Diogo Cata Preta

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Como funciona o CEP no Brasil? Porque tantos dígitos?

Que o CEP serve para identificar as ruas e facilitar a entreta dos Correios, todos j√° sabem. O que poucos sabem √© como funciona, e o porque da numera√ß√£o. O Correio dividiu o pa√≠s em 10 regi√Ķes postais, estruturando o CEP no sistema decimal. Os 8 d√≠gitos significam, da esquerda para a direita:

  1. x0000-000 (Regi√£o)
  2. 0√ó000-000 (Sub-Regi√£o)
  3. 00√ó00-000 (Setor)
  4. 000√ó0-000 (Sub-Setor)
  5. 0000x-000 (Divisor de sub-setor)
  6. 00000-xxx (Identificadores de distribuição)

Os n√ļmeros e seus estados correspondentes:

Assim como o Pa√≠s est√° divido em 10 regi√Ķes postais (representados pelo primeiro algarismo), cada regi√£o est√° dividida em 10 sub-regi√Ķes (segundo), que geralmente √© representada por uma cidade e suas adjac√™ncias. Cada sub-regi√£o est√° divida em 10 setores (terceiro), depois s√£o 10 sub-setores (quarto) e mais 10 dividores (quinto). Por fim, os tr√™s algarismos ap√≥s o h√≠fen s√£o denominados de Identificadores de Distribui√ß√£o e destinam-se √† identifica√ß√£o individual de localidades, logradouros, c√≥digos especiais e unidades do correio.

O C√≥digo de Endere√ßamento Postal (CEP) √© um n√ļmero criado pelos Correios para facilitar e acelerar o encaminhamento da correspond√™ncia. De 1971 at√© 1992, ele teve cinco d√≠gitos. Em 92 foram inclu√≠dos os √ļltimos tr√™s algarismos, chamados de Identificadores de Distribui√ß√£o.

Customiza√ß√Ķes no ERP

Muitas customiza√ß√Ķes na solu√ß√£o de gest√£o empresarial podem ser um tiro no p√© quando a empresa decide atualizar a tecnologia.

