Diogo Cata Preta

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Como comprar seus perfumes e cremes da Natura pela internet – Parcelado no Cart√£o

S√£o milhares de pessoas no pa√≠s inteiro que consomem e s√£o clientes fi√©is da Natura, ela possui um amplo mercado de venda de produtos para beleza como cremes hidratantes e perfumes. Em sua cidade existem in√ļmeras pessoas que vendem Natura e fazem deste produto uma renda extra em seu dia-dia. Voc√™ pode estar adquirindo agora produtos da Natura tamb√©m pela internet, este produto como muitos outros tamb√©m j√° possuem um √≥timo com√©rcio na internet.

DeProntaEntrega

Natura De Pronta Entrega

Existem várias pessoas que já vendem Natura, porém sempre sobram clientes em todos os lugares. Seus produtos são caracterizados em todo o mercado nacional de produtos de beleza pela qualidade dos seus produtos e um preço bem acessível para todos, e quem ainda não experimentou nenhum dos seus produtos não sabe o que está perdendo porque não há igual no mercado.

Existe um site muito conhecido no Brasil, e que tem despontado na venda desta linha de produtos. O DeProntaEntrega √© uma loja virtual especializada em cosm√©ticos e perfumaria e que possibilita inumeras facilidades de parcelamento das compras no mais diversos cart√Ķes de cr√©dito.

E para facilitar a proria empresa De Pronta Entrega disponibiliza um blog que discute e testas os produtos vendidos na loja.

Fica a dica pra vocês.

Aproveite e v√° as compras com toda a facilidade que as compras ONLINES proporcionam.

Como funciona o CEP no Brasil? Porque tantos dígitos?

Que o CEP serve para identificar as ruas e facilitar a entreta dos Correios, todos j√° sabem. O que poucos sabem √© como funciona, e o porque da numera√ß√£o. O Correio dividiu o pa√≠s em 10 regi√Ķes postais, estruturando o CEP no sistema decimal. Os 8 d√≠gitos significam, da esquerda para a direita:

  1. x0000-000 (Regi√£o)
  2. 0√ó000-000 (Sub-Regi√£o)
  3. 00√ó00-000 (Setor)
  4. 000√ó0-000 (Sub-Setor)
  5. 0000x-000 (Divisor de sub-setor)
  6. 00000-xxx (Identificadores de distribuição)

Os n√ļmeros e seus estados correspondentes:

Assim como o Pa√≠s est√° divido em 10 regi√Ķes postais (representados pelo primeiro algarismo), cada regi√£o est√° dividida em 10 sub-regi√Ķes (segundo), que geralmente √© representada por uma cidade e suas adjac√™ncias. Cada sub-regi√£o est√° divida em 10 setores (terceiro), depois s√£o 10 sub-setores (quarto) e mais 10 dividores (quinto). Por fim, os tr√™s algarismos ap√≥s o h√≠fen s√£o denominados de Identificadores de Distribui√ß√£o e destinam-se √† identifica√ß√£o individual de localidades, logradouros, c√≥digos especiais e unidades do correio.

O C√≥digo de Endere√ßamento Postal (CEP) √© um n√ļmero criado pelos Correios para facilitar e acelerar o encaminhamento da correspond√™ncia. De 1971 at√© 1992, ele teve cinco d√≠gitos. Em 92 foram inclu√≠dos os √ļltimos tr√™s algarismos, chamados de Identificadores de Distribui√ß√£o.

Existe um produto que custa R$ 13.575,00 o litro.

Prezados Amigos

Sinceramente, n√£o sei se o c√°lculo desse exemplo abaixo est√° correto…….mas outro dia, entrei num supermercado para comprar or√©gano e adquiri uma embalagem (saquinho) do produto, contendo 3 g, ao pre√ßo de R$ 1,99. Normalmente esse tipo de produto √© vendido nos supermercados em embalagens que variam de 3 g a 10 g. Cheguei em casa e resolvi fazer os c√°culos e constatei que estava pagando proporcionalmente, R$ 663,33 pelo kg do produto. Ser√° que uma especiaria vale tudo isso ??

