si, entao um cliente que compra este pacote de software não precisa desenvolver o mesmo software novamente.
Familia de Produtos
Oracle E-Business Suite é um produto que cobre grande parte de todo o fluxo de negócio amplamente usados na maioria das organizações. O negócio pode implementar quantos módulos forem necessários mas o sistema continua naturalmente integrado devido a arquitetura do E-Business Suite. Isto permite que as informações continuem integradas e disponivel para a empresa; isto reduz muito os gastos com a TI (Tecnologia da informação) e torna o negorio mais eficiente.
Ao contratio de se tentar gerenciar uma solução de software geralmente heterogeneo, desenvolvida “em casa”, que frequentemente usa diferentes sistemas e tecnologias de desenvolvimento, sendo portanto extremamente dispendioso e complexo.
Os produtos oferecidos pelo E-Business Suite são organizados em familias:
- Financials
- Procurement
- Customer Relationship Management (CRM)
- Project Management
- Supply Chain Planning and Management
- Discrete Manufacturing
- Process Manufacturing
- Order Management
- Human Resources Management System (HRMS)
- Aplications Technology
No E-Business Suite, cada familia consiste de aplicativos.
Por exemplo, alguns dos aplicativos que compoem o produto Oracle Financials são:
- General Ledger (GL)
- Paybles (AP)
- Receivables (AR)
- Cahs Management
- iReceivables
- iExpenses
Espero que tenham gostado deste over-view do Oracle EBS. Muito obrigado e até a próxima.
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Conheça um pouco mais sobre Oracle e-Business Suite

Imagem da tela de logon do OEBS R12
O Oracle E-Business Suite, também conhecido como Oracle Applications ou Oracle Financials, possui aproximadamente 25.100 tabelas e 33.000 visões (views) em seu banco de dados. Um dos principais desafios aos desenvolvedores de relatórios que acessam estas informações do Oracle EBS é determinar a localização correta dos dados neste conjunto tão grande de objetos disponíveis. Neste artigo iremos discutir como a Oracle organizou o banco de dados do Oracle EBS para tornar mais fácil o trabalho dos desenvolvedores.
Cada produto ou módulo do Oracle EBS possui seu próprio esquema de banco de dados, nos quais estão localizados os seus objetos. Por exemplo, o módulo BOM (Bill of Materials) tem um esquema próprio de banco de dados com seu código ‘BOM’. Cada um dos módulos do Oracle E-Business Suite tem um código identificador único que é usado para nomear seus respectivos esquemas de banco de dados. Existe um esquema principal, chamado APPS, com um usuário também chamado APPS que tem privilégios para acessar objetos de outros esquemas.
O APPS possui todos os objetos de código de banco de dados, como procedimentos (procedures), gatilhos (triggers), funções (functions), pacotes (packages), visões (views) e visões materializadas (materialized view), assim como tem direito de acesso às tabelas, índices, seqüências (sequences) e restrições (constrains) de outros esquemas pertencentes a outros produtos. O esquema APPS aumenta a confiabilidade e reduz o tempo necessário para a instalação inicial, instalação de novas versões (upgrade) e instalação de correções (patches), pois elimina a necessidade de controle de direitos de acesso entre produtos.
Para produzir os relatórios, os desenvolvedores devem conectar-se ao banco de dados usando o usuário APPS na base de testes, pois este usuário tem permissão de acesso a todos os objetos que fazem parte do Oracle EBS. Além disso, a Oracle facilitou a busca pelos objetos desejados pelo desenvolvedor, pois adotou um padrão para nomenclatura dos objetos de banco de dados. Todos os nomes de objetos iniciam com a abreviação do produto. Por exemplo, o módulo de compras (purchasing) tem a sigla ‘PO’ e todos os objetos deste módulo começam com ‘PO_’.
