YouTube passa a contar com sistema de legendas
O YouTube criou uma forma simplificada de legendar vÃdeos para facilitar o acesso de pessoas com deficiência auditiva ou não compreendem a lÃngua falada em determinados filmes.
As legendas podem ser criadas quando o vÃdeo é publicado no site ou adicionadas depois. Pode-se incluir legendas em mais de uma lÃngua. Já existem mais de 120 idiomas disponÃveis.
Nos vÃdeos em que estão disponÃveis, as legendas são acionadas clicando-se numa caixa do lado direito inferior do vÃdeo onde se lê a sigla CC (Closed Caption).
Já existem alguns vÃdeos com a opção de legendas disponÃvel, feitos por empresas e instituições como a BBC, Cnet e o MIT. O recurso por enquanto só pode ser visto no próprio YouTube, não funcionando em vÃdeos anexados em outros sites ou blogs.
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Brasileiros acessam Orkut, notÃcias e jogos no celular, diz pesquisa
Um levantamento realizado por uma empresa de internet sugere que brasileiros que navegam pelo celular acessam principalmente sites de notÃcias e de relacionamento, como o Orkut.
Os dados foram compilados pela Opera, fabricante de um navegador que pode ser usado em dispositivos como celulares, palmtops e TVs portáteis, entre seus cerca de 15 milhões de usuários em todo o mundo.
A ferramenta de buscas Google lidera a lista dos sites mais acessados pelos brasileiros, assim como por todos os outros paÃses latino-americanos pesquisados.
Em seguida está o site de relacionamentos Orkut, também da Google, e os sites de notÃcias Globo.com e Terra.com.
O site para download de games Gamejump.com vem em 5º na lista, seguido pelo site de buscas Live.com, o de compartilhamento de vÃdeos Youtube, o portal UOL e o gerenciador de emails Hotmail.
“Estamos contentes de ver o crescimento considerável do acesso à internet a partir de telefones celulares em todo o mundo. Mas o passo da adoção na América Latina é cada vez mais rápido”, destacou o CEO da Opera, Jon von Tetzchner.
“As operadoras na América Latina estão agora embarcando em estratégias ambiciosas de internet móvel, à medida que compreendem os benefÃcios para os negócios de se oferecer navegação completa para seus clientes.”
Futuro
O browser da Opera para desktops tem uma participação pequena no mercado, dominado pelo Internet Explorer e o Mozilla – mas a companhia diz que seu navegador para celulares, o Opera Mini, é “o mais popular do mundo”.
Pesquisas dizem que o futuro da internet será a navegação móvel. Há previsões de que o número de usuários passe dos atuais 600 milhões para 1,7 bilhão em cinco anos, sobretudo em paÃses do leste asiático, onde se destaca o crescimento chinês.
Jon von Tetzchner citou pesquisas que sugerem que até 80% dos celulares latino-americanos são capazes de rodar navegadores de internet simples.
Segundo a Opera, o comportamento de outros mercados da região se assemelha ao do Brasil.
Neles, a ferramenta de buscas Google lidera o tráfego em uma lista onde também aparece o Live.com, mas o site de relacionamentos da empresa, o Orkut, disputa o mercado com outros de preferência local, como o metroFLOG, o hi5 e o Facebook.
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Geração Orkut corre risco de crise de identidade, diz psiquiatra
A geração de usuários da internet nascida depois de 1990 – década da popularização da rede – pode estar crescendo com uma visão perigosa a respeito do mundo e da sua própria identidade, sugere um psicanalista inglês.
Segundo Himanshu Tyagi, a principal causa deste problema seria o fato de que os nascidos nesta época já cresceram em um mundo dominado pela navegação na internet e pelos sites de relacionamento como o Facebook, Orkut e MySpace.
“É um mundo onde tudo se move depressa e muda o tempo todo, onde as relações são rapidamente descartadas pelo clique do mouse, onde se pode deletar o perfil que você não gosta e trocá-lo por uma identidade mais aceitável no piscar dos olhos”, disse Tyagi durante o encontro anual do Royal College of Psychiatrists, uma das principais agremiações de psiquiatras do Reino Unido e da Irlanda.
O psiquiatra destaca ainda que as pessoas que se acostumam com o ritmo rápido dos sites de relacionamento podem achar a vida real “chata e pouco estimulante”, o que poderia causar problemas de comportamento.
“É possÃvel que os jovens que não conhecem o mundo sem as sociedades virtuais dêem menos valor à s suas identidades reais e, por isso, podem estar em risco na sua vida real, talvez mais vulneráveis ao comportamento impulsivo ou até mesmo o suicÃdio”, disse.
Pesquisa
Tyagi começou seu interesse por identidades virtuais quando fundou um site que funciona como uma rede de contatos profissionais e se deu conta da distância enorme que há entre psiquiatras em atividade e pacientes mais jovens em assuntos relacionados à internet.
Ele constatou, após uma pesquisa com psiquiatras durante um congresso nos Estados Unidos, que a maioria dos profissionais não sabia da magnitude do impacto do mundo virtual na geração jovem.