Agora, com mais estes exemplos (abaixo) de produtos vendidos em pequenas por√ß√Ķes, fico com a sensa√ß√£o que as ind√ļstrias utilizam-se “espertamente” desse procedimento para desorientar o consumidor, que perde totalmente a percep√ß√£o real do valor que est√° pagando pelos produtos.

TODOS os fabricantes e comerciantes deveriam ser obrigados por lei (mas uma?!) a estamparem em locais vis√≠veis, os valores em kg, em metro, em litro etc. de todas e quaisquer mercadorias com embalagens inferiores aos seus padr√Ķes de refer√™ncias.

Entendo que o consumidor tem o sagrado direito de ter a percepção correta e transparente do valor cobrado pelos fabricantes e comerciantes em seus produtos.

VEJAM O ABSURDO:
Você sabe o que custa quase R$ 13.575,00 o litro?
Resposta: TINTA DE IMPRESSORA!
VOC√ä J√Ā TINHA FEITO O C√ĀLCULO?
Veja o que est√£o fazendo conosco!
Já nos acostumamos aos roubos e furtos, e ninguém reclama mais.
Há pouco tempo as impressoras eram caras e barulhentas. Com as impressoras a jatos de tinta, as impressoras matriciais domésticas foram descartadas, pois todos foram seduzidos pela qualidade, velocidade e
facilidade das novas impressoras.

A√≠, veio a “Grande Sacada” dos fabricantes:
oferecer impressoras cada vez mais e mais baratas, e cartuchos cada vez mais e mais caros. Nos casos dos modelos mais baratos, o conjunto de cartuchos pode custar mais do que a própria impressora.

Olhe s√≥ o c√ļmulo: pode acontecer de compensar mais trocar a impressora do que fazer a reposi√ß√£o de cartuchos.
VEJA ESTE EXEMPLO:
Uma HP DJ3845 é vendida, nas principais lojas, por aproximadamente R$170,00.. A reposição dos dois cartuchos (10 ml o preto e 8 ml o colorido), fica em torno de R$ 130,00.
Daí, você vende a sua impressora semi-nova, sem os cartuchos, por uns R$ 90,00 (para vender rápido).
Junta mais R$ 80,00, e compra uma nova impressora e com cartuchos originais de f√°brica.
Os fabricantes fingem que nem √© com eles; dizem que √© caro por ser “tecnologia de ponta”.
Para piorar, de uns tempos para cá passaram a DIMINUIR a quantidade de tinta (mantendo o preço).Um cartucho HP, com míseros 10 ml de tinta, custa R$ 55,99. Isso dá R$ 5,59 por mililitro.
Só para comparação, a Champagne Veuve Clicquot City Travelle custa, por mililitro, R$ 1,29.
Só acrescentando: as impressoras HP 1410, HP J3680 e HP3920, que usam os cartuchos HP 21 e 22, estão vindo somente com 5 ml de tinta!
A Lexmark vende um cartucho para a linha de impressoras X, o cartucho 26, com 5,5 ml de tinta colorida, por R$ 75,00. Fazendo as contas: 1.000 ml / 5.5 ml = 181 cartuchos R$ 75,00 = R$ 13.575,00.
Veja só: R$ 13.575,00 por um litro de tinta colorida. Com este valor,
podemos comprar, aproximadamente:

– 300 gr de OURO;
– 3 TVs de Plasma de 42′;
– 1 UNO Mille 2003;
– 45 impressoras que utilizam este cartucho;
– 4 notebooks;
– 8 Micros Intel com 256 MB.

Ou seja, um assalto!