Por Todd R. Weiss, da CIO.com

Se sua empresa optou por customizar o sistema de gest√£o empresarial (ERP) nos √ļltimos anos, as futuras atualiza√ß√Ķes da tecnologia provavelmente v√£o ser mais dif√≠ceis. Isso porque, as mudan√ßas geradas podem entrar em conflito com os patches do sistema. Mas, por outro lado, se a companhia estiver utilizando um ERP sob demanda com poucas personaliza√ß√Ķes, talvez n√£o esteja usando todos os requisitos importantes para os neg√≥cios.
Ent√£o, o que o CIO deve fazer? E como descobrir o que fazer se upgrades ou substitui√ß√Ķes ter√£o de ser realizadas?
Essas s√£o d√ļvidas enfrentadas regularmente por empresas de todos os tamanhos quando o assunto √© o futuro das implementa√ß√Ķes de ERP na organiza√ß√£o, diz Rebecca Wettemann, analista de ERP do Nucleus Research Inc.
“N√≥s vemos mais e mais CIOs optando pela m√≠nima customiza√ß√£o‚ÄĚ, afirma. “Na √ļltima rodada de implementa√ß√Ķes de ERP que as empresas realizaram, talvez h√° dez anos, elas optaram por efetuar diversas customiza√ß√Ķes. Mas eu diria que a maioria, cerca de 90%, est√° hoje fazendo o inverso. O que resulta em uma ado√ß√£o mais barata. Essa movimenta√ß√£o torna os upgrades menos perturbadores e menos custosos‚ÄĚ, avalia.
Parte da raz√£o que gerou essa tend√™ncia √© que os fornecedores de ERP est√£o agora reconhecendo que, se construir aplica√ß√Ķes que incluem verticaliza√ß√£o, ser√° mais f√°cil para as empresas adotar a tecnologia com menos problemas e menos customiza√ß√Ķes, pontua.
“As aplica√ß√Ķes verticalizadas” s√£o desenhadas para ind√ļstrias espec√≠ficas. Por isso, s√£o projetadas para se encaixar em diferentes tipos de empresas. Para ajudar as aplica√ß√Ķes se ajustarem √† companhia, os fornecedores incluem componentes que os usu√°rios podem configurar de acordo com as demandas dos neg√≥cios, sem a necessidade de escrever c√≥digos ou efetuar uma personaliza√ß√£o profunda.
Isso significa que as aplica√ß√Ķes verticalizadas podem ser atualizadas mais facilmente e gerar menos problemas depois da atualiza√ß√£o do c√≥digo do sistema.
Um fornecedor que executa bem essa tarefa √© a NetSuite, empresa que oferece ERP na nuvem e que permite muitas customiza√ß√Ķes nos produtos, diz a analista da Nucleus Research. Mesmo alguns dos grandes fornecedores no mercado de ERP tendem hoje a n√£o indicar grandes personaliza√ß√Ķes.
“Se voc√™ for √† Oracle, eles v√£o dizer para n√£o customizar o produto”, diz Rebecca. “Eles v√£o orient√°-lo a usar um aplicativo verticalizado‚ÄĚ, afirma. Segundo a analista, esse virou um mantra no mercado de ERP.
“O que estamos vendo s√£o empresas dizendo ‚Äėvamos adotar essa estrat√©gia agora porque sempre poderemos ajustar ou alterar a plataforma mais tarde‚Äô”, diz. A ideia de que o ERP √© um grande curativo e que nada pode mudar depois de implement√°-lo est√° acabando.
“Os clientes veem isso como uma jogada menos arriscada, uma maneira mais previs√≠vel para implementar um ERP e uma forma de minimizar as interrup√ß√Ķes e os custos ao longo do tempo”, avalia.
Há outros quesitos que devem ser levados em consideração, como a certeza de que encontrará um parceiro de confiança para trabalhar com você durante a atualização do ERP, aconselha.
“Eu escuto isso de muitos clientes”, pontua. “No ERP, o sucesso n√£o depende apenas do software, mas do parceiro tamb√©m. E a escolha de um integrador significa encontrar aquele que tenha experi√™ncia suficiente para gui√°-lo quando voc√™ quiser migrar para o modelo em nuvem ou realizar alguma personaliza√ß√£o‚ÄĚ afirma. ‚ÄúA companhia vai em busca de algu√©m que j√° tenha realizado essas atividades antes para poder ajud√°-lo no sucesso da a√ß√£o‚ÄĚ, completa.
Ao decidir a estrat√©gia de ERP, √© importante ainda trabalhar com os usu√°rios da tecnologia e ouvir opini√Ķes.
“As pessoas est√£o-se tornando os propriet√°rios das unidades de neg√≥cios e agora os usu√°rios finais s√£o envolvidos no processo muito mais cedo”, diz ela. “Isso significa que a equipe est√° mais envolvida e efetuando testes de usabilidade. Isso n√£o era t√£o comum h√° alguns anos.”
Ent√£o, o que mudou?
“Hoje, os CIOs perceberam que o usu√°rio √© realmente cr√≠tico para o sucesso de uma implementa√ß√£o de ERP”, diz Wettemann. “Se os usu√°rios atuarem no projeto desde o in√≠cio, poder√£o dar um feedback muito bom para que a empresa possa resolver problemas antes que eles se tornem realidade‚ÄĚ, assinala.
Outro benef√≠cio do envolvimento dos usu√°rios no processo √© que esse sistema permite mostrar aos usu√°rios como um aplicativo pode facilitar suas vidas, diz Rebecca. “Essa abordagem geralmente parte de CIOs que provavelmente testemunharam grandes falhas em ERPs que ocorreram devido a problemas de ado√ß√£o do usu√°rio.”
√Č importante tamb√©m, diz ela, n√£o subestimar a capacidade tecnol√≥gica dos usu√°rios corporativos, mesmo quando voc√™ est√° mostrando novas funcionalidades. “Eles est√£o ficando cada vez mais experientes em todos os lugares‚ÄĚ, diz.
Conforme a organiza√ß√£o explora suas estrat√©gias de ERP, √© uma boa ideia ainda envolver os usu√°rios em discuss√Ķes sobre os produtos e os fornecedores que a TI est√° considerando, afirma a analista. ‚ÄúEles podem dar uma avalia√ß√£o honesta com base em suas pr√≥prias experi√™ncias.”
N√£o importa o caminho que voc√™ tome, h√° v√°rias quest√Ķes-chave para pensar antes de continuar, afirma Rebecca.
1. A aplicação que você está revendo já tem funcionalidades verticais e é configurável da forma que você precisa para os seus processos de negócio? Será que a tecnologia é capaz de fazer o que você deseja? Será que vai funcionar para os seus usuários?
2. O fornecedor e os parceiros t√™m refer√™ncias de empresas e ind√ļstrias como a sua? Ser√° que eles t√™m de fazer customiza√ß√Ķes em vez de simplesmente configurar? Quantas personaliza√ß√Ķes esse processo envolve?
3. Essa é uma iniciativa liderada pelo CIO ou pela área de negócios? Se você tiver um apoio empresarial forte, pode efetuar uma mudança maior no sistema de gestão, o que significa menos customização do código.
Se você optar por atualizar, personalizar, ou substituir, o ERP tem de se adequar à empresa, aos negócios e às necessidades para ser, de fato, um sucesso.
Um ponto importante para se lembrar √© que voc√™ e sua empresa n√£o est√£o sozinhos em suas decis√Ķes sobre o caminho que o ERP tem de tomar. Muitas organiza√ß√Ķes de grande ou pequeno porte est√£o passando por problemas semelhantes.
“Muitas empresas de m√©dio porte est√£o optando por implementar um ERP pela primeira vez, enquanto as grandes organiza√ß√Ķes est√£o avaliando mudan√ßas e atualiza√ß√Ķes”, diz a analista. “No mundo Oracle, por exemplo, a maioria est√° em busca de upgrades nesse momento e esperando para ver o que acontece com o Fusion, gera√ß√£o avan√ßada de ERP da fornecedora. No mundo SAP, n√£o vemos novas implementa√ß√Ķes agora”, finaliza.

