Como funciona o CEP no Brasil? Porque tantos dígitos?
Que o CEP serve para identificar as ruas e facilitar a entreta dos Correios, todos já sabem. O que poucos sabem é como funciona, e o porque da numeração. O Correio dividiu o país em 10 regiões postais, estruturando o CEP no sistema decimal. Os 8 dígitos significam, da esquerda para a direita:
- x0000-000 (Região)
- 0×000-000 (Sub-Região)
- 00×00-000 (Setor)
- 000×0-000 (Sub-Setor)
- 0000x-000 (Divisor de sub-setor)
- 00000-xxx (Identificadores de distribuição)
Os números e seus estados correspondentes:
- Região 0 – Grande São Paulo
- Região 1 – Interior de São Paulo
- Região 2 – Rio de Janeiro e Espírito Santo
- Região 3 – Minas Gerais
- Região 4 – Bahia e Sergipe
- Região 5 – Pernambuco, Alagoas, Paraíba e Rio Grande do Norte
- Região 6 – Ceará, Piauí, Maranhão, Pará, Amazonas, Acre, Amapá e Roraima
- Região 7 – Distrito Federal, Goiás, Tocantins, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Rondônia
- Região 8 – Paraná e Santa Catarina
- Região 9 – Rio Grande do Sul
Assim como o País está divido em 10 regiões postais (representados pelo primeiro algarismo), cada região está dividida em 10 sub-regiões (segundo), que geralmente é representada por uma cidade e suas adjacências. Cada sub-região está divida em 10 setores (terceiro), depois são 10 sub-setores (quarto) e mais 10 dividores (quinto). Por fim, os três algarismos após o hífen são denominados de Identificadores de Distribuição e destinam-se à identificação individual de localidades, logradouros, códigos especiais e unidades do correio.
O Código de Endereçamento Postal (CEP) é um número criado pelos Correios para facilitar e acelerar o encaminhamento da correspondência. De 1971 até 1992, ele teve cinco dígitos. Em 92 foram incluídos os últimos três algarismos, chamados de Identificadores de Distribuição.
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Customizações no ERP
Muitas customizações na solução de gestão empresarial podem ser um tiro no pé quando a empresa decide atualizar a tecnologia.
Por Todd R. Weiss, da CIO.com
Se sua empresa optou por customizar o sistema de gestão empresarial (ERP) nos últimos anos, as futuras atualizações da tecnologia provavelmente vão ser mais difíceis. Isso porque, as mudanças geradas podem entrar em conflito com os patches do sistema. Mas, por outro lado, se a companhia estiver utilizando um ERP sob demanda com poucas personalizações, talvez não esteja usando todos os requisitos importantes para os negócios.
Então, o que o CIO deve fazer? E como descobrir o que fazer se upgrades ou substituições terão de ser realizadas?
Essas são dúvidas enfrentadas regularmente por empresas de todos os tamanhos quando o assunto é o futuro das implementações de ERP na organização, diz Rebecca Wettemann, analista de ERP do Nucleus Research Inc.
“Nós vemos mais e mais CIOs optando pela mínima customização”, afirma. “Na última rodada de implementações de ERP que as empresas realizaram, talvez há dez anos, elas optaram por efetuar diversas customizações. Mas eu diria que a maioria, cerca de 90%, está hoje fazendo o inverso. O que resulta em uma adoção mais barata. Essa movimentação torna os upgrades menos perturbadores e menos custosos”, avalia.
Parte da razão que gerou essa tendência é que os fornecedores de ERP estão agora reconhecendo que, se construir aplicações que incluem verticalização, será mais fácil para as empresas adotar a tecnologia com menos problemas e menos customizações, pontua.
“As aplicações verticalizadas” são desenhadas para indústrias específicas. Por isso, são projetadas para se encaixar em diferentes tipos de empresas. Para ajudar as aplicações se ajustarem à companhia, os fornecedores incluem componentes que os usuários podem configurar de acordo com as demandas dos negócios, sem a necessidade de escrever códigos ou efetuar uma personalização profunda.
Isso significa que as aplicações verticalizadas podem ser atualizadas mais facilmente e gerar menos problemas depois da atualização do código do sistema.