Gripe Suína (H1N1)

gripe do porco

A Gripe Suina √© uma doen√ßa que tem como conseq√ľ√™ncia uma variante do v√≠rus H1N1, a transmiss√£o e a apresenta√ß√£o dos sintomas da gripe suina pode ocorrer atrav√©s do contato com o animal e objetos contaminados. Sendo que surgiu uma nova variante, que pode ser disseminada entre humanos e esta causando uma epidemia no M√©xico. Desde o seu surgimento, a gripe j√° fez at√© agora 149 v√≠timas, e sob suspeita da doen√ßa o n√ļmero √© de 1600 pessoas, a organiza√ß√£o de sa√ļde Mundial, declarou que a doen√ßa j√° esta sendo uma emerg√™ncia na sa√ļde p√ļblica internacional.

A gripe suina tem seu contágio através das vias aéreas, como a gripe comum, com contato diretamente ou indiretamente, por meio das mãos com objetos contaminados, o vírus também se espalha, inclusive pelo próprio ar ambiente. A contaminação pela carne suína, esta descartada, desde que se cozinha a mesma à 71 graus Celsius, eles afirmam que o vírus não sobrevive.

Japanese group asks Google to stop map image service

T√ďQUIO – Um grupo de advogados e professores japoneses pediram nesta sexta-feira que o Google pare de oferecer imagens detalhadas de ruas do pa√≠s na internet, alegando que elas violam o direito a privacidade. O Google Street View exibe fotografias em 360 graus das ruas de 12 cidades japonesas e tamb√©m est√° presente em mais de 50 nos EUA e em algumas √°reas da Europa e Austr√°lia. O servi√ßo permite que internautas andem virtualmente por uma rua, usando o mouse para passear pelas cidades.

– N√≥s acreditamos firmemente que o que o Google vem fazendo viola um direito b√°sico dos seres humanos – disse √† Reuters Yasuhiko Tajima, professor de direito constitucional na Universidade Sophia, em T√≥quio – √Č importante alertar a sociedade que com esse servi√ßo um gigante da Tecnologia de Informa√ß√£o est√° violando abertamente os direitos de privacidade, um dos mais importantes que os cidad√£os possuem.

A Campanha Contra uma Sociedade de Vigil√Ęncia, um grupo civil coordenado por Tajima, quer que o Google pare de fornecer imagens de cidades japonesas atrav√©s do Street View e apague as fotografias que est√£o salvas. O escrit√≥rio do Google n√£o comentou o caso.

A preocupa√ß√£o com o tema da privacidade vem crescendo na m√≠dia japonesa, especialmente depois que algumas pessoas descobriram que havia imagens suas no Street View. Quest√Ķes similares foram levantadas em outros pa√≠ses do mundo, incluindo EUA e Europa. Em um caso, uma mulher apareceu tomando banho de sol e em outro um homem foi visto saindo de uma clube de strip tease em S√£o Francisco.

Em março, o Google concorcou com um pedido do Pentágono de remover certas imagens do serviço que poderiam comprometer a segurança de bases militares norte-americanas. O Google Maps, que é baseado em navegadores web, e o Google Earth, um aplicativo separado, foram criticados em vários países por mostras imagens de locais como bases militares e possíveis alvos de ataques terroristas.


Em Breve um grande lançamento nos espera:
http://www.meuimportado.com

Acesso √† internet no pa√≠s aumenta 5% e chega a 38,2 milh√Ķes de pessoas

S√ÉO PAULO – O n√ļmero de pessoas que moram em resid√™ncias em que h√° computador com acesso √† internet subiu para 38,2 milh√Ķes, crescimento de 5% sobre o trimestre anterior e de 19% sobre o mesmo per√≠odo do ano passado, conforme dados divulgados nesta segunda-feira pelo Ibope/NetRatings. Em dois anos, o crescimento foi de 73%. Dessas pessoas com acesso, 24,4 milh√Ķes navegaram em novembro, aumento de 3% sobre o m√™s de outubro e de 13% sobre novembro de 2007.

