Sega lança robô sexy que dá beijos
O novo lançamento da fabricante de brinquedos japonesa Sega é uma boneca robô de andar malemolente, corpo escultural e que joga beijos.
O público-alvo de E.M.A., um boneca de 38 centímetros, é o de rapazes na faixa dos vinte anos, diferentemente dos robôs anteriores da Sega, que visavam a um público infantil.
Segundo os fabricantes, a robô sexy, cujo nome é formado pelas iniciais das palavras, em inglês, “eterna”, “donzela” e “atualização”, veio ao mundo para mudar o estereótipo masculinizado associado aos andróides.
“‘Força, dureza e batalha são algumas das palavras normalmente associadas a robôs, mas nós quisemos fazer um robô que fosse doce e interativo”, diz a assessora de imprensa da Sega Minako Sakanoue.
A boneca tem sensores de infra-vermelho e é capaz de realizar mais de 60 movimentos, entre eles distribuir beijos. Isso quando ela está com o “modo amor” ativado.
“E.M.A. é muito amável. Não é humana, mas pode atuar como uma namorada”, diz Sakanoue, acrescentando que a boneca deve ter forte apelo para jovens solitários.
A robozinha sexy deve chegar às prateleiras no Japão em setembro e vai custar o equivalente a cerca de R$ 285.
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Japoneses inventam carro movido a água
A empresa japonesa Genepax apresentou na quinta-feira um protótipo de um carro movido a água.
A água é colocada no tanque e um gerador transforma o hidrogênio que retira da água em energia.
Segundo a empresa, com um litro de água, o veículo consegue andar a 80 km/h por uma hora.
A Genepax agora espera firmar um acordo com alguma montadora japonesa para começar a fabricar o carro.
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Robozinho de pilha sobe o Grand Canyon
Foram seis horas e 46 minutos de subida por uma corda ao longo dos 530 metros de altura do Grand Canyon, nos Estados Unidos, no fim de maio; e o feito comemorou uma entrada no Guinness, livro dos recordes. Quem subiu não foi um ser humano, mas um robozinho de 17 centímetros chamado Evolta, criado pela Panasonic. Ele pesa apenas 130 gramas e é movido pelas pilhas alcalinas de mesmo nome. Elas são conhecidas como as pilhas alcalinas de maior duração no mundo, e entraram para o Guinness no começo deste ano.
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Departamento de Energia dos EUA terá computador mais rápido do mundo
Um computador criado especialmente para realizar testes virtuais das armas nucleares dos Estados Unidos será eleito o computador mais rápido do mundo, por ser capaz de executar 1.000 trilhão de cálculos por segundo, afirmou nesta segunda-feira o Departamento de Energia do governo americano.
O supercomputador Roadrunner, da IBM, foi instalado no Laboratório Nacional de Los Alamos, no Novo México, e é o primeiro a alcançar a marca conhecida como petaflop de performance sustentada, informaram o departamento e a IBM.
- O ‘flop’ é um termo que representa operações de ponto flutuante por segundo. Um petaflop equivale a 1.000 trilhão de cálculos por segundo – afirmaram as empresas em comunicado. – O Roadrunner será usado pelo Administração Nacional de Segurança Nuclear do Departamento de Energia dos EUA para executar cálculos que melhoraram em muito a capacidade de nos certificar de que os estoques de armas nucleares dos EUA são confiáveis sem a necessidade de se executar testes nucleares subterrâneos – complementou o departamento em nota à imprensa.
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O homem que vendeu a Torre Eiffel
Era 1925. O austríaco Victor Lustig estava vagabundeando em Paris quando leu no jornal: PREFEITURA TEM DIFICULDADES PARA MANTER A TORRE EIFFEL.
Foi o suficiente para atiçar sua malandragem. Lustig se passou por oficial do governo francês e foi atrás de empresários que mexiam com ferro-velho. Arranjou 6. E chamou a turma para uma reunião num hotel de luxo. “Como os senhores já devem ter lido, Paris não tem mais como bancar a Torre”, disse. “A saída é uma só: demolir aquelas 8 mil toneladas de metal e vender como sucata.” Ele chegou a alugar uma limusine para levar os homens para uma “visita de inspeção” ao monumento.