Um fornecedor que executa bem essa tarefa é a NetSuite, empresa que oferece ERP na nuvem e que permite muitas customizações nos produtos, diz a analista da Nucleus Research. Mesmo alguns dos grandes fornecedores no mercado de ERP tendem hoje a não indicar grandes personalizações.
“Se você for à Oracle, eles vão dizer para não customizar o produto”, diz Rebecca. “Eles vão orientá-lo a usar um aplicativo verticalizado”, afirma. Segundo a analista, esse virou um mantra no mercado de ERP.
“O que estamos vendo são empresas dizendo ‘vamos adotar essa estratégia agora porque sempre poderemos ajustar ou alterar a plataforma mais tarde’”, diz. A ideia de que o ERP é um grande curativo e que nada pode mudar depois de implementá-lo está acabando.
“Os clientes veem isso como uma jogada menos arriscada, uma maneira mais previsível para implementar um ERP e uma forma de minimizar as interrupções e os custos ao longo do tempo”, avalia.
Há outros quesitos que devem ser levados em consideração, como a certeza de que encontrará um parceiro de confiança para trabalhar com você durante a atualização do ERP, aconselha.
“Eu escuto isso de muitos clientes”, pontua. “No ERP, o sucesso não depende apenas do software, mas do parceiro também. E a escolha de um integrador significa encontrar aquele que tenha experiência suficiente para guiá-lo quando você quiser migrar para o modelo em nuvem ou realizar alguma personalização” afirma. “A companhia vai em busca de alguém que já tenha realizado essas atividades antes para poder ajudá-lo no sucesso da ação”, completa.
Ao decidir a estratégia de ERP, é importante ainda trabalhar com os usuários da tecnologia e ouvir opiniões.
“As pessoas estão-se tornando os proprietários das unidades de negócios e agora os usuários finais são envolvidos no processo muito mais cedo”, diz ela. “Isso significa que a equipe está mais envolvida e efetuando testes de usabilidade. Isso não era tão comum há alguns anos.”
Então, o que mudou?
“Hoje, os CIOs perceberam que o usuário é realmente crítico para o sucesso de uma implementação de ERP”, diz Wettemann. “Se os usuários atuarem no projeto desde o início, poderão dar um feedback muito bom para que a empresa possa resolver problemas antes que eles se tornem realidade”, assinala.
Outro benefício do envolvimento dos usuários no processo é que esse sistema permite mostrar aos usuários como um aplicativo pode facilitar suas vidas, diz Rebecca. “Essa abordagem geralmente parte de CIOs que provavelmente testemunharam grandes falhas em ERPs que ocorreram devido a problemas de adoção do usuário.”
É importante também, diz ela, não subestimar a capacidade tecnológica dos usuários corporativos, mesmo quando você está mostrando novas funcionalidades. “Eles estão ficando cada vez mais experientes em todos os lugares”, diz.
Conforme a organização explora suas estratégias de ERP, é uma boa ideia ainda envolver os usuários em discussões sobre os produtos e os fornecedores que a TI está considerando, afirma a analista. “Eles podem dar uma avaliação honesta com base em suas próprias experiências.”
Não importa o caminho que você tome, há várias questões-chave para pensar antes de continuar, afirma Rebecca.
1. A aplicação que você está revendo já tem funcionalidades verticais e é configurável da forma que você precisa para os seus processos de negócio? Será que a tecnologia é capaz de fazer o que você deseja? Será que vai funcionar para os seus usuários?
2. O fornecedor e os parceiros têm referências de empresas e indústrias como a sua? Será que eles têm de fazer customizações em vez de simplesmente configurar? Quantas personalizações esse processo envolve?
3. Essa é uma iniciativa liderada pelo CIO ou pela área de negócios? Se você tiver um apoio empresarial forte, pode efetuar uma mudança maior no sistema de gestão, o que significa menos customização do código.
Se você optar por atualizar, personalizar, ou substituir, o ERP tem de se adequar à empresa, aos negócios e às necessidades para ser, de fato, um sucesso.
Um ponto importante para se lembrar é que você e sua empresa não estão sozinhos em suas decisões sobre o caminho que o ERP tem de tomar. Muitas organizações de grande ou pequeno porte estão passando por problemas semelhantes.
