I-Doser - “Novas” Drogas Virtuais
Agora o conceito de “droga em formato mp3” não abrange apenas músicas ruins. Há também o I-Doser (www.idoser.com). Trata-se de músicas som em mp3, uma combinação alucinante de batidas e ruÃdos sonoros supostamente capaz de abrir as portas da percepção.
Segundo seus criadores, o usuário teria sensações semelhantes ao consumo moderado de drogas como a cocaÃna, que causa euforia; a maconha, capaz de deixar o usuário preguiçoso, sonolento; ou o ópio, cujo uso proporciona alucinações fortÃssimas.
São centenas de tipos de “dosesâ€, e são divididos em “ansiolÃticosâ€, “antidepressivosâ€, “sexuaisâ€, “sedativos†e “recreativosâ€, entre outros.
Cada dose promete um efeito bastante especÃfico e custa cerca de US$ 2,50.
O I-Doser é um programa freeware porém suas doses são pagas na maioria dos paÃses mas ai no Brasil e aqui em Portugal é muito fácil achar tanto o programa quanto as doses para download gratuitamente, encontra-se até doses convertidas em mp3 e wav.

Mas, apesar da popularidade crescente, há muitas pessoas que dizem não sentir absolutamente nada. Apenas incomodo pela repetição dos sons. Segundo o médico Jeffrey A. Lieberman, chefe do departamento de psiquiatria da Universidade Columbia e chefe da seção de psiquiatria do Hospital Presbiteriano de Nova York, nenhuma radiofrequência tem a capacidade de produzir o efeito farmacológico obtido com drogas.
De qualquer forma, a ideia vem de longe. O efeito tem um nome: chama-se “binaural beatsâ€, foi descoberto em 1839 pelo cientista alemão Heinrich Wilhelm Dove e consiste em produzir diferentes ondas sonoras em uma freqüência capaz de alterar o comportamento do cérebro.
Se você ainda não conhece e quer experimentar, faça download no link abaixo:
Megaupload - Programa e mais 62 doses diferentes
Qualquer dúvida entre em contato comigo.
Sphere: Related ContentHMB - (Hidróxi B-Metilbutirato)
SOBRE O HMB ?
HMB ou Hidróxi B-Metilbutirato é um metabólico do aminoácido LEUCINA e é produzido naturalmente pelo corpo humano. HMB pode também ser encontrado em muitos dos alimentos consumidos, tais como: toranja, peixe bagre e ainda no leite materno. Embora o HMB possa ser encontrado na natureza é muito difÃcil e impraticável conseguir uma base regular de alimentos que forneça suficientemente todos os benefÃcios do HMB. Portanto, a suplementação com HMB pode ser vantajosa para os praticantes de musculação ou daqueles sob extremo estresse muscular, como os praticantes do atletismo.

POR QUE DEVERIA USAR HMB ?
Como é o objetivo de muitos suplementos que hoje estão no auge, incluindo Creatina Monoidratada e L-Glutamina, HMB é usado como tentativa de elevar os nÃveis de força, acentuar ganhos na dimensão e força muscular e prevenir colapso no tecido muscular, que pode ocorrer logo após os exercÃcios árduos. Cientistas não estão exatamente seguros como HMB funciona, porém eles acreditam que este metabólico de aminoácido auxiliará o corpo na tentativa de minimizar o colapso das proteÃnas, que pode ocorrer logo após os exercÃcios intensos. Portanto, ao minimizar o colapso da proteÃna, ou do músculo, HMB pode ajudar o corpo a se restabelecer rapidamente de exercÃcio que possa levar rápido e grande acréscimo na dimensão e força muscular.
QUE PESQUISAS FORAM FEITAS SOBRE HMB?
Com exceção da creatina monoidratada, HMB é um dos suplementos hoje à venda mais altamente estudado. Estudos têm sido feitos sobre HMB envolvendo animais e seres humanos. Diversos e importantes ensaios duplos cegos (paciente e médico não sabem o que estão tomando), estudos universitários com placebo controlado mostraram que HMB ajudou jovens praticantes de musculação a ganharem mais força e dimensão muscular. Outro estudo examinou o efeito que HMB fez sobre idosos (acima de 65 anos) que treinaram com peso. Este estudo mostrou que tomando HMB eles obtiveram melhores resultados do que os que não tomaram a suplementação. Ainda outro estudo mostrou que mulheres que se exercitaram regularmente com pesos e receberam suplemento de HMB ganharam mais medida e força e perderam mais gordura. Finalmente um estudo envolvendo ciclistas mostrou que quando recebiam suplemento de HMB suas resistências eram significantemente aumentadas. Como você pode ver, a lista segue continuamente.
QUE DOSE DE HMB DEVEREI TOMAR ?
Muitos dos estudos cientÃficos sobre HMB têm usado a dose de 3 gramas por dia, tomadas em 2 vezes. Alguns estudos analisou os efeitos das doses de 1,5 a 3 gramas por dia. Estes estudos mostraram que o grupo que tomou a dosagem alta, neste caso 3 gramas por dia, conseguiu significantes ganhos em força e dimensão e perdeu mais gordura do corpo do que o grupo que tomou 1,5 gramas por dia. Algumas pessoas, tais como praticantes de musculação ou pessoas pesando acima de 200 libras (cerca de 90 kg), adquiriram mais força tomando 4,5 a 6 gramas por dia. Embora nenhum estudo cientÃfico tenha provado até agora, parece que os efeitos de HMB podem ser proporcionais à dosagem.
QUE EFEITOS COLATERAIS SÃO CAUSADOS POR HMB?