Localizar o dado desejado em mais de 50.000 objetos não é uma tarefa fácil assim, conhecer os padrões de nomenclatura de objetos e como eles são armazenados, facilita o trabalho dos desenvolvedores. A Oracle disponibiliza aos seus clientes e parceiros um manual eletrônico de referência técnica (ETRM – Electronic Technical Reference Manual) que tem informações sobre todos os objetos e esquemas do Oracle E-Business Suite. Ele pode ser acessado online no endereço http://etrm.oracle.com e fornece um bom suporte para localização da informação desejada. Para ter acesso a este manual é necessário primeiramente que o usuário tenha permissão de acesso ao Metalink (http://metalink.oracle.com) Oracle Support (http://support.oracle.com).
Estas são pequenas dicas de como sua empresa pode localizar informações específicas para o desenvolvimento de customizações do Oracle E-Business Suite.
Espero que tenham gostado das dicas.
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TI Verde: Melhores dicas para tornar sua empresa sustentável
Cada vez mais cresce a pressão para que as empresas sejam sustentáveis. No entanto, a maioria delas sequer possui profissionais com foco em questões voltadas a sustentabilidade e gestão em meio-ambiente. Lacuna que abre portas às equipes de tecnologia da informação (TI), as quais têm excelente chance de tomar proveito do que já sabem sobre TI Verde.
Ou sejam, estão na frente de outros profissionais por deterem mais conhecimentos sobre sustentabilidade e liderar esse processo nas organizações. Agora, por que TI deve assumir esse papel? A primeira razão é o fato de a tecnologia estar presente em todas as áreas da organização.
Segundo, as principais medidas para economizar energia elétrica e cortar custos e que contribuem para o meio-ambiente vêm de ações da área de TI. O problema está em como obter conhecimento para liderar a área. “Não existe ainda um currículo padrão para as melhores práticas de TI Verde”, diz o vice-presidente da consultoria inglesa Datamonitor Group e um dos fundadores da consultoria verde SIG411 LLC, Adrian Bowles.
Isso significa que os profissionais precisam aprender sozinhos ao mesmo tempo em que são cobrados para entregar resultados “verdes”. A reportagem do Computerworld nos Estados Unidos ouviu diversos líderes de TI e identificou cinco conjunto de ações bastante valiosas, que podem ajudar as empresas a torná-las mais sustentáveis. Confira abaixo:
1. Crie ambientes que tornem viável projetos com foco em sustentabilidade
Organizações de todos os tipos e tamanhos estão tentando criar ambientes de trabalho mais sustentáveis. Algumas até vêm buscando a liderança na área com certificados oficiais que atestem essa condição. Para tanto, os profissionais de TI são chamados a criar soluções.
“Não é algo que costumamos fazer na condição de profissionais de tecnologia” diz o vice-presidente global de Energia e Utilites da IBM, Brad Gammons. Os profissionais de TI vão ter que pensar em como suas decisões causam impacto no projeto de sustentabilidade e, consequentemente, na forma em que as instalações da empresa afetam a infraestrutura tecnológica.
“O impacto é grande nos tipos de dispostivios usados, no local onde as pessoas serão alocadas, assim como nos espaços de trabalho que são desenhados, entre outras questões”, explica Gammon. O departamento de tecnologia também precisa entender melhor as infraestruturas complexas usadas para a manutenção de prédios inteligentes.
Tecnologia cuida dos espaços físicos, sistemas de segurança, controle de acesso e, em alguns casos, até mesmo dos sistemas de aquecimento e ar condicionado. “Nos velhos tempos, o gerenciamento de sistemas de edificações funcionavam como ilhas. Hoje, tudo se integrou no departamento de TI”, afirma o vice-presidente global de energia e sustentabilidade da Johnson Controls, Clay Nesler. A empresa é fornecedora de soluções de energia para edifícios.