Depois, chamou de canto o empresário que ele achou mais ingênuo e insinuou: “Se rolar uma comissãozinha, posso facilitar as coisas para o senhor”. Não teve erro: o homem subornou o “oficial” Lustig e levou a torre. Antes que o comprador percebesse o cha-péu, Lustig já estava em um trem com o dinheiro.
O lesado, por sinal, não teve coragem de dar queixa na polícia. Afinal, seria o maior vexame se todo mundo soubesse que ele tinha acabado de subornar um trambiqueiro… Pois é. Lustig era mestre porque sabia enganar malandros. E que malandros. Certa vez, o golpista procurou ninguém menos que Al Capone, oferecendo um esquema para fazer o dinheiro dele dobrar em dois meses com uns investimentos. O mafioso lhe deu 50 mil dólares, junto com uma descrição do que lhe aconteceria se o enganasse. Aí Lustig simplesmente guardou tudo em um cofre. E dois meses depois, devolveu tudo para Capone, pedindo desculpas e contando que o esquema de investimentos tinha falhado. Grato por Lustig ter sido tão honesto, Capone lhe deu 5 mil dólares como prêmio. E era o tal do prêmio que Lustig esperava desde o começo.
Outro golpe que ele aplicava em golpistas era vender máquinas de falsificar dinheiro. Falsas. Ele escolhia um bandido e contava que tinha um aparelho fantástico, capaz de copiar notas. “Só que leva 6 horas para que o trabalho fique ok”, dizia. O picareta, então, colocava uma nota de 100 dólares na máquina para demonstração. Seis horas depois, saía uma “cópia” perfeita (Lustig colocava duas cédulas verdadeiras lá dentro antes, claro). Depois de embolsar o dinheiro pela máquina, ele ia embora.
E o comprador só percebia o engodo depois de 6 horas… Em 1934, finalmente, a carreira dele acabou. Lustig foi preso e mandado para Alcatraz, onde fez companhia ao amigo Capone.
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3D: Parques e hotéis da Disney ganham espaço tridimensional no Google
A Walt Disney World, divisão de entretenimento que gerencia os parques de diversão do grupo, anunciou que fechou uma parceria com o Google para oferecer, no Google Earth, ambientes em três dimensões do complexo de entretenimento, localizado na Flórida, nos Estados Unidos.
No anúncio, realizado em Burbank, Califórnia, a Walt Disney afirmou que os internautas que baixarem o software de visualização 3D Google Earth (na versão 4.3) já podem conferir imagens tridimensionais dos quatro parques temáticos do grupo – , além de um passeio virtual pelos 22 hotéis e resorts que ocupam a região central do estado americano da Flórida. Para compor os ambientes no Google Earth, foram usadas mais de 1.500 fotografias tridimensionais registradas por oito fotógrafos em 10 dias, montante selecionado a partir de um acervo total de 100.000 cópias.
A parceria entre as empresas permite ainda que candidatos a viajantes acessem os sistemas de reservas de ingressos e hospedagem online da Disney para programar suas viagens. Basta que o usuário execute o software, acesse o Google Earth e digite “Disney World”.
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Prenda-me se For Capaz
A história de Frank W. Abagnale ficou famosa depois de ser contada na autobiografia Prenda-me se For Capaz, adaptada para o cinema por Steven Spielberg em 2002. Pudera: se fosse um roteiro de ficção, pareceria exagerado. Em 5 anos, um jovem nova-iorquino de classe média fingiu ser piloto de avião, médico, advogado e professor. Passou cheques falsos em quase todos os estados americanos e em mais de 10 países.
