Diogo Cata Preta

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Brasil terá novos iPods pelos preços antigos

RIO – Será que o Brasil vai perder o título de país com o iPod mais caro do mundo? Após o lançamento da sua nova linha de players de mp3, a Apple anunciou que manterá os preços dos antigos iPods nano nas versões atuais, com maior capacidade e algumas novas funcionalidades.

O nano de 8GB custará R$ 549 e o de 16GB, R$ 699. Nos Estados Unidos, os modelos saem, respectivamente, por US$ 149 e US$ 199. O novo iPod Classic, com 120GB, que sai nos EUA por US$ 249, custará no Brasil R$ 899. Os três aparelhos chegam ao país em outubro. O iPhone Touch, por outro lado, ainda não tem preço nem data de chegada definidos para o Brasil.

Convertendo os valores em dólares, pela cotação desta quarta-feira, o brasileiro pagará US$ 312 pelo nano de 8GB, R$ 398 pelo de 16GB, e US$ 512 pelo classic.

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Google lança projeto para oferecer internet via satélite de baixo custo

RIO – Oferecer internet via satélite para 3 bilhões de pessoas a baixo custo é o novo projeto do Google, em parceria com a Liberty Global e o HSBC Principle Investments. O consórcio pretende adquirir 16 satélites de baixa órbita para oferecer acesso a países próximos à linha do Equador, na África, América Latina e Oriente Médio. A fase inicial terá metade desses satélites e deve entrar em operação em 2010.

O projeto “O3b” (Outro 3 bilhões, também na sigla em inglês) já tem US$ 65 milhões investidos pelas três empresas, mas os recursos podem chegar a US$ 750 milhões, segundo o jornal Financial Times. Larry Alder, do Google, disse ao jornal inglês que o projeto pode baixar o custo do acesso à banda larga em atpe 95%.

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Projeto britânico quer produzir comida e energia em deserto

Uma equipe de engenheiros e arquitetos baseados em Londres está combinando tecnologias para transformar imensas áreas desérticas em terrenos férteis com capacidade de produzir comida, água limpa e fontes alternativas de energia.

O Sahara Forest Project (Projeto Floresta Sahara) consiste em construir lado a lado estufas onde seria possível obter água limpa e cultivar alimentos, e painéis espelhados gigantes que captariam raios solares para gerar eletricidade.

A iniciativa combina tecnologias criadas pela empresa Seawater Greenhouse, que cultiva plantações em estufas instaladas em áreas áridas, e por arquitetos e engenheiros que desenvolveram uma técnica conhecida como Concentrated Solar Power (Energia Solar Concentrada, em tradução livre).

O criador da Seawater Greenhouse, Charlie Paton, explica que a técnica consiste em instalar evaporadores na entrada da estufa que convertem a água do mar em vapor. O vapor resfria a temperatura dentro do local em até 15 graus e favorece o crescimento da lavoura.

Do outro lado da estufa o vapor é condensado, transformando-se em água limpa que serve para regar as plantações.

Segundo Paton, a quantidade de água obtida é cinco vezes maior do que a necessária para molhar as plantas, produzindo um excedente que pode ser usado para mover turbinas acopladas aos painéis que captam a energia solar, gerando energia.

Biodiesel

De acordo com os criadores do Sahara Forest Project, em fase de testes em Tenerife, Omã e Emirados Árabes Unidos, a iniciativa terá potencial para produzir comida e eletricidade que serão consumidas por moradores locais.

A energia também poderia ser enviada para a Europa por meio de um conversor.

Com o excedente de água ainda seria possível cultivar pinhão manso, uma planta que serve de base para produzir biodiesel e que se adapta bem às terras desérticas.

Os criadores do projeto dizem que a iniciativa poderá ser uma ferramenta importante para combater a desertificação e trará múltiplos benefícios, como “grandes quantidades de energia renovável, comida e água”.

Para mais notícias, visite o site da BBC Brasil

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Primeiro anúncio da Microsoft com Seinfeld vai ao ar

RIO – Um anúncio sobre o nada… ou quase isso. Foi assim que começou a multimilionária campanha publicitária da Microsoft, que traz como garotos-propaganda os astros Jerry Seinfeld e Bill Gates. O primeiro comercial, que foi ao ar nos EUA na noite desta quinta-feira cita a Microsoft apenas no final do anúncio, que não faz menção a nenhum produto da empresa. Veja o vídeo aqui.