De acordo com Nesler, os técnicos de TI devem entender as métricas e os sistemas de monitoramento que estão por trás dos edifícios sustentáveis e entender, com clareza, que eles possuem requisitos diferentes de outros sistemas relacionados aos computadores. “Você não pode resetar um ar condicionado da mesma forma que faz com um servidor”, diz. “Há questões de segurança e de saúde ligadas ao uso do equipamento. Se o profissional olhar somente para o console de sistema, pode levar em consideração todas essas variáveis”.
2. Mantenha regras que controlem as emissões de carbono
A TI passa a ter, também, a responsabilidade de cortar as emissões de carbono da empresa, mesmo aquelas que precisam manter uma rede de logística vasta. Assim, alguém da área de tecnologia deve entender de carbono e saber mensurá-lo nos produtos e processos por toda a companhia, diz Adrian Bowles, da Datamonitor.
Assim, a área de TI terá de colaborar com outras unidades de negócios para calcular, capturar e reportar todas as atividades de compra e saídas feitas por diversos departamentos. Ou seja, dentro do próprio departamento de tecnologia, por exemplo, pode-se avaliar quanto o desenvolvimento de uma aplicação vai emitir de carbono com a energia gasta com hardware em testes.
Todas as unidades possuem suas próprias questões do gênero. “Assim, o profissional de TI precisará entender a economia e as implicações do gerenciamento de carbono: o que é monitorado hoje, o que deveria ser monitorado e quais serão as demandas do futuro que também precisarão ser observadas”, explica Bowles. “Não dá para gerenciar o que não se consegue medir”.
3. Procure se adequar às regulamentações ligadas ao meio-ambiente
Os líderes de tecnologia estão se deparando com leis e regulações que impactam tudo o que a TI produz, compra, descarta e emite de carbono. No Brasil, as iniciativas existem, mas ainda são incipientes. A regulamentação que existe no mundo é um excelente parâmetro, sobretudo pelo seu rigor, embora sejam realistas quando à possibilidade de se adotar uma postura mais verde e sustentável, sem impacto nos negócios.
4. Adote políticas de gerenciamento de energia
Os profissionais da área de TI devem desenvolver um melhor entendimento sobre a necessidade de energia de toda a organização e como as pessoas se relacionam com os dispositivos elétricos, diz o diretor de marketing e ecotecnologia da Intel, John Skinner.
O executivo reconhece que a maior parte das companhias já possui pessoal específico para cuidar da conta de energia, mas acredita que os profissionais de TI é que deverão se envolver com a área e em tecnologias que começam a despontar, como a virtualização.
Além de desenvolver sistemas de monitoramento, criar data centers eficientes, pensar na tendência das redes inteligentes de energia elétrica e em seus requisitos, os profissionais também devem lidar com uma situação em que a alimentação não é suficiente para atender às necessidades da empresa em determinados locais. “A menor disponibilidade de energia também é algo que exigirá grandes esforços dos profissionais”, afirma o analista sênior da Datamonitor, Vuk Trifkovic.
5. Reconstrua as habilidades já existentes
Análises de negócios: as empresas terão de incluir em suas soluções de análises de negócios módulos que direcionem projetos verdes. Para fazer isso, elas terão de determinar o que deve ser analisado e como apresentar os resultados e informações.
Gerenciamento de mudanças: mudar significa deixar o que já está definido para ações como, desligar monitores ao deixar o posto de trabalho, abandonar o scanner que fica sob a mesa, entre outras questões. É necessário entender como influenciar as pessoas para comprar a ideia da sustentabilidade.
Telecomunicações: os departamentos de TI imploram por especialistas na área, segundo Bammons. As iniciativas verdes também devem incluir redução de viagens, o que se traduz na necessidade de soluções avançadas de comunicações. A implantação de infraestrutura para possibilitar o trabalho remoto também conta muitos pontos.
Gerenciamento de ativos: as empresas começaram a analisar produtos com critérios verdes. Com isso, os líderes de TI precisam considerar novos fatores ao calcular o custo total de propriedade de seus ativos. Eles terão de considerar a quantidade de gases tóxicos que o ativo produz, além da eletricidade que consomem e o custo para realizar um descarte ecologicamente correto no final do ciclo de vida.