CEO do Google pede a estudantes: ‘desliguem seus computadores’

PHILADELPHIA – O chefe da ferramenta de busca mais popular do mundo encorajou estudantes universit√°rios a se afastar do mundo virtal e criar rela√ß√Ķes humanas. Falando na formatura de uma turma da Universidade da Pennsylvania, o presidente e CEO do Google Eric Schmidt disse para mais de seis mil graduandos que eles precisam encontrar as respostas que realmente importam, vivendo uma vida anal√≥gica por um tempo.

РDesliguem os seus computadores. Vocês precisam mesmo desligar seus telefones e descobrir tudo que há de humano a sua volta Рdisse Schmidt РNada é melhor do que segurar a mão de um neto que dá os primeiros passos.

Schmidt, doutor pela Universidade da California, em Berkeley, recebeu tamb√©m um doutorado honor√°rio em ci√™ncias na cerim√īnia. A presidente da universidade, Amy Gutmann, citou as “diversas contribui√ß√Ķes de Schmidt para colocar o mundo nas m√£os da humanidade”.

РVocê devotou sua carreira a criar uma nova era de aprendizado potencializado pela tecnologia Рdisse Gutmann.

Em seu discurso, Schmidt lembrou que a escola da Pennsylvania teve uma papel chave na ind√ļstria da tecnologia ao criar o ENIAC, um dos primeiros computadores eletr√īnicos, em 1946.

РLiteralmente tudo que você vê Рtodos os computadores, celulares, aparelhos Рvêm dos princípios inventados aqui Рafirmou.

Nos próximos 10 anos, prevê, a tecnologia vai avançar ao ponto de tornar possível ter 85 anos de vídeos armazenados em um iPod. Schimidt também orientou os alunos a não traçarem um caminho rígido demais para si mesmos, pois recompensas surgem para aqueles que cometem erros e aprendem com eles.