“Muitas empresas de médio porte estão optando por implementar um ERP pela primeira vez, enquanto as grandes organizações estão avaliando mudanças e atualizações”, diz a analista. “No mundo Oracle, por exemplo, a maioria está em busca de upgrades nesse momento e esperando para ver o que acontece com o Fusion, geração avançada de ERP da fornecedora. No mundo SAP, não vemos novas implementações agora”, finaliza.
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CEO do Google pede a estudantes: ‘desliguem seus computadores’
PHILADELPHIA – O chefe da ferramenta de busca mais popular do mundo encorajou estudantes universitários a se afastar do mundo virtal e criar relações humanas. Falando na formatura de uma turma da Universidade da Pennsylvania, o presidente e CEO do Google Eric Schmidt disse para mais de seis mil graduandos que eles precisam encontrar as respostas que realmente importam, vivendo uma vida analógica por um tempo.
- Desliguem os seus computadores. Vocês precisam mesmo desligar seus telefones e descobrir tudo que há de humano a sua volta – disse Schmidt – Nada é melhor do que segurar a mão de um neto que dá os primeiros passos.
Schmidt, doutor pela Universidade da California, em Berkeley, recebeu também um doutorado honorário em ciências na cerimônia. A presidente da universidade, Amy Gutmann, citou as “diversas contribuições de Schmidt para colocar o mundo nas mãos da humanidade”.
- Você devotou sua carreira a criar uma nova era de aprendizado potencializado pela tecnologia – disse Gutmann.
Em seu discurso, Schmidt lembrou que a escola da Pennsylvania teve uma papel chave na indústria da tecnologia ao criar o ENIAC, um dos primeiros computadores eletrônicos, em 1946.
- Literalmente tudo que você vê – todos os computadores, celulares, aparelhos – vêm dos princípios inventados aqui – afirmou.
Nos próximos 10 anos, prevê, a tecnologia vai avançar ao ponto de tornar possível ter 85 anos de vídeos armazenados em um iPod. Schimidt também orientou os alunos a não traçarem um caminho rígido demais para si mesmos, pois recompensas surgem para aqueles que cometem erros e aprendem com eles.
- Você não pode planejar a inovação, mas pode estar pronto para ela. E quando vê a oportunidade surgir, saltar para ela e fazer a diferença.
A classe de 2009 está se formando num clima econômico complicado, mas esse tempo de crise pode ser também de inovação, disse Schmidt. Ele lembrou que sucrilhos e latas de cerveja são produtos da Grande Depressão.
O CEO comparou ainda, em tom jocoso, a “geração do Google e do Facebook” à sua própria: celulares x cabines telefônicas, Wii x Pong, blogs x jornais, Red Bull x Tang.
Ainda mais notável, segundo Schmidt, é o fato de que as pessoas de sua geração passavam a vida tentando esconder seus momentos embaraçosos. Já a geração atual grava e publica esses momentos no YouTube, disse, arracandos gargalhadas da plateia.
- E eu espero assistir a isso pelos próximos 30 ou 40 anos.
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Novo site de buscas dá respostas diretas a internautas
Um novo site de busca pela internet que irá concorrer com o Google foi lançada nesta segunda-feira.
Diferentemente de outros buscadores, o site Wolfram Alpha foi idealizado para dar respostas diretas às perguntas dos internautas em vez de encaminhá-los a uma lista de sites que contenham a informação.
A nova ferramenta se define como “motor de conhecimento computacional” porque busca por informações e dados e não por sites.
O novo sistema foi criado em abril pelo físico britânico Stephan Wolfram e, desde então, vem sendo testado pelo público.
Ao lançar uma busca pela temperatura do momento na cidade de Uberlândia , o site não apenas informa quantos graus está fazendo na cidade, como também apresenta um gráfico com o clima na cidade nos últimos dias e traz a previsão do tempo para as próximas 48 horas.
Acesso a informação
O Wolphram Alpha obtém as repostas a partir de consultas a diferentes bases de dados e fontes de informação relevantes.
A ferramenta de busca ainda soluciona equações matemáticas complicadas e organiza estatísticas.
Durante uma demonstração no Centro Berkman de Internet e Sociedade da Universidade de Harvard, nos Estados Unidos, Wolfram disse que o grande objetivo do site é “tornar conhecimento especializado acessível para todos a qualquer lugar e a qualquer hora”.