Segundo Bill Veghte, diretor da Microsoft, disse ao TechCrunch, o objetivo do comercial é “contar como o Windows permite que bilhões de pessoas ao redor do mundo façam mais coisas com suas vidas hoje em dia”. Essa primeira fase da campanha “foi feita para engajar os consumidores e iniciar uma nova conversa em relação ao Windows, que vai evoluir durante a campanha, mas será sempre marcada pelo humor e humanidade”.

No vídeo, Seinfeld está caminhando por um shopping center quando vê Bill Gates numa loja de sapatos e – entre alguns comentários engraçadinhos – acaba ajudando-o a escolher seus novos calçados.

No final do anúncio, quando os dois deixam o shopping, Seinfeld pergunta a Gates se a Microsoft “fará algo que torne nossos computadores mastigáveis e macios como bolos, para que possamos comê-los enquanto trabalhamos”. Gates responde que sim dando uma leve reboladinha e a propaganda termina com o logo do Windows e o slogan “Delicious”.

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Número de computadores ‘zumbis’ quadruplicou, diz fundação

número de computadores “zumbis” quadruplicou nos últimos três meses, segundo informações da Fundação Shadowserver, uma organização que investiga o uso de computadores para a prática de crimes na internet.

Computadores zumbis são aqueles que foram invadidos por códigos maliciosos sem o conhecimento dos usuários e que acabaram por ficar sob o controle de criminosos.

Segundo a organização, mais de 450 mil computadores em todo o mundo fazem parte de redes zumbis sem o conhecimento de seus donos. Estas redes, também conhecidas como botnets, são usadas para a prática de crimes na web.

A grande maioria das máquinas infectadas é de PCs que utilizam o sistema operacional Windows, da Microsoft.

Segundo dados da fundação, em junho, havia cerca de 100 mil computadores zumbis em todo mundo. Mas, no final do mês de agosto, este número subiu para 450 mil.

Armadilhas

O aumento no número de máquinas seqüestradas nos últimos meses é atribuído a sites armadilha, que atraem o usuário para poder instalar programas em seus computadores.

Os spams que lotam as caixas de e-mail também são usados para seqüestrar computadores para que eles passem a fazer parte destas redes.

Estes computadores são usados então como base para ataques a websites e como repositórios de dados roubados.

Normalmente, as máquinas são infectadas por uma vulnerabilidade em algum dos programas que são rodados nela.

Depois, o computador entra em contato com uma rede para que faça o download de um software que deixa a máquina sob o controle de hackers.

Estas redes clandestinas podem se espalhar por diferentes países.

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Mozilla diz que Firefox 3.1 será mais rápido que o Chrome

RIO – Dois dias depois do lançamento do Chrome, a Mozilla mostrou que não está disposta a perder espaço e anunciou que a próxima versão do Firefox, a 3.1, será mais rápida que o browser do Google.

O Chrome roda uma ferramenta de Javascript chamada V8, principal responsável pela velocidade do navegador, que bateu todos os adversários em testes feitos por especialistas.

Segundo Tech Crunch, para combater o V8, a Mozilla está preparando o TraceMonkey, que acompanhará o Firefox 3.1, a ser lançado até o final do ano. Segundo testes feitos pela própria Mozilla, o Firefox com o TraceMonkey foi até 28% mais rápido que o Chrome rodando no Windows XP e 16% no Windows Vista.

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Operação brasileira da MSC quer se tornar referência de virtualização

Em março de 2007 a operação brasileira da empresa de logística européia MSC decidiu investir mais pesado em virtualização e, 18 meses depois, hoje pode se tornar um caso de referência em toda a organização. Com a adoção de um sistema que concentra as operações eletrônicas de aplicativos no data center da companhia, ela ao mesmo tempo reduziu o tempo de resposta entre os funcionários de campo e o escritório central, aumentou a segurança das operações e ainda levou as economias indiretas com equipamentos.

Hoje enviamos informações atualizadas de entradas e saídas de contêineres para o escritório central em Santos a cada dez minutos. Antes, a atualização era feita apenas uma vez por dia, no fechamento da operação, afirma o coordenador de manutenção e reparo de contêineres da MSC no Brasil, André Florippi.

Essa velocidade na troca de informações se mostrou fundamental para acelerar as operações da companhia que, no Brasil, tem cerca de 10 mil contêineres. Apenas em Santos, a empresa movimenta, entre entrada e saída, cerca de 400 contêineres.