O total de pessoas de 16 anos ou mais de idade com acesso em todos os ambientes – resid√™ncias, trabalho, escolas, lan-houses, bibliotecas, telecentros – foi de 43,1 milh√Ķes, no terceiro trimestre de 2008.

Cada um dos 24,4 milh√Ķes de usu√°rios ativos somou em m√©dia um tempo de 23 horas e 47 minutos de navega√ß√£o em novembro, 4% a menos que no m√™s anterior e 3% maior que em novembro de 2007. O Brasil manteve-se na primeira posi√ß√£o entre os pa√≠ses medidos com mesma metodologia. Ficaram mais pr√≥ximos do Brasil em novembro a Fran√ßa, com 23 horas e 45 minutos, e a Alemanha, que marcou 23 horas e 5 minutos.

– Os internautas dos outros pa√≠ses t√™m aumentado seu tempo de perman√™ncia, atra√≠dos principalmente por sites de relacionamento social, que s√£o os conte√ļdos que mant√™m as pessoas por mais tempo conectadas – comentou Jos√© Calazans, analista de m√≠dia do Ibope/NetRatings. – No Brasil esses sites de comunidades sempre representaram tamb√©m a maior parte do tempo on-line, mas outras categorias v√™m crescendo acima da m√©dia em tempo de navega√ß√£o por pessoa. ‘Autom√≥veis’, ‘Casa e Moda’, ‘Com√©rcio Eletr√īnico’, ‘Not√≠cias e Informa√ß√Ķes’, ‘Buscadores’ e ‘E-mail’ foram as que registraram o maior aumento do tempo de perman√™ncia por usu√°rio nos √ļltimos seis meses”.

Segundo José Calazans, as redes sociais e a possibilidade de se relacionar com os amigos atraem os usuários, que então passam a navegar também em outros sites.

– Nesse aspecto, os novos internautas brasileiros, que compraram computador nos √ļltimos dois anos, j√° superam a fase de conhecimento da internet pelas redes sociais e come√ßam a descobrir os outros conte√ļdos dispon√≠veis na rede – disse.


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Ciência da Computação pode se beneficiar da crise em Wall Street

RIO РSegundo recente artigo da Computerworld, muitos estudantes que abandonaram as carreiras ligadas a TI (Tecnologia da Informação) e ciência da computação depois do estouro da bolha da internet em 2001 estão sendo agora atraídos de volta ao ramo em função do possível colapso do sistema financeiro americano.

Buscando ganhos maiores, esses estudantes vinham optando durante anos por carreiras nas √°reas de finan√ßas e bancos. Todavia, na maioria dos casos, tal escolha n√£o era para eles uma op√ß√£o que necessariamente lhes traria prazer no trabalho. O talento e a paix√£o dos t√≠picos “nerds” de sistemas vinham sendo superados pela esperan√ßa de lucrar mais no fren√©tico ambiente de neg√≥cios da ciranda financeira.

Com a reviravolta que hoje ocorre no universo bancário dos EUA, o retorno às carreiras de TI é um misto de uma necessidade de sobrevivência com uma volta às origens, em que estudantes e profissionais que antes atuavam em sistemas já sabem de antemão que não irão enriquecer, mas terão emprego mais fácil.

Os grandes motivadores para a reaceleração das carreiras em TI são, em primeiro lugar, o fascínio das constantes novidades na área de tecnologia e, por outro lado, a alta probabilidade de que faltarão empregos em finanças nos próximos tempos.

Na √©poca do estouro da bolha das empresas ponto-com, al√©m da pr√≥pria cat√°strofe em si, um outro fator afugentou profissionais de computa√ß√£o fazendo-os migrar para outras paragens – foi a febre do “outsourcing”, em que muitas empresas de tecnologia encerravam cargos nos EUA para reabri-los no Oriente, em pa√≠ses em que a m√£o-de-obra era mais barata.