O britânico minimizou rumores de que o sistema poderia “aniquilar” o Google e definiu sua criação como uma forma para que as pessoas possam aproveitar o máximo das informações que obtêm pela rede.
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Vírus Conficker ‘acorda’ e começa a se espalhar por redes p2p
O vírus Conficker voltou a entrar em ação nesta quarta-feira, sete dias depois da ação que estava planejada para o 1º de abril. Segundo empresas de segurança, uma nova versão mais sofisticada da ameaça começou a se espalhar por redes p2p, procurando máquinas que ainda não tenham a correção da Microsoft instalada.
O Conficker tem uma encriptação extremamente complexa, que dificulta a leitura de seu código. Especialistas estão estudando as novas instruções que o vírus envia para os PCs infectados.
Segundo a Trend Micro, o worm tentar se conectar aos sites MySpace.com, MSN.com, eBay.com, CNN.com e AOL.com para saber se a máquina tem conexão ativa com a internet, apaga todos os seus traços para impedir que possa ser detectado na máquina, além de bloquear o acesso do PC a determinados sites de segurança.
O Conficker está programado para deixar de funcionar no dia 3 de maio. Ainda assim, mesmo quando o vírus deixar de se atualizar os computadores infectados ainda poderão ser controlados remotamente. Segundo a Trend Micro, o conficker infectou de três a 12 milhões de computadores.
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Power.com, site brasileiro que acessa diversas redes sociais, é processado pelo Facebook
RIO – A empresa brasileira Power.com, que pretende ser um portal através do qual o internauta pode acessar todas as suas redes sociais favoritas, arrumou briga com um dos maiores gigantes da web: o Facebook. O Power.com funciona pedindo aos internautas que informem seus nomes de usuário e senhas das redes sociais como o Facebook e Orkut. Ele então acessa esses site como se fosse o usuário.
Na última quarta-feira a maior rede social do mundo entrou com um
no distrito de San Jose, na Califórnia, por quebra de copyright, violação de marca registrada, competição ilegítima e violação do ato de fraudes de computador, segundo o New York Times. O Power.com retirou o acesso ao Facebook de seu site logo após ser notificada.
No processo o Facebook reclama que o Power.com “oferece um produto que solicita, armazena e utiliza informação de login para acessar dados dos computadores do Facebook sem autorização e para exibir material protegido por direitos autorais sem permissão”.
Steve Vachani, fundador do Power.com, disse ao NY Times que a empresa entrou “em contato com o Facebook para garantir a melhor maneira de trabalhar com eles”.
Para a mega rede social, que tem mais de 100 milhões de usuários, a melhor maneira é o Facebook Connect, ferramenta que permite que o internauta atualize e acompanhe sua página do Facebook mesmo estando em outros sites da web.
“Com o Connect, o Facebook permite que os usuários se integrem com outros sites sem comprometer o compromisso de salvaguardar a privacidade e segurança. O Facebook não permite o acesso de terceiros aos perfis dos usuários a não ser que eles utilizem o Facebook Connect”, argumenta a empresa no texto da ação judicial.
Segundo Vachani, a Power.com tentará implementar o Facebook Connect até o final de janeiro. Ele disse ao NY Times que não cancelou o acesso ao Facebook anteriomente, apesar dos pedidos, para não interromper o serviço.
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Wikipedia consegue US$ 6,2 milhões em doações
RIO – A Fundação Wikimedia anunciou nesta sexta-feira que conseguiu US$ 6,2 milhões em doações desde o lançamento, em novembro, de uma campanha de levantamento de fundos para a Wikipedia. Uma nota oficial publicada no site afirma que mais de 125 mil pessoas colaboraram, fazendo com que o objetivo de alcançar US$ 6 milhões para manter a enciclopédia colaborativa online fosse superado.
A missão, no entanto, não foi tão fácil quanto pode parecer. Em meados de dezembro o ritmo de doações estava baixo, forçando o fundador da Wikipedia, Jimmy Wales, a fazer um pedido pessoal de ajuda no site. Nos últimos oito dias do mês a Wikimedia conseguiu mais de 50 mil contribuições totalizando US$ 2 milhões.
Com o objetivo alcançado, Wales publicou nesta semana uma nota de agradecimento que pode ser vista nos verbetes da Wikipedia. No site pode ser encontrado o orçamento de 2008/2009 da enciclopédia virtual, que soma US$ 5,97 milhões.
