Power.com, site brasileiro que acessa diversas redes sociais, é processado pelo Facebook
RIO – A empresa brasileira Power.com, que pretende ser um portal através do qual o internauta pode acessar todas as suas redes sociais favoritas, arrumou briga com um dos maiores gigantes da web: o Facebook. O Power.com funciona pedindo aos internautas que informem seus nomes de usuário e senhas das redes sociais como o Facebook e Orkut. Ele então acessa esses site como se fosse o usuário.
Na última quarta-feira a maior rede social do mundo entrou com um
no distrito de San Jose, na Califórnia, por quebra de copyright, violação de marca registrada, competição ilegÃtima e violação do ato de fraudes de computador, segundo o New York Times. O Power.com retirou o acesso ao Facebook de seu site logo após ser notificada.
No processo o Facebook reclama que o Power.com “oferece um produto que solicita, armazena e utiliza informação de login para acessar dados dos computadores do Facebook sem autorização e para exibir material protegido por direitos autorais sem permissão”.
Steve Vachani, fundador do Power.com, disse ao NY Times que a empresa entrou “em contato com o Facebook para garantir a melhor maneira de trabalhar com eles”.
Para a mega rede social, que tem mais de 100 milhões de usuários, a melhor maneira é o Facebook Connect, ferramenta que permite que o internauta atualize e acompanhe sua página do Facebook mesmo estando em outros sites da web.
“Com o Connect, o Facebook permite que os usuários se integrem com outros sites sem comprometer o compromisso de salvaguardar a privacidade e segurança. O Facebook não permite o acesso de terceiros aos perfis dos usuários a não ser que eles utilizem o Facebook Connect”, argumenta a empresa no texto da ação judicial.
Segundo Vachani, a Power.com tentará implementar o Facebook Connect até o final de janeiro. Ele disse ao NY Times que não cancelou o acesso ao Facebook anteriomente, apesar dos pedidos, para não interromper o serviço.
Popularidade deste Artigo: 2%
Wikipedia consegue US$ 6,2 milhões em doações
RIO – A Fundação Wikimedia anunciou nesta sexta-feira que conseguiu US$ 6,2 milhões em doações desde o lançamento, em novembro, de uma campanha de levantamento de fundos para a Wikipedia. Uma nota oficial publicada no site afirma que mais de 125 mil pessoas colaboraram, fazendo com que o objetivo de alcançar US$ 6 milhões para manter a enciclopédia colaborativa online fosse superado.
A missão, no entanto, não foi tão fácil quanto pode parecer. Em meados de dezembro o ritmo de doações estava baixo, forçando o fundador da Wikipedia, Jimmy Wales, a fazer um pedido pessoal de ajuda no site. Nos últimos oito dias do mês a Wikimedia conseguiu mais de 50 mil contribuições totalizando US$ 2 milhões.
Com o objetivo alcançado, Wales publicou nesta semana uma nota de agradecimento que pode ser vista nos verbetes da Wikipedia. No site pode ser encontrado o orçamento de 2008/2009 da enciclopédia virtual, que soma US$ 5,97 milhões.
A Wikipedia tem apenas 23 funcionários, mas quem mantém o conteúdo do site são os 150 mil colaboradores espalhados pelo mundo. Segundo Wales, em oito anos de existência já são mais de 11 milhões de artigos em 265 idiomas, o que garante 275 milhões de visitas mensais ao site que seria, segundo a Wikimedia, o quarto mais popular do mundo.
—
Veja tambem:
Câmera Digital – MP3 Player – Pendrive – MP4 Player – Aeromodelos
Popularidade deste Artigo: 2%
Falha permite criação de phishing ‘perfeito’ com certificado digital falso
RIO – Uma falha em domÃnios “htpps” descoberta por pesquisadores pode colocar em risco internautas que informam dados pessoas acreditando estar em sites seguros na web. A vulnerabilidade permite que certificados de segurança falsos sejam interpretados como verdadeiros pela maioria dos navegadores.
Os domÃnios “https” são considerados mais seguros por utilizarem algoritmos de criptografia. A falha, segundo o IDG Now, está em um desses algoritmos, o MD5, que pode ser ludibriado. Nesse caso o navegador informaria que o site é seguro, quando ele se trata de uma cópia. Os pesquisadores conseguiram ainda criar uma autoridade certificadora falsa, o que permitira criar ataques de phishing impossÃveis de identificar. Por isso, eles defendem que o MD5 não seja mais considerado uma algoritmo seguro para certificados digitais.
Um ataque de phishing pode fazer com que o internauta seja redirecionado a um site falso ao acesso a página do seu banco, por exemplo. Com essa vulnerabilidade recém-descoberta o navegador poderia dar um certificado digital falso atestando que o site é legÃtimo. Ao digitar seus dados nesse site, eles iriam para criminosos e não para o banco.
Popularidade deste Artigo: 2%
