Diogo Cata Preta

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CEO do Google pede a estudantes: ‘desliguem seus computadores’

PHILADELPHIA – O chefe da ferramenta de busca mais popular do mundo encorajou estudantes universit√°rios a se afastar do mundo virtal e criar rela√ß√Ķes humanas. Falando na formatura de uma turma da Universidade da Pennsylvania, o presidente e CEO do Google Eric Schmidt disse para mais de seis mil graduandos que eles precisam encontrar as respostas que realmente importam, vivendo uma vida anal√≥gica por um tempo.

РDesliguem os seus computadores. Vocês precisam mesmo desligar seus telefones e descobrir tudo que há de humano a sua volta Рdisse Schmidt РNada é melhor do que segurar a mão de um neto que dá os primeiros passos.

Schmidt, doutor pela Universidade da California, em Berkeley, recebeu tamb√©m um doutorado honor√°rio em ci√™ncias na cerim√īnia. A presidente da universidade, Amy Gutmann, citou as “diversas contribui√ß√Ķes de Schmidt para colocar o mundo nas m√£os da humanidade”.

РVocê devotou sua carreira a criar uma nova era de aprendizado potencializado pela tecnologia Рdisse Gutmann.

Em seu discurso, Schmidt lembrou que a escola da Pennsylvania teve uma papel chave na ind√ļstria da tecnologia ao criar o ENIAC, um dos primeiros computadores eletr√īnicos, em 1946.

РLiteralmente tudo que você vê Рtodos os computadores, celulares, aparelhos Рvêm dos princípios inventados aqui Рafirmou.

Nos próximos 10 anos, prevê, a tecnologia vai avançar ao ponto de tornar possível ter 85 anos de vídeos armazenados em um iPod. Schimidt também orientou os alunos a não traçarem um caminho rígido demais para si mesmos, pois recompensas surgem para aqueles que cometem erros e aprendem com eles.

РVocê não pode planejar a inovação, mas pode estar pronto para ela. E quando vê a oportunidade surgir, saltar para ela e fazer a diferença.

A classe de 2009 est√° se formando num clima econ√īmico complicado, mas esse tempo de crise pode ser tamb√©m de inova√ß√£o, disse Schmidt. Ele lembrou que sucrilhos e latas de cerveja s√£o produtos da Grande Depress√£o.

O CEO comparou ainda, em tom jocoso, a “gera√ß√£o do Google e do Facebook” √† sua pr√≥pria: celulares x cabines telef√īnicas, Wii x Pong, blogs x jornais, Red Bull x Tang.

Ainda mais notável, segundo Schmidt, é o fato de que as pessoas de sua geração passavam a vida tentando esconder seus momentos embaraçosos. Já a geração atual grava e publica esses momentos no YouTube, disse, arracandos gargalhadas da plateia.

РE eu espero assistir a isso pelos próximos 30 ou 40 anos.

Yahoo diminuirá para três meses prazo de armazenamento de dados de buscas

WASHINGTON – O site de buscas Yahoo vai reduzir para tr√™s meses o tempo em que armazena dados pessoais conseguidos atrav√©s da navega√ß√£o dos internautas, tornando-se a empresa que mant√©m essas informa√ß√Ķes por menos tempo. O tempo anterior era de 13 meses. O Yahoo vai manter por seis meses informa√ß√Ķes que envolvam fraude ou risco de seguran√ßa.

РO Google mantinha por 18 meses e iniciou a competição Рdisse Ari Schwartz, vice-presidente do Centro para a Democracia e Tecnología, um grupo de defesa da privacidade РA promessa do Yahoo é mais significativa pois eles já estão de desfazendo de alguns dados há 90 dias e têm realmente um plano de implementação Рcompleta.

A Uni√£o Europ√©ia recomendou que as empresas n√£o conservem os dados por mais de seis meses e encoraja o setor a adotar um padr√£o para toda a ind√ļstria. Os sites de busca da internet obt√©m receita ao vincular publicidade aos termos de busca, para que os anunciantes possam vender para clientes com maior precis√£o.


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Twitter passa a fazer parte do Google Friend Connect

RIO РO Google ganhou nesta terça-feira um importante novo parceiro para o seu Friend Connect: o Twitter. MySpace e Yahoo! também são parceiros do Google na iniciativa, que tem como rival o Facebook Connect.

O servi√ßo permite que usu√°rios utilizem credenciais de redes sociais para logar em diversas p√°ginas pela internet, que forem cadastradas no Google Friend Connect. O Twitter informou em seu blog que haver√° tamb√©m integra√ß√£o com o Facebook Connect, mas essa iniciativa “exige algum esfor√ßo de desenvolvimento”.