Fonte: ComputerWorld
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Material completo de PL/SQL – Vídeos / Apostilas
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Você que está procurando um bom material de estudo de PL/SQL? Você quer aprender a implementar estruturas de banco de dados com a linguagem PL/SQL e descrever os comandos e sintaxe da linguagem PL/SQL, controlando fluxo de código condicionalmente com loops, estruturas de controle e cursores de acesso a dados.
Quer saber como controlar e manipular exceções de banco de dados. Criar e administrar procedures, funções, packages e triggers no banco de dados Oracle.
Preparei um ótimo material com videos e apostilas com o seguinte conteudo:
Objetivo
Este curso apresenta aos participantes a linguagem PL/SQL, auxiliando-os a compreender as vantagens desta poderosa linguagem de programação.
Durante as sessões de aula, os participantes aprendem a criar blocos de código de aplicações em PL/SQL que podem ser compartilhados por mùltiplas aplicações. Eles ainda aprendem a criar procedures, funções, packages e triggers de banco de dados., bem como utilizarão SQL*Plus , iSQL*Plus e SQL Developer para desenvolver estas unidades de programa. Aprenderão também a gerenciar unidades de programa em PL/SQL e triggers de banco de dados e dependências, a manipular grandes objetos e a utilizar alguns dos packages fornecidos pelo Oracle. Os conceitos fundamentais são reforçados por demonstrações e exercícios práticos.
• Implementar estruturas de banco de dados com a linguagem PL/SQL.
• Descrever os comandos e sintaxe da linguagem PL/SQL, controlando fluxo de código condicionalmente com loops, estruturas de controle e cursores de acesso a dados.
• Controlar e manipular exceções de banco de dados. Criar e administrar procedures, funções, packages e triggers no banco de dados Oracle.
Pré Requisito
É importante lembrar que você deve ter uma bom conhecimento e prática de SQL e da Ferramenta SQL*Plus para ter um maior aproveitamento destes material. Caso você tenha interesse temos disponível aqui um material exclusivo sobre SQL.
O que você vai encontrar neste material:
• Desenvolver Comandos Executáveis (Scripts)
• Desenvolver Estruturas de Controle e Tipos de Dados (COLLECTIONs e RECORD)
• Criar e Administrar Cursores Explícitos (FETCH, %ISOPEN, %NOTFOUND, %ROWCOUNT, FOR LOOP, FOR UPDATE e WHERE CURRENT OF)
• Tratar Exceções Pré-Definidas do Oracle (SQLCODE e SQLERRM)
• Implementar Pontos de Controle de Exceções do Desenvolvedor
• Desenvolver PROCEDUREs com Parametrizações (IN, OUT e IN OUT)
• Desenvolver FUNCTIONs e Executá-las com Comandos SQL
• Comparar, gerenciar e desenvolver PACKEGEs, PROCEDUREs e FUNCTIONs
• Desenvolver TRIGGERs ao Nível de Registro e de Comando
• Desenvoler TRIGGERs INSTEAD OF (Views)
• Habilitar/ Desabilitar Objetos do Oracle
• Dicas e Truques de um Bom Desenvolvedor PL/SQL
• Prática de Uso de Comandos PL/SQL e Scripts de Manipulação de Banco de Dados
Este material esta dividido da seguinte maneira:
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Vídeos : 14GB de aula |
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Livros e Apostilas: 16 apostilas com material totalmente didático cobrindo tudo sobre o assunto. (50% delas em Portugues) |

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Vale a Pena Ser Certificado ITIL?
A sigla ITIL significa “Information Technology Infrastructure Library”, e nada mais é do que um conjunto de livros que versam sobre boas práticas (do inglês best practices) desenvolvida no final dos anos 80 pela CCTA (Central Computer and Telecommunications Agency), e atualmente sob custódia da OGC (Office for Government Commerce) da Inglaterra.