E fez uma fortuna de milhões de dólares. Frank começou a carreira aos 16 anos, quando passou mais de 3 mil dólares em cheques sem fundos do pai dele em postos de gasolina. Pouco tempo depois, virou profissional no ramo. Passou a abrir contas com documentos falsos e a imprimir seus próprios cheques frios. Para levantar menos suspeitas na hora de sacar dinheiro, fingiu ter uma das profissões que mais davam status nos anos 60: piloto de avião.
Com um uniforme, uma carteirinha da Pan Am e um brevê, tudo falsificado, também aproveitou para viajar e se hospedar de graça pelo país inteiro, deixando um bolo de cheques falsos em cada cidade por que passava. Depois de quase ter seu disfarce de piloto descoberto, Frank decidiu que era hora de mudar de trabalho e morou por uns tempos em Atlanta dizendo ser médico. Com um diploma falso, o “doutor” arranjou um emprego e passou um ano trabalhando como supervisor de pediatria num hospital. Depois, Frank mudou-se de novo e inventou que era formado em direito.
Falsificou um diploma (de Harvard) e logo ficou sabendo que o procurador- geral do estado da Louisiana estava precisando de um assistente. Para conseguir o emprego, ele precisaria passar por uma prova da ordem dos advogados. Atraído pelo desafio, Frank estudou e, na terceira tentativa, conseguiu passar no exame. Sem nem mesmo ter terminado o 2o grau, o farsante tinha uma carteira de advogado e um emprego na promotoria pública. Nove meses depois, largou o direito e, após constatar quantas garotas bonitas havia no campus de uma universidade, resolveu freqüentar uma. Só que, em vez de se matricular como aluno, Frank foi como professor. Falsificar mais um diploma e algumas credenciais foi fácil.
Dizendo que era formado em sociologia pela Universidade Columbia, deu aulas durante um semestre. Sem levantar suspeitas. Assim que deixou a universidade, Frank voltou para a vida de estelionatário e, depois de ser perseguido exaustivamente pela polícia, acabou preso em 1970.
Com menos de 21 anos, Frank já tinha acumulado mais de 500 mil dólares (o que hoje daria 3 milhões de verdinhas). O figura passou 5 anos na cadeia. E acabou solto com a condição de ajudar o governo a prevenir fraudes com documentos. Hoje, aos 58 anos, Abagnale tem uma empresa dedicada a essa tarefa. E continua faturando alto.
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MSN, Google e Yahoo em campanha online por adoção de cães
Começa esta semana na internet brasileira uma campanha de incentivo à adoção de cães, projeto já realizado em países como Estados Unidos, Reino Unido, Canadá, África do Sul, Austrália e Alemanha. A marca Pedigree uniu os portais de internet Google, MSN e Yahoo para divulgar o site da campanha (www.adotaretudodebom.com.br). Na página, o internauta interessado em adotar um canino como animal de estimação pode escolher seu favorito e se candidatar a ser o novo dono de um deles. O perfil dos cães, além de fotos e vídeos estão publicados no MSN Spaces, Flicker, Youtube e Orkut.
A Pedigree ficará responsável por selecionar os candidatos, analisar cada ficha de inscritos, visitar a residência e entrevistar pessoalmente os finalistas, usando rigorosos critérios de posse responsável de animais de estimação. Quem quiser adotar um cãozinho que não seja tão disputado pode escolher entre os mais de 100 que também fazem parte do projeto. A lista completa com fotos e informações dos cães, que já são castrados, vacinados e vermifugados, está no site da empresa (Pedigree).
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Intel é condenada a pagar multa de US$ 25 milhões em processo antitruste na Coréia do Sul
A Intel, maior fabricante mundial de processadores, foi multada em 26 bilhões de wons (US$ 25 milhões) pela agência antitruste da Coréia do Sul. A empresa foi condenada por oferecer descontos para que clientes deixassem de comprar produtos equipados com chips produzidos pela rival AMD. A Intel deverá apelar da decisão. Os descontos eram oferecidos diretamente às fabricantes de PCs sul-coreanas Samsung e Trigem Computer.