Segundo o Google, o acr√©scimo do Twitter ao Friend Connect permitir√° que “o seu Twitter permane√ßa conectado onde quer que voc√™ esteja na web. Isso significa que quando voc√™ entra num site integrado ao Friend Connect, pode utilizar seu perfil do Twitter, saber que pessoas voc√™ segue no Twitter e tamb√©m fazem parte do site e enviar rapidamente uma mensagem falando sobre a nova p√°gina”.


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Google vai dominar o mundo

Em 2009, o Google completa dez anos de existência e para celebrar a data, acho que a empresa decidiu dominar todo o universo.

Depois do buscador, do site de relacionamentos (orkut), do Gmail, do Google Earth e de várias outras ferramentas que nem consigo me lembrar, o Google decidiu criar um navegador próprio de internet (que ainda não testei, então não posso falar nada).

Al√©m disso, a empresa decidiu chegar ao espa√ßo. Atrav√©s dos servi√ßos da GeoEye, empresa especializada em informa√ß√Ķes geoespaciais, o Google enviou para o espa√ßo, na semana passada, um sat√©lite que far√° imagens em alta resolu√ß√£o da terra. Esse sat√©lite trabalhar√° exclusivamente para o Google.

Rapaz, j√° estou vendo o mundo daqui h√° alguns anos.

O cidadão abre a página do Google, coloca o nome da namorada no buscador e espera alguns segundos. Logo em seguida aparece uma ficha completa da moça, contendo identidade, CPF, residência, filiação e tipo sanguineo.

E digo mais, junto com a ficha aparece um mapinha no canto direito superior da tela, com uma seta, que mostra o local em que a mo√ßa se encontra na terra. E a medida que clicamos no sinalzinho de +, a c√Ęmera se aproxima e √© poss√≠vel ver, ao vivo, a pessoa que procuramos.

√Č meus amigos, o Google √© o futuro.

S√≥ espero que voc√™s n√£o gostem muito de privacidade…

Mozilla diz que Firefox 3.1 ser√° mais r√°pido que o Chrome

RIO РDois dias depois do lançamento do Chrome, a Mozilla mostrou que não está disposta a perder espaço e anunciou que a próxima versão do Firefox, a 3.1, será mais rápida que o browser do Google.

O Chrome roda uma ferramenta de Javascript chamada V8, principal respons√°vel pela velocidade do navegador, que bateu todos os advers√°rios em testes feitos por especialistas.

Segundo Tech Crunch, para combater o V8, a Mozilla está preparando o TraceMonkey, que acompanhará o Firefox 3.1, a ser lançado até o final do ano. Segundo testes feitos pela própria Mozilla, o Firefox com o TraceMonkey foi até 28% mais rápido que o Chrome rodando no Windows XP e 16% no Windows Vista.

Google Chrome já é o terceiro navegador mais acessado no Brasil

O mesmo sucesso que o Chrome teve pelo mundo, foi alcançado também no Brasil, onde o browser do Google já representa 1,11% dos acessos, tornando-se o terceiro browser mais utilizado, à frente de concorrentes como o Apple Safari e o Opera. Os dados são Predicta, consultoria especializada na análise do comportamento de navegação dos internautas brasileiros.

Segundo Fred Pacheco, gerente de Business Intelligence da consultoria, esses dados devem movimentar a briga entre Microsoft e Google.

– A queda que a Microsoft tem sofrido nos √ļltimos meses ainda √© pequena, mas tem impacto direto no multimilion√°rio mercado de buscadores, j√° que o padr√£o do Internet Explorer √© o Live Search da Microsoft, contra o Firefox e o Chrome, que usam o Google – afirma o executivo.

O executivo afirma que em curto prazo é possível que abalos mais sensíveis aconteçam ao Firefox que ao navegador da Microsoft:

– o Firefox √© utilizado em grande parte pelo grupo que chamamos de early adopters, ou seja, aquelas pessoas que aceitam inova√ß√Ķes tecnol√≥gicas antes da massa e esse grupo tem maior propens√£o a experimentar inova√ß√£o mais cedo que os demais usu√°rios, por isso, podemos assumir que esse grupo ser√° o primeiro a experimentar o Google Chrome – afirma.

Isso se refor√ßa quando a an√°lise √© detalhada em acesso a conte√ļdos mais espec√≠ficos como canais de tecnologia. Neste p√ļblico, mais antenado com as inova√ß√Ķes tecnol√≥gicas, a penetra√ß√£o do Google Chrome j√° chega a 5,16% dos acessos.

РConsiderando o poder de penetração do Google no mundo online, o cenário desse mercado promete mudar radicalmente nos próximos meses Рcomplementa Pacheco.