A evasão das áreas de TI, que chegou ao auge em 2001, teve como efeito a atual carência de profissionais nesse setor. Juntando isso às aposentadorias dos veteranos em computação, o problema vinha se agravando.

Nos dias atuais, contudo, o que se v√™ no panorama de recursos humanos nos EUA √© uma firme escalada no n√ļmero de vagas em TI, com √™nfase nas √°reas de redes e comunica√ß√£o de dados, mas tamb√©m contemplando os setores de engenharia de software e de aplica√ß√Ķes, ci√™ncia da computa√ß√£o e administra√ß√£o de bancos de dados.

No entanto, professores e diretores de institui√ß√Ķes de ensino americanas advertem que os novatos n√£o devem tomar importantes decis√Ķes quanto a suas carreiras apenas com base em flutua√ß√Ķes moment√Ęneas de mercado e em tend√™ncias que podem se alterar a qualquer momento.

Um estudante calouro pode hoje se ver fascinado por supostas promessas de emprego fácil numa área aparentemente florescente do mercado, como a de TI hoje se configura. Mas não é possível garantir que, daqui a quatro anos, quando ele estiver prestes a se graduar, a situação não terá mudado drasticamente. O importante é seguir a vocação, tendo em mente que o ideal é sempre trabalhar naquilo que se gosta, em vez de visar apenas ao enriquecimento pura e simplesmente.

O homem que vendeu a Torre Eiffel

O homem que vendeu a Torre EiffelEra 1925. O austríaco Victor Lustig estava vagabundeando em Paris quando leu no jornal: PREFEITURA TEM DIFICULDADES PARA MANTER A TORRE EIFFEL.

Foi o suficiente para ati√ßar sua malandragem. Lustig se passou por oficial do governo franc√™s e foi atr√°s de empres√°rios que mexiam com ferro-velho. Arranjou 6. E chamou a turma para uma reuni√£o num hotel de luxo. “Como os senhores j√° devem ter lido, Paris n√£o tem mais como bancar a Torre”, disse. “A sa√≠da √© uma s√≥: demolir aquelas 8 mil toneladas de metal e vender como sucata.” Ele chegou a alugar uma limusine para levar os homens para uma “visita de inspe√ß√£o” ao monumento.

Depois, chamou de canto o empres√°rio que ele achou mais ing√™nuo e insinuou: “Se rolar uma comiss√£ozinha, posso facilitar as coisas para o senhor”. N√£o teve erro: o homem subornou o “oficial” Lustig e levou a torre. Antes que o comprador percebesse o cha-p√©u, Lustig j√° estava em um trem com o dinheiro.

O lesado, por sinal, n√£o teve coragem de dar queixa na pol√≠cia. Afinal, seria o maior vexame se todo mundo soubesse que ele tinha acabado de subornar um trambiqueiro… Pois √©. Lustig era mestre porque sabia enganar malandros. E que malandros. Certa vez, o golpista procurou ningu√©m menos que Al Capone, oferecendo um esquema para fazer o dinheiro dele dobrar em dois meses com uns investimentos. O mafioso lhe deu 50 mil d√≥lares, junto com uma descri√ß√£o do que lhe aconteceria se o enganasse. A√≠ Lustig simplesmente guardou tudo em um cofre. E dois meses depois, devolveu tudo para Capone, pedindo desculpas e contando que o esquema de investimentos tinha falhado. Grato por Lustig ter sido t√£o honesto, Capone lhe deu 5 mil d√≥lares como pr√™mio. E era o tal do pr√™mio que Lustig esperava desde o come√ßo.