A condenação é uma derrota importante para a Intel, que enfrenta disputa semelhante na União Européia (UE). Na Europa, porém, as agências reguladoras têm o poder para multar empresas que adotem medidas prejudiciais à concorrência em até 10% de seu faturamento anual. Além disso, há pouco mais de dois anos, a Intel foi forçada a retirar de seus contratos firmados no Japão uma cláusula que proibia seus clientes de utilizar chips fabricados por concorrentes. Por fim, a AMD ainda mantém outros processos contra as práticas da Intel na Justiça dos EUA.
Segundo a investigação da agência reguladora sul-coreana, a Intel ofereceu descontos de US$ 37 milhões ao longo de dois anos e meio para a Samsung e a Trigem desde que ambas não utilizassem chips da AMD em seus produtos. Com isso, a participação de mercado média da companhia na Coréia do Sul em cinco anos até 2005 estava em 91,3%, enquanto a média mundial da Intel nesse período era de 79,6% do mercado.
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Celulares revelam que humanos são presos a hábitos
A localização de mais de 100 mil usuários de celulares foi rastreada em uma tentativa de construir um amplo quadro dos movimentos humanos, em um estudo da Northeastern University de Boston, publicado na revista especializada Nature.
O estudo concluiu que os humanos são criaturas de hábito, que basicamente visitam poucos lugares várias vezes e geralmente se movem por menos de 10 quilômetros.
O resultado pode ser usado para evitar epidemias de doenças ou para prever o trânsito, afirmam os autores do projeto.
“Seria maravilhoso se todos os usuários de celulares liberassem para as universidades o acesso aos seus dados, porque eles são muito ricos” disse uma das autoras do estudo, Marta Gonzalez, da Northeastern University, de Boston.
William Webb, chefe do setor de pesquisas e desenvolvimento do órgão britânico regulador de telecomunicações Ofcom, concorda que os dados fornecidos pelo uso de telefones celulares ainda são pouco explorados.
“Esta é a penas a ponta do iceberg”, disse ele à BBC.
Método
Anteriormente, pesquisadores tentaram mapear atividades humanas usando GPS ou vigilâncias, mas os métodos são caros.
Outro método inovador rastreou o movimento de notas de dólar em uma tentativa de reconstruir movimentos humanos, mas segundo Gonzalez, o método não fornece um quadro amplo dos movimentos humanos porque “as notas passam de uma pessoa para a outra, então, não é possível medir o comportamento individual”.
O estudo publicado na Nature escolheu aleatoriamente 100 mil usuários anônimos entre mais de 6 milhões. Cada vez que um dos participantes enviava ou recebia uma ligação, ou mensagem de texto, a locação da estação de base que transmitia os dados era registrada.
As informações foram coletadas por seis meses, mas segundos os pesquisadores, os padrões de movimento podiam ser identificados na metade do tempo.
Comportamento modelo
“A vasta maioria das pessoas se move em torno a uma distância muito curta – cerca de cinco a 10 quilômetros”, explicou o professor Albert-Laszlo Barabasi, outro membro da equipe.
“E há também os poucos que se movem por centenas de quilômetros de maneira regular.”
Barabasi disse que ficou surpreso ao constatar que o padrão dos movimentos das pessoas, por distâncias curtas e longas, eram muito parecidos: as pessoas tendem a voltar para os mesmos lugares repetidamente.
“Por que esta é uma boa notícia?”, ele perguntou. “Se fosse construir um modelo sobre como as pessoas se movem em sociedade e os movimentos não fossem semelhantes, seriam necessários seis bilhões de modelos diferentes – cada pessoa necessitaria de uma descrição diferente.”
Agora os modelos têm uma regra básica a seguir, disse ele.
O rastreamento de pessoas usando tecnologia de telefone celular não é novidade e cada vez mais há acessórios comerciais, como serviços para rastrear crianças, ou amigos que recebem um alerta quando há outro amigo em uma região próxima.
Especialistas prevêem que vários outros serviços serão criados nos próximos anos, usando a tecnologia.
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