Até mesmo o tempo necessário para abertura de novas bases foi reduzido com a implementação do sistema virtualizado, explica o gerente de Tecnologia da MSC Brasil, André Alcântara.

Em todo o ano de 2005, abrimos apenas uma agência no país. Hoje, em tempo igual, consigo implantar até três agências, afirma ele, explicando que isso é possível por não ser mais necessário configurar toda uma estrutura de tecnologia nas novas bases, apenas ligar máquinas a uma conexão de internet.

Hoje estamos despreocupados em relação à tecnologia para conduzir o plano de expansão que temos no Brasil. Isso deixou de ser uma dificuldade para tomarmos a decisão de implantar novas bases, afirma o gerente de Marketing da MSC Brasil, Thiago Lopes.

Essa facilidade na implantação do sistema também permitiu reduzir o tipo de infraestrutura necessária nos pátios de movimentação de contêineres. Hoje todos os processos podem ser realizados via tecnologia sem fio, através de notebooks conectados a redes Edge ou de terceira geração (3G). A partir desses equipamentos, saem os relatórios de movimentação dos contêineres, a programação de uso e manutenção, assim como os status alfandegários e as informações fiscais e aduaneiras necessárias para sua liberação.

Mesmo operando com equipamentos vulneráveis como notebooks, muito fáceis de serem perdidos ou roubados, a preocupação da MSC com segurança de informação é nula.

Não fica nada no computador. Tudo é feito dentro dos servidores em nossa sede, lá ficam todos os documentos, afirma Alcântara. Segundo ele, o notebook serve apenas como um terminal remoto de consulta e operação, sem armazenar nenhum dado. Caso seja perdido ou roubado, sem uma senha de usuário, não há como acessar a rede da MSC e, assim, dados protegidos.

Como o aplicativo é rodado no data center, e não no PC ou notebook, o tráfego de dados além de não ser muito grande, pois está todo no mesmo lugar, não é necessário uma segurança tão grande na ponta do usuário, afirma Erika Ferrara, diretora de vendas e canais da Citrix, que fornece o sistema de virtualização para a MSC.

Embora a intenção da empresa européia ao adotar o sistema tenha sido ganhar agilidade em seus processos, ela obteve também um benefício paralelo muito relevante. Com o sistema virtualizado e se utilizando de um mecanismo de compactação de dados mais avançado, foi possível reduzir o tamanho do parque de servidores instalado no país.

Antes tínhamos 25 servidores, todos mal utilizados. Quando adotamos o atual sistema, reduzimos esse número para 12 máquinas – embora hoje tenhamos 15 para suportar o crescimento natural da operação, explica Alcântara. Além disso, com 25 servidores, tínhamos 200 usuários, hoje com 15, servimos mais de 400 usuários de PCs e outros 150 notebooks, e ainda com uma folga de capacidade de cerca de 20%, acrescenta.

Segundo o diretor, ainda não é possível estimar qual a economia com equipamentos obtida com a implantação do novo sistema da Citrix. Ele acredita que realmente houve uma redução nos gastos, já que os PCs agora necessários para a operação são do tipo thin client, que não têm recursos embarcados, apenas capacidade para acessar as informações do data center. Apenas daqui uns dois ou três anos é que vamos poder avaliar o nível de economia em compras de equipamentos, quando chegar o momento que seria o novo ciclo de troca e não tivermos que substituir máquinas – já que os servidores têm vida útil mais longa que computadores, afirma Alcântara.

(José Sergio Osse | Valor Online)

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Google Chrome já é o terceiro navegador mais acessado no Brasil

O mesmo sucesso que o Chrome teve pelo mundo, foi alcançado também no Brasil, onde o browser do Google já representa 1,11% dos acessos, tornando-se o terceiro browser mais utilizado, à frente de concorrentes como o Apple Safari e o Opera. Os dados são Predicta, consultoria especializada na análise do comportamento de navegação dos internautas brasileiros.

Segundo Fred Pacheco, gerente de Business Intelligence da consultoria, esses dados devem movimentar a briga entre Microsoft e Google.

- A queda que a Microsoft tem sofrido nos últimos meses ainda é pequena, mas tem impacto direto no multimilionário mercado de buscadores, já que o padrão do Internet Explorer é o Live Search da Microsoft, contra o Firefox e o Chrome, que usam o Google – afirma o executivo.