A ITIL busca promover a gestão com foco no cliente e na qualidade dos serviços de tecnologia da informação (TI), e endereça estruturas de processos para a gestão de uma organização de TI apresentando um conjunto compreensivo de processos e procedimentos gerenciais organizados em disciplinas com os quais uma organização pode fazer sua gestão tática e operacional em vista de alcançar o alinhamento estratégico com os negócios.
“Em meados de 1990, a ITIL foi reconhecida como um “padrão de facto” (expressão de origem latina que significa “na prática”), no Gerenciamento de Serviços de TI (GSTI) ou IT Service Management (ITSM) como internacionalmente se conhece a denominação.”
Fonte: WIKIPEDIA
Resumindo, a ITIL (”a” e não “o”, já que ITIL é uma biblioteca) é um conjunto de livros, e não uma norma, uma abordagem ou um padrão. Uma empresa não aplica a ITIL, mas se orienta por ela. É interessante ressaltar isso, pois muita gente faz confusão. A ITIL lista uma série de práticas globalmente aceitas que podem ou não ser implementadas como um todo ou apenas em parte. Estas práticas têm seu foco na gestão estruturada de serviços de TI.
Sobre a certificação ITIL
Existem 3 níveis distintos: Foundation, Practitioner e Manager
As 2 últimas são voltadas para os profissionais de governança. A Foundation é aberta ao público em geral (na verdade, as outras 2 também são, mas exigem que se faça um curso autorizado e um investimento ($$$) bastante considerável). Para obter a certificação ITIL Foundation, basta ser aprovado em 1 único exame (ex0-100 / ITILF), que pode ser agendado diretamente no site da VUE (www.vue.com). O custo do exame é de US$150. O exame é composto de 40 questões, todas de múltipla escolha com APENAS 1 ALTERNATIVA CORRETA. O nível de dificuldade é de baixo para médio.
O score para aprovação é de apenas 26 pontos, ou seja, basta responder corretamente somente 65% do exame. Os índices de aprovação são bastante elevados (em torno de 85%). É uma prova bastante direta, e ser aprovado é relativamente fácil (dado que se estude, claro). O resultado sai na hora e, diferentemente dos exames da Cisco, é possível retornar às questões respondidas para revisa-las. O tempo para completar o exame é de 1 hora, mais do que suficiente.
Até o momento, o exame encontra-se disponível apenas em Inglês. Para quem não possui Inglês básico para leitura, realizar esta prova será um enorme desafio.
Dependendo do cargo almejado, esta certificação certamente é um grande diferencial. Por exemplo, para profissionais que lidam com processos como arquitetos de soluções, gerentes de projeto, analistas da informação, analistas de processos, etc. Mesmo para algumas posições que, aparentemente não se beneficiariam desta certificação, possuir ela pode ser um grande diferencial, dependendo do foco da empresa.
Uma sugestão: Pesquisem nas vagas publicadas no site APINFO (site de empregos de TI – www.apinfo.com) – ou em outro site de sua preferência – a palavra ITIL. Vocês se surpreenderão com o número de vezes em que ela aparece nos descritivos das vagas.
Agora, se você almeja um cargo gerencial, esta certificação é quase um pré-requisito para você. Invista nela!
Espero que este breve artigo seja de alguma utilidade!
Um grande abraço!
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Documentação do Oracle E-Business Suite
Quando comecei a trabalhar com o Oracle EBS (Oracle E-Business Suite) tive muita dificuldade para encontrar material de estudos, mesmo em inglês.
Hoje vou facilitar a vida de muita gente, mostrando verdadeiramente o caminho das pedras.