РVocê não pode planejar a inovação, mas pode estar pronto para ela. E quando vê a oportunidade surgir, saltar para ela e fazer a diferença.

A classe de 2009 est√° se formando num clima econ√īmico complicado, mas esse tempo de crise pode ser tamb√©m de inova√ß√£o, disse Schmidt. Ele lembrou que sucrilhos e latas de cerveja s√£o produtos da Grande Depress√£o.

O CEO comparou ainda, em tom jocoso, a “gera√ß√£o do Google e do Facebook” √† sua pr√≥pria: celulares x cabines telef√īnicas, Wii x Pong, blogs x jornais, Red Bull x Tang.

Ainda mais notável, segundo Schmidt, é o fato de que as pessoas de sua geração passavam a vida tentando esconder seus momentos embaraçosos. Já a geração atual grava e publica esses momentos no YouTube, disse, arracandos gargalhadas da plateia.

РE eu espero assistir a isso pelos próximos 30 ou 40 anos.

Novo site de buscas d√° respostas diretas a internautas

Um novo site de busca pela internet que irá concorrer com o Google foi lançada nesta segunda-feira.

Diferentemente de outros buscadores, o site Wolfram Alpha foi idealizado para dar respostas diretas às perguntas dos internautas em vez de encaminhá-los a uma lista de sites que contenham a informação.

A nova ferramenta se define como “motor de conhecimento computacional” porque busca por informa√ß√Ķes e dados e n√£o por sites.

O novo sistema foi criado em abril pelo f√≠sico brit√Ęnico Stephan Wolfram e, desde ent√£o, vem sendo testado pelo p√ļblico.

Ao lan√ßar uma busca pela temperatura do momento na cidade de Uberl√Ęndia , o site n√£o apenas informa quantos graus est√° fazendo na cidade, como tamb√©m apresenta um gr√°fico com o clima na cidade nos √ļltimos dias e traz a previs√£o do tempo para as pr√≥ximas 48 horas.

Acesso a informação

O Wolphram Alpha obtém as repostas a partir de consultas a diferentes bases de dados e fontes de informação relevantes.

A ferramenta de busca ainda soluciona equa√ß√Ķes matem√°ticas complicadas e organiza estat√≠sticas.

Durante uma demonstra√ß√£o no Centro Berkman de Internet e Sociedade da Universidade de Harvard, nos Estados Unidos, Wolfram disse que o grande objetivo do site √© “tornar conhecimento especializado acess√≠vel para todos a qualquer lugar e a qualquer hora”.

O brit√Ęnico minimizou rumores de que o sistema poderia “aniquilar” o Google e definiu sua cria√ß√£o como uma forma para que as pessoas possam aproveitar o m√°ximo das informa√ß√Ķes que obt√™m pela rede.

V√≠rus Conficker ‘acorda’ e come√ßa a se espalhar por redes p2p

O v√≠rus Conficker voltou a entrar em a√ß√£o nesta quarta-feira, sete dias depois da a√ß√£o que estava planejada para o 1¬ļ de abril. Segundo empresas de seguran√ßa, uma nova vers√£o mais sofisticada da amea√ßa come√ßou a se espalhar por redes p2p, procurando m√°quinas que ainda n√£o tenham a corre√ß√£o da Microsoft instalada.

O Conficker tem uma encripta√ß√£o extremamente complexa, que dificulta a leitura de seu c√≥digo. Especialistas est√£o estudando as novas instru√ß√Ķes que o v√≠rus envia para os PCs infectados.

Segundo a Trend Micro, o worm tentar se conectar aos sites MySpace.com, MSN.com, eBay.com, CNN.com e AOL.com para saber se a máquina tem conexão ativa com a internet, apaga todos os seus traços para impedir que possa ser detectado na máquina, além de bloquear o acesso do PC a determinados sites de segurança.

O Conficker est√° programado para deixar de funcionar no dia 3 de maio. Ainda assim, mesmo quando o v√≠rus deixar de se atualizar os computadores infectados ainda poder√£o ser controlados remotamente. Segundo a Trend Micro, o conficker infectou de tr√™s a 12 milh√Ķes de computadores.