Segundo o professor, além dos sites de relacionamento, as salas de bate papo virtuais também podem influenciar problemas de comportamento como a timidez.
Ele destaca que o anonimato e a falta de experiência sensorial das conversas nestes ambientes virtuais poderia mudar a percepção de interatividade e criar uma visão alterada sobre a natureza dos relacionamentos.
“A nova geração, que cresceu em paralelo ao avanço da internet, está atribuindo um valor completamente diferente para as relações e amizades, algo que estamos fracassando em observar”, afirmou Tyagi.
BenefÃcios
O psiquiatra afirma que são necessárias mais pesquisas sobre o impacto da internet na geração jovem e ressaltou alguns benefÃcios dos sites de relacionamento.
Segundo ele, essas redes oferecem um status social mais equilibrado, onde raça e gênero são menos importantes e onde as hierarquias da vida real são dispersas.
Ele destacou ainda que a quebra das barreiras geográficas permite acesso a relacionamentos e a apoio de amigos virtuais.
Experiência
As afirmações de Tyagi, entretanto, forem contestadas por especialistas da área.
Graham Jones, psiquiatra especializado no estudo do impacto da internet, reconhece que existe o risco de que uma freqüência exagerada de sites de relacionamento possa levar a problemas de comportamento. Mas ele acha que esses riscos foram exagerados por Tyagi.
“Para cada geração, a experiência com relação ao mundo é diferente. Quando a imprensa escrita surgiu, tenho certeza que muitos a consideraram como uma coisa ruim”, disse Jones.
“Pela minha experiência, pessoas que tendem a ser mais ativas nos sites como o Facebook ou Bebo são aquelas que já são mais socialmente ativas de qualquer forma – é apenas uma extensão do que eles já fazem”, concluiu o psiquiatra.
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Empresa acusa Google de roubar segredos de software
A LimitNone, pequena empresa de desenvolvimento de software, está processando o Google em cerca de US$ 1 bilhão em danos por quebra de parceria e roubo de segredos corporativos que teriam sido usados no serviço Google Apps, segundo o CNet. O processo cita especificamente o software gMove, que permite que usuários movam emails, contatos e informações de calendários entre o Microsoft Outlook e os serviços online do Google.
De acordo com a CNet, o Google inicialmente teria ajudado a LimitNone a desenvolver, promover e vender o produto, assegurando que não lançaria nenhum serviço similar. No entanto, um tempo depois teria criado sua própria ferramenta, o Google E-mail Uploader.
“Com o gMove custando US$19 por cópia e a previsão do Google de que haveria 50 milhões de usuários potenciais, o Google retirou da LimitNone a oportunidade de ganhar US$950 milhões, ao oferecer um produto similar de graça como parte do seu pacote “premier” do Google Apps” diz o processo, registrado nesta segunda na corte de Cook County Circuit, em Illinois.
O Google não comentou o caso.
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3D: Parques e hotéis da Disney ganham espaço tridimensional no Google
A Walt Disney World, divisão de entretenimento que gerencia os parques de diversão do grupo, anunciou que fechou uma parceria com o Google para oferecer, no Google Earth, ambientes em três dimensões do complexo de entretenimento, localizado na Flórida, nos Estados Unidos.
No anúncio, realizado em Burbank, Califórnia, a Walt Disney afirmou que os internautas que baixarem o software de visualização 3D Google Earth (na versão 4.3) já podem conferir imagens tridimensionais dos quatro parques temáticos do grupo – , além de um passeio virtual pelos 22 hotéis e resorts que ocupam a região central do estado americano da Flórida. Para compor os ambientes no Google Earth, foram usadas mais de 1.500 fotografias tridimensionais registradas por oito fotógrafos em 10 dias, montante selecionado a partir de um acervo total de 100.000 cópias.
A parceria entre as empresas permite ainda que candidatos a viajantes acessem os sistemas de reservas de ingressos e hospedagem online da Disney para programar suas viagens. Basta que o usuário execute o software, acesse o Google Earth e digite “Disney World”.
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VÃdeos de ataques epiléticos no YouTube geram protestos
Ativistas que defendem os direitos de pessoas portadoras de epilepsia na Grã-Bretanha criticaram a divulgação, pelo site YouTube, de vÃdeos de pessoas tendo convulsões.
A Sociedade Nacional para Epilepsia da Grã-Bretanha (NSE, na sigla em inglês) afirmou que alguns dos vÃdeos, não todos, são só para satisfazer o voyeurismo dos internautas, sendo equivalentes modernos dos shows de aberrações populares durante o século 19.
No site de compartilhamento de vÃdeos há muitos clipes de pessoas tendo convulsões e outros mostrando pessoas fingindo ter convulsões. Alguns destes vÃdeos foram assistidos por mais de 70 mil pessoas.
A NSE revelou a preocupação de que algumas das imagens tenham sido colocadas no YouTube sem a permissão das pessoas que tiveram as convulsões.
Segundo Sallie Baxendale, neuropsicóloga da NSE, parece claro que vários vÃdeos foram gravados nas ruas, com telefones celulares.