Outro golpe que ele aplicava em golpistas era vender m√°quinas de falsificar dinheiro. Falsas. Ele escolhia um bandido e contava que tinha um aparelho fant√°stico, capaz de copiar notas. “S√≥ que leva 6 horas para que o trabalho fique ok”, dizia. O picareta, ent√£o, colocava uma nota de 100 d√≥lares na m√°quina para demonstra√ß√£o. Seis horas depois, sa√≠a uma “c√≥pia” perfeita (Lustig colocava duas c√©dulas verdadeiras l√° dentro antes, claro). Depois de embolsar o dinheiro pela m√°quina, ele ia embora.

E o comprador s√≥ percebia o engodo depois de 6 horas… Em 1934, finalmente, a carreira dele acabou. Lustig foi preso e mandado para Alcatraz, onde fez companhia ao amigo Capone.

Prenda-me se For Capaz

Cat Me, If You CanA história de Frank W. Abagnale ficou famosa depois de ser contada na autobiografia Prenda-me se For Capaz, adaptada para o cinema por Steven Spielberg em 2002. Pudera: se fosse um roteiro de ficção, pareceria exagerado. Em 5 anos, um jovem nova-iorquino de classe média fingiu ser piloto de avião, médico, advogado e professor. Passou cheques falsos em quase todos os estados americanos e em mais de 10 países.

E fez uma fortuna de milh√Ķes de d√≥lares. Frank come√ßou a carreira aos 16 anos, quando passou mais de 3 mil d√≥lares em cheques sem fundos do pai dele em postos de gasolina. Pouco tempo depois, virou profissional no ramo. Passou a abrir contas com documentos falsos e a imprimir seus pr√≥prios cheques frios. Para levantar menos suspeitas na hora de sacar dinheiro, fingiu ter uma das profiss√Ķes que mais davam status nos anos 60: piloto de avi√£o.

Com um uniforme, uma carteirinha da Pan Am e um brev√™, tudo falsificado, tamb√©m aproveitou para viajar e se hospedar de gra√ßa pelo pa√≠s inteiro, deixando um bolo de cheques falsos em cada cidade por que passava. Depois de quase ter seu disfarce de piloto descoberto, Frank decidiu que era hora de mudar de trabalho e morou por uns tempos em Atlanta dizendo ser m√©dico. Com um diploma falso, o “doutor” arranjou um emprego e passou um ano trabalhando como supervisor de pediatria num hospital. Depois, Frank mudou-se de novo e inventou que era formado em direito.

Falsificou um diploma (de Harvard) e logo ficou sabendo que o procurador- geral do estado da Louisiana estava precisando de um assistente. Para conseguir o emprego, ele precisaria passar por uma prova da ordem dos advogados. Atra√≠do pelo desafio, Frank estudou e, na terceira tentativa, conseguiu passar no exame. Sem nem mesmo ter terminado o 2o grau, o farsante tinha uma carteira de advogado e um emprego na promotoria p√ļblica. Nove meses depois, largou o direito e, ap√≥s constatar quantas garotas bonitas havia no campus de uma universidade, resolveu freq√ľentar uma. S√≥ que, em vez de se matricular como aluno, Frank foi como professor. Falsificar mais um diploma e algumas credenciais foi f√°cil.

Dizendo que era formado em sociologia pela Universidade Columbia, deu aulas durante um semestre. Sem levantar suspeitas. Assim que deixou a universidade, Frank voltou para a vida de estelionatário e, depois de ser perseguido exaustivamente pela polícia, acabou preso em 1970.

Com menos de 21 anos, Frank j√° tinha acumulado mais de 500 mil d√≥lares (o que hoje daria 3 milh√Ķes de verdinhas). O figura passou 5 anos na cadeia. E acabou solto com a condi√ß√£o de ajudar o governo a prevenir fraudes com documentos. Hoje, aos 58 anos, Abagnale tem uma empresa dedicada a essa tarefa. E continua faturando alto.

Mais um Brasileiro no Lost

Brasileiro no Lost

Simplesmente GENIAL.