Você poderá obter informações adicionais sobre os topicos abaixo nos links indicados:
http://download-uk.oracle.com/docs/cd/B34956_01/current/html/docset.html
http://www.oracle.com/technology/index.html > Documentation > Applications > Oracle E-Business Suite Online Documentation Library Release 12 Oracle Applications Multiple Organizations Implementation Guide
http://download.oracle.com/docs/cd/B40089_05/current/acrobat/120funmo.pdf
Abaixo, você pode encontrar informações sobre as principais famílias de produtos do E-Business Suite nos seguintes links:
• Financials:
http://www.oracle.com/applications/financials/intro.html
• Human Resource Management:
http://www.oracle.com/applications/human_resources/intro.html
• Supply Chain Management:
http://www.oracle.com/applications/scm/index.html
• Customer Relationship Management:
http://www.oracle.com/applications/crm/index.html
• Projects:
http://www.oracle.com/applications/projects/intro.html
• Procurement:
http://www.oracle.com/applications/procurement/intro.html
Espero que isso ajude a muitos que irão ou já estão entrando no fabuloso mundo do OEBS.
Grande Abraço
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Existe um produto que custa R$ 13.575,00 o litro.
Prezados Amigos
Sinceramente, não sei se o cálculo desse exemplo abaixo está correto…….mas outro dia, entrei num supermercado para comprar orégano e adquiri uma embalagem (saquinho) do produto, contendo 3 g, ao preço de R$ 1,99. Normalmente esse tipo de produto é vendido nos supermercados em embalagens que variam de 3 g a 10 g. Cheguei em casa e resolvi fazer os cáculos e constatei que estava pagando proporcionalmente, R$ 663,33 pelo kg do produto. Será que uma especiaria vale tudo isso ??
Agora, com mais estes exemplos (abaixo) de produtos vendidos em pequenas porções, fico com a sensação que as indústrias utilizam-se “espertamente” desse procedimento para desorientar o consumidor, que perde totalmente a percepção real do valor que está pagando pelos produtos.
TODOS os fabricantes e comerciantes deveriam ser obrigados por lei (mas uma?!) a estamparem em locais visíveis, os valores em kg, em metro, em litro etc. de todas e quaisquer mercadorias com embalagens inferiores aos seus padrões de referências.
Entendo que o consumidor tem o sagrado direito de ter a percepção correta e transparente do valor cobrado pelos fabricantes e comerciantes em seus produtos.
VEJAM O ABSURDO:
Você sabe o que custa quase R$ 13.575,00 o litro?
Resposta: TINTA DE IMPRESSORA!
VOCÊ JÁ TINHA FEITO O CÁLCULO?
Veja o que estão fazendo conosco!
Já nos acostumamos aos roubos e furtos, e ninguém reclama mais.
Há pouco tempo as impressoras eram caras e barulhentas. Com as impressoras a jatos de tinta, as impressoras matriciais domésticas foram descartadas, pois todos foram seduzidos pela qualidade, velocidade e
facilidade das novas impressoras.
Aí, veio a “Grande Sacada” dos fabricantes:
oferecer impressoras cada vez mais e mais baratas, e cartuchos cada vez mais e mais caros. Nos casos dos modelos mais baratos, o conjunto de cartuchos pode custar mais do que a própria impressora.
Olhe só o cúmulo: pode acontecer de compensar mais trocar a impressora do que fazer a reposição de cartuchos.
VEJA ESTE EXEMPLO:
Uma HP DJ3845 é vendida, nas principais lojas, por aproximadamente R$170,00.. A reposição dos dois cartuchos (10 ml o preto e 8 ml o colorido), fica em torno de R$ 130,00.
Daí, você vende a sua impressora semi-nova, sem os cartuchos, por uns R$ 90,00 (para vender rápido).
Junta mais R$ 80,00, e compra uma nova impressora e com cartuchos originais de fábrica.
Os fabricantes fingem que nem é com eles; dizem que é caro por ser “tecnologia de ponta”.