O executivo afirma que em curto prazo é possível que abalos mais sensíveis aconteçam ao Firefox que ao navegador da Microsoft:

- o Firefox é utilizado em grande parte pelo grupo que chamamos de early adopters, ou seja, aquelas pessoas que aceitam inovações tecnológicas antes da massa e esse grupo tem maior propensão a experimentar inovação mais cedo que os demais usuários, por isso, podemos assumir que esse grupo será o primeiro a experimentar o Google Chrome – afirma.

Isso se reforça quando a análise é detalhada em acesso a conteúdos mais específicos como canais de tecnologia. Neste público, mais antenado com as inovações tecnológicas, a penetração do Google Chrome já chega a 5,16% dos acessos.

- Considerando o poder de penetração do Google no mundo online, o cenário desse mercado promete mudar radicalmente nos próximos meses – complementa Pacheco.

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Google modifica cláusula abusiva nos Termos de Licença do Chrome

Sabe aqueles termos de licença que todo software pede para você aceitar antes de instalá-lo e todo mundo aceita sem ler? Pois os termos do Google Chrome levantaram uma onda de protestos pela internet, por conta da cláusula 11, que determina que tudo que você escreve usando o Chrome, pertence ao Google.

Após posts em vários blogs questionarem a cláusula abusiva, o Google admitiu que a exigência era um erro e modificou os termos de compromisso. Pelos termos originais, o Google teria o direito de republicar até mesmo conteúdo apenas visualizado no browser. Além de posts de blogs, emails, conversas do Google Talk, etc.

O texto original era:

“11. Conteúdo licenciado por você

11.1 Você mantém os direitos autorais e quaisquer outros direitos que já tenha sobre o conteúdo apresentado, publicado ou exibido nos ou através dos Serviços. Ao apresentar, publicar ou exibir o Conteúdo você dá ao Google o direito perpétuo, irrevogável, mundial, livre de royalties e não-exclusivo de reproduzir, adaptar, modificar, traduzir, publicar, apresentar publicamente e distribuir esse Conteúdo apresentado, publicado ou exibido nos ou através dos Serviços. Essa licença tem o único objetivo de permitir ao Google exibir, distribuir e promover os Serviços e pode ser revogada para alguns Serviços como definido nos seus Termos Adicionais.

11.2 Você concorda que esta licença inclui o direito do Google tornar esse conteúdo disponível para outras companhias, organizações ou indivíduos com quem o Google tenha relações de fornecimento de serviços, e de usar esse Conteúdo no fornecimento desses serviços.

11.3 Você compreende que o Google, durante os passos técnicos necessários para o fornecimento desses Serviços, pode (a) transmitir ou distribuir o seu Conteúdo em várias redes públicas e mídias; e (b) modificar seu Conteúdo para adequá-lo às exigências técnicas de redes, aparelhos, serviços e mídias. Você concorda que essa licença permite que o Google tome essas ações.

11.4 Você confirma e garante ao Google que você tem todos os direitos, poderes e autoridade para garantir ao Google a licença acima.”

A cláusula modificada ficou assim:

“11. Conteúdo licenciado por você

11.1 Você mantém os direitos autorais e quaisquer outros direitos que já tenha sobre o conteúdo apresentado, publicado ou exibido nos ou através dos Serviços.”

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IE 8 em português será lançado no dia 16 de setembro

A versão em português do Internet Explorer 8 será lançada no dia 16 de setembro, segundo a Microsoft. O download poderá ser feito pelo endereço www.microsoft.com/brasil/ie8. Confira as principais novidades do IE8:

InPrivate – recurso que oferece ao usuário opções de privacidade para computadores compartilhados.

Aceleradores – agiliza as atividades do usuário, disponibilizando atalhos customizáveis. O consumidor pode localizar um endereço no Live Maps ou traduzir a página com um clique.

Webslice - permite que o usuário monitore informações dos sites, por exemplo, acompanhar os lances de um item no site de leilão.

Smart Address Bar – traz mais funcionalidades para a visualização da barra de endereços do navegador. Além disso, destaca o domínio da página acessada.

Busca fácil e visual – permite que o usuário tenha uma pré-visualização do que está buscando na Internet.

Tab recover – isola as abas para que em caso de problema, uma delas não derrube a navegação inteira. Permite também reabrir as páginas fechadas acidentalmente.

Tab Groups – separa e organiza as abas por grupos de navegação, visualizadas por diferentes cores.

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