Mas, segundo a médica, algumas das imagens podem ter sido feitas durante consultas médicas, e mostram a pessoa passando por um eletroencefalograma para monitorar as ondas cerebrais.
Comentários
Segundo Baxendale, os comentários postados no YouTube a respeito das imagens foram, geralmente, solidários.
Mas uma minoria sugeriu que a pessoa sofrendo a convulsão poderia estar possuÃda e necessitaria um exorcismo.
A médica afirma que imagens de convulsões epiléticas poderiam ajudar a aumentar os conhecimentos das pessoas sobre o problema.
Não estamos falando ‘estas imagens não deviam ser divulgadas, parem agora’, mas é algo para se pensar. É algo bom ou ruim? Não tenho certeza
, afirmou.
Comunidade
O site afirmou que analisou e retirou o material que considerou impróprio.
O YouTube tem polÃcias claras que proÃbem material inapropriado. Nossa comunidade (de usuários) compreende as regras e polÃticas do site para vÃdeos inadequados
, disse um porta-voz do site.
Quando os usuários acreditam que o conteúdo é impróprio, eles podem denunciar isso, e nossos funcionários vão analisar o mais rápido possÃvel se (o material) viola nossos termos de uso
, acrescentou.
Se os usuários desrespeitam estas regras várias vezes, desativamos suas contas.
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Google: União Européia diz que Street View pode gerar problemas
BRUXELAS – A exposição que o serviço de mapas do Google oferece ao levar, à internet, imagens detalhadas de ruas e avenidas, pode gerar preocupações na Europa caso o serviço Street View chegue ao continente, afirmou, nesta quinta-feira, a agência de proteção de dados da União Européia.
O serviço Street View, que combina recursos do Google Maps e do Google Earth, oferece imagens em 360 graus de ruas e avenidas em pelo menos 30 cidades dos Estados Unidos. O recurso, cada vez mais popular entre motoristas, está gerando polêmicas em torno da potencial invasão de privacidade.
- Gerar imagens de qualquer lugar certamente poderá gerar problemas – afirmou Peter Hustix, supervisor de Proteção de Dados da União Européia, em conferência de apresentação do relatório anual.
O especialista trabalha com autoridades nacionais européias para estabelecer regras sobre dados e proteção de privacidade nos 27 paÃses do bloco e disse estar confiante de que o Google vai considerar as leis européias nos planos futuros do produto na região.
- Aparentemente é possÃvel adaptar isso em diferentes modos – apontou Hustix, referindo-se as possibilidades técnicas de limitar o que as imagens mostram online.
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WorldWide Telescope: Microsoft lança software que explora o espaço
A fabricante de softwares Microsoft lançou, nesta terça-feira, o WorldWide Telescope (Telescópio Mundial), software e simulador online que permite explorar imagens do espaço como uma espécie de telescópio virtual.
A ferramenta, que concorrerá diretamente com o Google Sky, lançado pelo portal de serviços e buscas em 2007, exibe sistemas estelares, galáxias e planetas em imagens compostas a partir de pelo menos 10 telescópios em atividade, sendo a principal fonte o Hubble – mantido pela Nasa em parceria com a Agência Espacial Européia.
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iGoogle vira galeria de arte online
O Google lançou nesta quarta-feira o projeto internacional iGoogle Artists, em que artistas do mundo todo foram convidados pela empresa a bolar cabeçalhos para a página inicial personalizada do site de busca, o iGoogle.
Segundo a gigante de buscas, mais de 70 artistas já aderiram ao projeto, entre os quais as bandas Coldplay e Beastie Boys, os estilistas Dolce & Gabanna e Oscar de La Renta, o designer Philippe Starck, o guitarrista Ron Wood (Rolling Stones) e o artista plástico Jeff Koons. Entre os artistas brasileiros envolvidos no projeto estão o pintor Gustavo Rosa e os cartunistas Fábio Moon, Gabriel Bá e Angeli.
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Google prepara Google Ocean, sistema 3D dos oceanos e mundo subaquático
A Google não para de inovar, agora essa gigante da internet teria planos de lançar um software de mapeamento e de imagens dos oceanos, incluindo dados do mundo submarino. Segundo fontes ligadas ao projeto, a nova ferramenta, chamada provisoriamente de Google Ocean, permitiria o acesso a imagens tridimensionais da topografia dos oceanos (geradas a partir de instrumentos como o batÃmetros e profundÃmetros), das regiões litorâneas e peculiaridades do ambiente marinho a partir de combinações de satélites, relatórios e fotografias, informou o Cnet.com.
De acordo com o site, a companhia teria reunido um grupo de especialistas em oceanografia e segmentos ligados ao ambiente marinho que, desde dezembro do ano passado, estaria incrementando a ferramenta com aplicativos e recursos de diversas instituições qualificadas.
Segundo o Cnet.com, o Google Ocean ofereceria uma espécie de camada básica de informações na qual, como já acontece com o Google Earth e com o Google Sky, seriam acrescentados dados complementares sobre temperaturas das águas, marés, correntes de proliferação de algas e fenômenos meteorológicos, além de localizações de naufrágios e recifes de corais, informou o Cnet.com.
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