Google modifica cláusula abusiva nos Termos de Licença do Chrome

Sabe aqueles termos de licença que todo software pede para você aceitar antes de instalá-lo e todo mundo aceita sem ler? Pois os termos do Google Chrome levantaram uma onda de protestos pela internet, por conta da cláusula 11, que determina que tudo que você escreve usando o Chrome, pertence ao Google.

Ap√≥s posts em v√°rios blogs questionarem a cl√°usula abusiva, o Google admitiu que a exig√™ncia era um erro e modificou os termos de compromisso. Pelos termos originais, o Google teria o direito de republicar at√© mesmo conte√ļdo apenas visualizado no browser. Al√©m de posts de blogs, emails, conversas do Google Talk, etc.

O texto original era:

“11. Conte√ļdo licenciado por voc√™

11.1 Voc√™ mant√©m os direitos autorais e quaisquer outros direitos que j√° tenha sobre o conte√ļdo apresentado, publicado ou exibido nos ou atrav√©s dos Servi√ßos. Ao apresentar, publicar ou exibir o Conte√ļdo voc√™ d√° ao Google o direito perp√©tuo, irrevog√°vel, mundial, livre de royalties e n√£o-exclusivo de reproduzir, adaptar, modificar, traduzir, publicar, apresentar publicamente e distribuir esse Conte√ļdo apresentado, publicado ou exibido nos ou atrav√©s dos Servi√ßos. Essa licen√ßa tem o √ļnico objetivo de permitir ao Google exibir, distribuir e promover os Servi√ßos e pode ser revogada para alguns Servi√ßos como definido nos seus Termos Adicionais.

11.2 Voc√™ concorda que esta licen√ßa inclui o direito do Google tornar esse conte√ļdo dispon√≠vel para outras companhias, organiza√ß√Ķes ou indiv√≠duos com quem o Google tenha rela√ß√Ķes de fornecimento de servi√ßos, e de usar esse Conte√ļdo no fornecimento desses servi√ßos.

11.3 Voc√™ compreende que o Google, durante os passos t√©cnicos necess√°rios para o fornecimento desses Servi√ßos, pode (a) transmitir ou distribuir o seu Conte√ļdo em v√°rias redes p√ļblicas e m√≠dias; e (b) modificar seu Conte√ļdo para adequ√°-lo √†s exig√™ncias t√©cnicas de redes, aparelhos, servi√ßos e m√≠dias. Voc√™ concorda que essa licen√ßa permite que o Google tome essas a√ß√Ķes.

11.4 Voc√™ confirma e garante ao Google que voc√™ tem todos os direitos, poderes e autoridade para garantir ao Google a licen√ßa acima.”

A cl√°usula modificada ficou assim:

“11. Conte√ļdo licenciado por voc√™

11.1 Voc√™ mant√©m os direitos autorais e quaisquer outros direitos que j√° tenha sobre o conte√ļdo apresentado, publicado ou exibido nos ou atrav√©s dos Servi√ßos.”

CEO da Mozilla comenta lançamento do Chrome, do Google

RIO – John Lilly, o diretor-executivo da Mozilla, comentou o lan√ßamento do browser Chrome, do Google, nesta ter√ßa-feira, em seu blog. Ele afirma que o mercado est√° mais movimentado do que nunca, citando como exemplos o an√ļncio do Chrome e o lan√ßamento do beta 2 do IE e do Ubiquity, da pr√≥pria Mozilla.

A Microsoft tamb√©m liberou um comunicado oficial em que disse que “O cen√°rio dos navegadores √© altamente competitivo, mas as pessoas v√£o escolher o Internet Explorer 8 pela forma com que ele coloca os servi√ßos que elas precisam nas pontas dos seus dedos, respeita suas escolhas pessoais em rela√ß√£o ao modo como querem navegar e, mais que qualquer outra tecnologia, as coloca no controle de seus dados pessoais online”.

Apesar do Chrome parecer apontado para a enorme fatia de mercado dominada pelo Internet Explorer, estilhaços podem atingir também o Firefox, da Mozilla. E existem os que acreditam que o browser da raposa pode até ser a maior vítima do novo competidor.

Ter mais pessoas inteligentes pensando em formas de tornar a web boa para seres humanos normais é bom.


Para o CEO da Mozilla, “ter mais pessoas inteligentes pensando em formas de tornar a web boa para seres humanos normais √© bom”. Segundo ele, a competi√ß√£o tende a resultar em inova√ß√£o, como pode-se ver no mercado de navegadores este ano, que teve “enormes melhorias na performance do Javascript, avan√ßo nos processos de seguran√ßa e grandes inova√ß√Ķes de interface”.