Para piorar, de uns tempos para cá passaram a DIMINUIR a quantidade de tinta (mantendo o preço).Um cartucho HP, com míseros 10 ml de tinta, custa R$ 55,99. Isso dá R$ 5,59 por mililitro.
Só para comparação, a Champagne Veuve Clicquot City Travelle custa, por mililitro, R$ 1,29.
Só acrescentando: as impressoras HP 1410, HP J3680 e HP3920, que usam os cartuchos HP 21 e 22, estão vindo somente com 5 ml de tinta!
A Lexmark vende um cartucho para a linha de impressoras X, o cartucho 26, com 5,5 ml de tinta colorida, por R$ 75,00. Fazendo as contas: 1.000 ml / 5.5 ml = 181 cartuchos R$ 75,00 = R$ 13.575,00.
Veja só: R$ 13.575,00 por um litro de tinta colorida. Com este valor,
podemos comprar, aproximadamente:
- 300 gr de OURO;
- 3 TVs de Plasma de 42′;
- 1 UNO Mille 2003;
- 45 impressoras que utilizam este cartucho;
- 4 notebooks;
- 8 Micros Intel com 256 MB.
Ou seja, um assalto!
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Simulado para o exame de certificação ITIL Foundation
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Você esta em busca de simulados da prova de certificação da ITIL? Então parabéns, você acabou de encontrar.
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Consultor Oracle x Putas
Três amigos se encontram, durante um almoço…
- O que você está fazendo na vida, João (ex-executivo da Pirelli)?
- Bem… eu montei uma recauchutadora de pneus. Não tem aquela estrutura e organização que havia quando eu trabalhava na Pirelli mas vai indo muito bem…
- E você, José (ex-gerente de vendas da Shell)?
- Eu montei um posto de gasolina. Evidentemente também não tenho a estrutura e a organização do tempo que eu trabalhava na Shell, mas estou progredindo…
- E você Orlando (ex-Gerente de Projetos Oracle)?
- Eu montei um puteiro.
- Um puteiro???
- É, um puteiro! É claro que não é aquela zona toda como os projetos em que trabalhei, mas já tá dando algum lucrinho…
Segue sua explicação de o que é trabalhar em projetos Oracle:
1 – Você trabalha em horários estranhos (que nem as putas);
2 – Te pagam para fazer o cliente feliz (que nem as putas);
3 – Seu trabalho vai sempre além do expediente (que nem as putas);
4 – Você é mais produtivo à noite (que nem as putas);
5 – Você é recompensado por realizar as idéias mais absurdas do cliente (que nem as putas);
6 – Seus amigos se distanciam de você e você só anda com outros iguais a você (que nem as putas);
7 – Quando você vai ao encontro do cliente você precisa estar apresentável (que nem as putas), mas quando você volta parece que saiu do inferno (que nem as putas);
8 – O cliente sempre quer pagar menos e quer que você faça maravilhas (que nem as putas);
9 – Quando te perguntam em que você trabalha você tem dificuldade para explicar (que nem as putas);
10 – Se as coisas dão errado é sempre culpa sua (que nem as putas);
11 – Todo dia você acorda e diz: NÃO VOU PASSAR O RESTO DOS MEUS DIAS FAZENDO ISSO (que nem as putas);
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Bastian Bates – Can’t Slow Down (feat. Nicco) – Música e Letra
Hoje eu estava ouvindo um CD que “comprei” na internet chamado Best Top 150 Club & Party Music August 2009 – e resolvi postar uma das músicas pra vocês. Espero que gostem.
Can’t Slow Down
I can´t show down
This thing is turning me around
I need your love
Baby can´t hold on
Can´t stop now
Oh when you´re giving more than I can take
I can´t show down
Oh when you´re spinning´ me around
´Couse this is love
Baby can´t hold on
Trust me now
I need a little more than I can take
Grande Abraço a todos que tem frequentemente visitado meu site. Graças a você temos uma média de 250 visitas diarias.
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Can't Slow Down: 