Fala sério, né gente?
Prêmio Darwin nesse padre!
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Padre Carli foi expulso de escola de v√īo por indisciplina e exibicionismo,

diz instrutor
O padre Adelir De Carli, de 41 anos, foi expulso da escola de v√īo livre Vento Norte, em Curitiba, h√° cerca de tr√™s anos por indisciplina e exibicionismo. √Č o que conta M√°rcio Andr√© Lichtnow, instrutor respons√°vel pelo curso de parapente que teve o padre como aluno. Carli desapareceu no √ļltimo domingo no litoral de Santa Catarina depois de ter decolado de Paranagu√° impulsionado por bal√Ķes de g√°s h√©lio.

Ele era indisciplinado e n√£o participava das aulas te√≥ricas, que s√£o fundamentais para se compreender as quest√Ķes meteorol√≥gicas. Ele n√£o tinha nada de humilde, se acha o bom, o que conhecia tudo, o que sabia tudo. Parecia um playboy

diz Lichtnow. O instrutor afirma que o padre fez dez horas de aulas práticas e quatro horas de aulas teóricas. Para completar o curso precisaria de 40 horas de prática e 30 horas de teoria.

Durante uma filmagem para reportagem da TV local h√° cerca de dois anos, o padre fez uma demonstra√ß√£o e, segundo Lichtnow, desobedeceu as orienta√ß√Ķes de v√īo. “Expulsei ele do curso, porque neste dia falei para ele voar at√© o local do pouso e, da cabe√ßa dele, ele resolveu voltar para o morro do Boi, em Caiob√°, litoral paranaense, em uma corrente de vento ascendente. Ele voltou para o lado errado do morro, na parte de tr√°s, bateu nas √°rvores e ficou pendurado. Quando os bombeiros chegaram para fazer o boletim de ocorr√™ncia, ele disse que o instrutor havia orientado e atrapalhado o v√īo”, explica, ressaltando que havia testemunhas no local e a expuls√£o seguiu cl√°usula de contrato do curso de v√īo livre que prev√™ desligamento quando o aluno coloca-se em perigo ou oferece perigo a terceiros.

Lichtnow conta ainda que o padre o procurou para falar dos planos de voar a partir de Paranagu√° (PR). “Falei para ele que decolando dali o √ļnico lugar que ele poderia pousar era na √Āfrica do Sul, porque √© para l√° que os ventos levam. Mas ele disse que j√° havia estudado tudo e eu achei que era brincadeira”, lembra.

De acordo com o instrutor, todas as condi√ß√Ķes eram desfavor√°veis ao v√īo de bal√£o. “Foi de um amadorismo impressionante, ele n√£o fez avalia√ß√£o nenhuma: no ato da decolagem, ele n√£o avaliou o vento, porque j√° decolou indo para o oceano; n√£o avaliou a cobertura de nuvens do tipo nimbostratus, porque no dia havia uma frente fria que deixa o ar turbulento e com muita concentra√ß√£o de √°gua; n√£o avaliou a temperatura, porque o g√°s h√©lio em temperaturas baixas diminui de volume e for√ßa a descida. Al√©m disso, ele invadiu o espa√ßo a√©reo brasileiro e poderia ter batido e derrubado um avi√£o”, analisa. Pelas imagens divulgadas pela imprensa, Lichtnow calcula que o padre Carli atingiu 5.800 metros de altura e a temperatura nesta faixa era de aproximadamente -25¬ļC, dadas as condi√ß√Ķes meteorol√≥gicas.

Fiquei bem menos cat√≥lico depois de conhecer o padre”, finaliza o instrutor, que faz quest√£o de dissociar a figura de Adelir De Carli da escola de v√īo. “Ele tentou ser meu aluno, mas n√£o foi aceito”.

Nesta ter√ßa-feira, as equipes de busca do padre acharam bal√Ķes vagando pelo mar de Santa Catarina. Lanchas tentam chegar ao local onde o padre teria ca√≠do, a cerca de 40 quil√īmetros da costa de S√£o Francisco do Sul.

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