Lilly diz que n√£o se surpreende com a iniciativa do Google, que √© o maior investidor da pr√≥pria Mozilla, pagando US$ 56 milh√Ķes dos US$ 66 milh√Ķes feitos pela empresa em 2006 para ser a ferramenta de busca padr√£o do Firefox. “O neg√≥cio deles √© a web (…). O Chrome ser√° um browser otimizado para o que eles consideram importante, e ser√° interessante ver o desenvolvimento disso tudo”.

Para Lilly, com a entrada do Chrome, o mercado fica ainda mais competitivo e “mais que nunca teremos que fazer softwares que as pessoas amem. O Firerox √© muito bom hoje em dia e continuar√° melhorando”.

Ele afirma que a Mozilla e o Google fizeram “muito nos √ļltimos anos pela melhoria e abertura da web”, cita projetos em comum, como o anti-phishing do Firefox que entrar√° no Chrome, e lembra que as empresas acabaram de renovar seus acordos comerciais at√© novembro de 2011.

Lilly fecha seu post lembrando que a Mozilla √© uma entidade sem fins lucrativos com o objetivo de manter a web aberta e participativa e que, “mesmo num ambiente mais competitivo do que nunca, est√° otimista em rela√ß√£o ao futuro da Mozilla e da web aberta.

Google anuncia novo navegador e desafia Microsoft

O Google lança nesta terça-feira um navegador próprio e gratuito, em um claro desafio à Microsoft, que tem no Explorer sua principal fonte de renda, informou hoje a gigante da Internet.

O navegador do Google, que se chamará Chrome, estará disponível nesta terça em sua versão beta (de teste) em 100 países, incluindo o Brasil, segundo os diretores da empresa em seu blog oficial.

O an√ļncio foi interpretado pela imprensa como a entrada totalmente do Google nos dom√≠nios da Microsoft, uma empresa que cresceu at√© se transformar em um gigante gra√ßas √† lideran√ßa de seu sistema operacional, o Windows, e de seu navegador, o Explorer.

“Todos passam muito tempo em um navegador. Fazemos buscas, conversamos, enviamos mensagens, compramos e lemos not√≠cias. Por isso, come√ßamos a pensar seriamente em como seria se cri√°ssemos um navegador”, asseguraram no blog Sundar Pichai, vice-presidente para a gest√£o de produtos, e Linus Upson, diretor de engenharia do Google.

“A rede evoluiu tanto, com os novos aplicativos e programas, que nos demos conta de que n√£o necessitamos somente de um navegador, mas de uma nova plataforma moderna”, afirmaram.

Uma das fun√ß√Ķes do Chrome ser√° isolar cada site que abre, para evitar que, em caso que de um erro, tudo seja perdido.

No entanto, os diretores anunciaram que a versão lançada nesta terça é apenas o início, já que será aberto um fórum de discussão para melhorá-la antes de seu lançamento definitivo. Além disso, o programa terá um código aberto, por isso os programadores poderão desenvolver seus próprios aplicativos, o que já ocorre com outros produtos do Google.

No blog, os diretores comentaram também que haverá uma versão do Chrome para Mac e Linux.

Atualmente, a Microsoft conta com 72% do mercado de navegadores com o Explorer. Em segundo aparece o Mozilla, da Firefox, com 20%.

Google: União Européia diz que Street View pode gerar problemas

BRUXELAS – A exposi√ß√£o que o servi√ßo de mapas do Google oferece ao levar, √† internet, imagens detalhadas de ruas e avenidas, pode gerar preocupa√ß√Ķes na Europa caso o servi√ßo Street View chegue ao continente, afirmou, nesta quinta-feira, a ag√™ncia de prote√ß√£o de dados da Uni√£o Europ√©ia.

O serviço Street View, que combina recursos do Google Maps e do Google Earth, oferece imagens em 360 graus de ruas e avenidas em pelo menos 30 cidades dos Estados Unidos. O recurso, cada vez mais popular entre motoristas, está gerando polêmicas em torno da potencial invasão de privacidade.

РGerar imagens de qualquer lugar certamente poderá gerar problemas Рafirmou Peter Hustix, supervisor de Proteção de Dados da União Européia, em conferência de apresentação do relatório anual.

O especialista trabalha com autoridades nacionais européias para estabelecer regras sobre dados e proteção de privacidade nos 27 países do bloco e disse estar confiante de que o Google vai considerar as leis européias nos planos futuros do produto na região.

РAparentemente é possível adaptar isso em diferentes modos Рapontou Hustix, referindo-se as possibilidades técnicas de limitar o que as imagens mostram online.

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