Power.com, site brasileiro que acessa diversas redes sociais, é processado pelo Facebook

RIO РA empresa brasileira Power.com, que pretende ser um portal através do qual o internauta pode acessar todas as suas redes sociais favoritas, arrumou briga com um dos maiores gigantes da web: o Facebook. O Power.com funciona pedindo aos internautas que informem seus nomes de usuário e senhas das redes sociais como o Facebook e Orkut. Ele então acessa esses site como se fosse o usuário.

Na √ļltima quarta-feira a maior rede social do mundo entrou com um

processo contra a Power.com

no distrito de San Jose, na Califórnia, por quebra de copyright, violação de marca registrada, competição ilegítima e violação do ato de fraudes de computador, segundo o New York Times. O Power.com retirou o acesso ao Facebook de seu site logo após ser notificada.

No processo o Facebook reclama que o Power.com “oferece um produto que solicita, armazena e utiliza informa√ß√£o de login para acessar dados dos computadores do Facebook sem autoriza√ß√£o e para exibir material protegido por direitos autorais sem permiss√£o”.

Steve Vachani, fundador do Power.com, disse ao NY Times que a empresa entrou “em contato com o Facebook para garantir a melhor maneira de trabalhar com eles”.

Para a mega rede social, que tem mais de 100 milh√Ķes de usu√°rios, a melhor maneira √© o Facebook Connect, ferramenta que permite que o internauta atualize e acompanhe sua p√°gina do Facebook mesmo estando em outros sites da web.

“Com o Connect, o Facebook permite que os usu√°rios se integrem com outros sites sem comprometer o compromisso de salvaguardar a privacidade e seguran√ßa. O Facebook n√£o permite o acesso de terceiros aos perfis dos usu√°rios a n√£o ser que eles utilizem o Facebook Connect”, argumenta a empresa no texto da a√ß√£o judicial.

Segundo Vachani, a Power.com tentará implementar o Facebook Connect até o final de janeiro. Ele disse ao NY Times que não cancelou o acesso ao Facebook anteriomente, apesar dos pedidos, para não interromper o serviço.

Wikipedia consegue US$ 6,2 milh√Ķes em doa√ß√Ķes

RIO – A Funda√ß√£o Wikimedia anunciou nesta sexta-feira que conseguiu US$ 6,2 milh√Ķes em doa√ß√Ķes desde o lan√ßamento, em novembro, de uma campanha de levantamento de fundos para a Wikipedia. Uma nota oficial publicada no site afirma que mais de 125 mil pessoas colaboraram, fazendo com que o objetivo de alcan√ßar US$ 6 milh√Ķes para manter a enciclop√©dia colaborativa online fosse superado.

A miss√£o, no entanto, n√£o foi t√£o f√°cil quanto pode parecer. Em meados de dezembro o ritmo de doa√ß√Ķes estava baixo, for√ßando o fundador da Wikipedia, Jimmy Wales, a fazer um pedido pessoal de ajuda no site. Nos √ļltimos oito dias do m√™s a Wikimedia conseguiu mais de 50 mil contribui√ß√Ķes totalizando US$ 2 milh√Ķes.

Com o objetivo alcan√ßado, Wales publicou nesta semana uma nota de agradecimento que pode ser vista nos verbetes da Wikipedia. No site pode ser encontrado o or√ßamento de 2008/2009 da enciclop√©dia virtual, que soma US$ 5,97 milh√Ķes.

A Wikipedia tem apenas 23 funcion√°rios, mas quem mant√©m o conte√ļdo do site s√£o os 150 mil colaboradores espalhados pelo mundo. Segundo Wales, em oito anos de exist√™ncia j√° s√£o mais de 11 milh√Ķes de artigos em 265 idiomas, o que garante 275 milh√Ķes de visitas mensais ao site que seria, segundo a Wikimedia, o quarto mais popular do mundo.