A Wikipedia tem apenas 23 funcionários, mas quem mantém o conteúdo do site são os 150 mil colaboradores espalhados pelo mundo. Segundo Wales, em oito anos de existência já são mais de 11 milhões de artigos em 265 idiomas, o que garante 275 milhões de visitas mensais ao site que seria, segundo a Wikimedia, o quarto mais popular do mundo.
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Falha permite criação de phishing ‘perfeito’ com certificado digital falso
RIO – Uma falha em domínios “htpps” descoberta por pesquisadores pode colocar em risco internautas que informam dados pessoas acreditando estar em sites seguros na web. A vulnerabilidade permite que certificados de segurança falsos sejam interpretados como verdadeiros pela maioria dos navegadores.
Os domínios “https” são considerados mais seguros por utilizarem algoritmos de criptografia. A falha, segundo o IDG Now, está em um desses algoritmos, o MD5, que pode ser ludibriado. Nesse caso o navegador informaria que o site é seguro, quando ele se trata de uma cópia. Os pesquisadores conseguiram ainda criar uma autoridade certificadora falsa, o que permitira criar ataques de phishing impossíveis de identificar. Por isso, eles defendem que o MD5 não seja mais considerado uma algoritmo seguro para certificados digitais.
Um ataque de phishing pode fazer com que o internauta seja redirecionado a um site falso ao acesso a página do seu banco, por exemplo. Com essa vulnerabilidade recém-descoberta o navegador poderia dar um certificado digital falso atestando que o site é legítimo. Ao digitar seus dados nesse site, eles iriam para criminosos e não para o banco.
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Sony diminui custo de fabricação do PS3, mas ainda tem prejuízo com o console
RIO – Na guerra entre os consoles de última geração o PlayStation 3, da Sony, vem levando uma surra da concorrência. Enquanto o Wii ocupa uma tranqüila liderança, mesmo o Xbox 360, da Microsoft, vem batendo mês a mês os números de vendas do PS3. A fraca performance chama ainda mais a atenção considerando-se que a Sony foi a responsável pelo estrondoso sucesso do PS2, que ainda é o console mais vendido de todos os tempos e em alguns meses do ano chegou a vender mais nos EUA e Europa que seu sucessor.

Pois um relatório da empresa de pesquisa de mercado iSuppli detalhou aquele que é considerado um dos principais pontos fracos do PlayStation 3: o alto preço. A iSuppli abriu um PS3 e concluiu que a Sony reduziu em 35% o custo do console em relação a sua primeira geração, mas ainda ele sai a US$ 448,73, ou quase US$ 50 acima de seu preço de venda.
O relatório revela que o videogame contém 2.820 peças individuais. Segundo a CNet News a principal economia feita no atual PS3 está na nova versão do processador Cell, da IBM, que custa US$ 46,46, ou 28% a menos que na primeira geração do hardware.
No geral, a segunda geração do console da Sony custa 35% menos para ser produzido que o modelo original, ou US$ 448,73 contra os antigos US$ 690,23. Esse é o valor apenas do hardware, sem contar com os programas, caixa e royalties.
Para o consumidor final um PS3 custa, hoje em dia, nos EUA, US$ 399, o que significa que a empresa ainda tem prejuízo a cada console vendido. Andrew Rassweiler, da iSuppli, disse à CNet News acreditar que a Sony pode conseguir equilibrar esses valores em 2009, com novas revisões de hardware.
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Em Breve um grande lançamento nos espera:
http://www.meuimportado.com
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Microsoft lança correção de emergência para o Explorer 7
WASHINGTON – A Microsoft lançou nesta quarta-feira uma correção de emergência para Explorer 7 após tomar conhecimento de uma falha no sistema de segurança do navegador que estava sendo utilizada por hackers chineses. A revista PC World informou no último dia 9 de dezembro que a vulnerabilidade havia sido tornada pública pelo grupo chinês “Knownsec”.
A falha está relacionada à forma como o IE maneja a linguagem XML, explica revista. Para que o ataque funcione, a vítima deve visitar uma página web que instala o código JavaScript que aproveita a vulnerabilidade. Uma vez que o sistema está infectado, ele baixa vários programas indevidamente.
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