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Falha permite cria√ß√£o de phishing ‘perfeito’ com certificado digital falso

RIO – Uma falha em dom√≠nios “htpps” descoberta por pesquisadores pode colocar em risco internautas que informam dados pessoas acreditando estar em sites seguros na web. A vulnerabilidade permite que certificados de seguran√ßa falsos sejam interpretados como verdadeiros pela maioria dos navegadores.

Os dom√≠nios “https” s√£o considerados mais seguros por utilizarem algoritmos de criptografia. A falha, segundo o IDG Now, est√° em um desses algoritmos, o MD5, que pode ser ludibriado. Nesse caso o navegador informaria que o site √© seguro, quando ele se trata de uma c√≥pia. Os pesquisadores conseguiram ainda criar uma autoridade certificadora falsa, o que permitira criar ataques de phishing imposs√≠veis de identificar. Por isso, eles defendem que o MD5 n√£o seja mais considerado uma algoritmo seguro para certificados digitais.

Um ataque de phishing pode fazer com que o internauta seja redirecionado a um site falso ao acesso a página do seu banco, por exemplo. Com essa vulnerabilidade recém-descoberta o navegador poderia dar um certificado digital falso atestando que o site é legítimo. Ao digitar seus dados nesse site, eles iriam para criminosos e não para o banco.

Sony diminui custo de fabricação do PS3, mas ainda tem prejuízo com o console

RIO – Na guerra entre os consoles de √ļltima gera√ß√£o o PlayStation 3, da Sony, vem levando uma surra da concorr√™ncia. Enquanto o Wii ocupa uma tranq√ľila lideran√ßa, mesmo o Xbox 360, da Microsoft, vem batendo m√™s a m√™s os n√ļmeros de vendas do PS3. A fraca performance chama ainda mais a aten√ß√£o considerando-se que a Sony foi a respons√°vel pelo estrondoso sucesso do PS2, que ainda √© o console mais vendido de todos os tempos e em alguns meses do ano chegou a vender mais nos EUA e Europa que seu sucessor.
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Pois um relatório da empresa de pesquisa de mercado iSuppli detalhou aquele que é considerado um dos principais pontos fracos do PlayStation 3: o alto preço. A iSuppli abriu um PS3 e concluiu que a Sony reduziu em 35% o custo do console em relação a sua primeira geração, mas ainda ele sai a US$ 448,73, ou quase US$ 50 acima de seu preço de venda.

O relatório revela que o videogame contém 2.820 peças individuais. Segundo a CNet News a principal economia feita no atual PS3 está na nova versão do processador Cell, da IBM, que custa US$ 46,46, ou 28% a menos que na primeira geração do hardware.

No geral, a segunda geração do console da Sony custa 35% menos para ser produzido que o modelo original, ou US$ 448,73 contra os antigos US$ 690,23. Esse é o valor apenas do hardware, sem contar com os programas, caixa e royalties.

Para o consumidor final um PS3 custa, hoje em dia, nos EUA, US$ 399, o que significa que a empresa ainda tem preju√≠zo a cada console vendido. Andrew Rassweiler, da iSuppli, disse √† CNet News acreditar que a Sony pode conseguir equilibrar esses valores em 2009, com novas revis√Ķes de hardware.

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Em Breve um grande lançamento nos espera:
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Microsoft lança correção de emergência para o Explorer 7

WASHINGTON – A Microsoft lan√ßou nesta quarta-feira uma corre√ß√£o de emerg√™ncia para Explorer 7 ap√≥s tomar conhecimento de uma falha no sistema de seguran√ßa do navegador que estava sendo utilizada por hackers chineses. A revista PC World informou no √ļltimo dia 9 de dezembro que a vulnerabilidade havia sido tornada p√ļblica pelo grupo chin√™s “Knownsec”.

A falha está relacionada à forma como o IE maneja a linguagem XML, explica revista. Para que o ataque funcione, a vítima deve visitar uma página web que instala o código JavaScript que aproveita a vulnerabilidade. Uma vez que o sistema está infectado, ele baixa vários programas indevidamente.


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