Até agora nenhum efeito colateral reconhecido foi relatado ou documentado por causa do uso de HMB. Como declarado antes, HMB é uma substância natural produzida pelo corpo humano e tomando-o nas dosagens semelhantes à s recomendadas é seguro e é apoiado por pesquisas cientÃficas. Estudos têm igualmente sugerido que HMB pode ajudar a saúde das artérias e também reduzir os nÃveis de colesterol.
DEVEREI ALTERNAR (CICLAR) O USO DE HMB?
Os estudos cientÃficos feitos sobre HMB não descobriram qualquer evidência de que o uso alternado obrigatório de HMB possa ser vantajoso, porém muitos atletas procedem assim de qualquer maneira. É comum programar o uso de 4 a 6 gramas diárias para prevenir o esgotamento e apressar a recuperação do tecido muscular, quando um atleta altera demasiadamente sua rotina de exercÃcios.
Sphere: Related ContentEfedrina - Queimadores de Gordura (Termogênicos)
Olá pessoal,
Nada a ver com genética, mas interessante sob o ponto de vista cientÃfico ! Divulgado pela UOL. Vale a pena ler pelo menos o último parágrafo para quem tiver achando muito longo…
Barriginha trincada PÃlula para dieta é vinculada à morte de atleta
Stephens Smith
Para os norte-americanos tÃpicos que procuram perder alguns quilos ou para os atletas de elite cujo objetivo é melhorar a performance nas pistas, a efedrina tem sido a esperança em formato de pÃlula, um suplemento natural disponÃvel nas lojas de saúde da vizinhança por uns poucos dólares, vendida sob nomes populares como Metabolife e Dexatrim.
Mas um exame médico realizado na última terça-feira na Flórida, que determinou que um produto a base de efedrina provavelmente contribuiu para a morte de um jogador de beisebol de 23 anos da equipe Baltimore Orioles por derrame cerebral certamente vai atrair uma atenção renovada para os riscos de saúde associados aos suplementos alimentares vendidos sem receita médica.
Os defensores da saúde pública já pediram que a comercialização da efedrina seja proibida, uma medida que afetaria uma linha de produtos que gera de US$ 1 bilhão (cerca de R$ 3,6 bilhões) a US$ 3 bilhões (cerca de R$ 10,8 bilhões) anualmente. Uma grande rede fornecedora de suplementos esportivos parou de vender a efedrina após uma onda de publicidade negativa sobre as pÃlulas. E, duas semanas atrás, um estudo feito em caráter emergencial por pesquisadores em São Francisco concluiu que, embora a efedrina seja responsável por menos de 1% do total de vendas de suplementos naturais, ela responde por 64% de todas as reações de saúde adversas relacionadas a esses produtos.
Os cientistas envolvidos no estudo concluÃram que as pessoas que tomam efedrina correm um risco 200 vezes maior de sofrerem complicações resultantes do produto quando comparadas aqueles indivÃduos que tomam outros suplementos. Segundo os estudiosos, as chances de se ter complicações associadas à efedrina são equivalentes à possibilidade de se sofrer de câncer do pulmão devido ao hábito de fumar.
“Nós temos certeza absoluta que o produto não é seguroâ€, afirma Michael Slipak, professor de medicina, epidemiologia e bioestatÃstica do Centro Médico para Veteranos de Guerra de São Francisco e autor de um estudo sobre a efedrina publicado na página da Internet da revista “Annals of Internal Medicineâ€.
Steve Bechler, o jogador do Orioles, morreu na segunda-feira passada, um dia após a sua temperatura corploral ter subido bruscamente para 42º C durante um treinamento. Bechler, pesava 107 quilos e sofria de hipertensão. Após a realização de uma autópsia, o médico legista do Condado de Broward, na Flórida, Joshua Perper, chegou à conclusão de que o medicamento xenadrina, que Bechler estava tomando para perder peso, provavelmente contribuiu para a sua morte, que foi oficialmente atribuÃda à falência múltipla de órgãos.
Perper solicitou à Liga de Beisebol que proibisse o uso dos derivados da erva pelos atletas, seguindo os passos da Liga Nacional de Futebol Americano e do Comitê OlÃmpico Internacional.
Para os especialistas que investigaram a efedrina e as complicações causadas pela droga - problemas do coração, transtornos psiquiátricos e convulsões - o vÃnculo entre a efedrina e a morte do atleta não chegou a ser uma surpresa.
“A droga não está regulamentada e achamos que essa situação deveria mudarâ€, disse Shlipak, de São Francisco. “Mas quanto ao remédio ser totalmente banido ou ser comprado somente com receita médica, isto é algo que cabe aos especialistas decidirâ€.
Os pesquisadores californianos examinaram as complicações relatadas em 2001 pelos usuários da efedrina e seus médicos a quase 200 centros de controle de envenenamento em toda a nação. Segundo Shlipak, os cientistas ficaram “chocados†com o que descobriram.
A indústria de pÃlulas dietéticas vem operando em um território nebuloso desde meados dos anos 90, quando começaram a circular os primeiros relatos dando conta de que a droga composta fen-phen, de uso generalizado, foi responsável por episódios potencialmente fatais de danos à s válvulas cardÃacas. O fabricante das pÃlulas acabou desembolsando US$ 3,75 bilhões (cerca de R$ 13,57 bilhões) para pagar indenizações resultantes de processos na justiça.
As pÃlulas de efedrina têm sido um dos itens mais vendidos nas lojas de suplementos dietéticos, farmácias e supermercados - especialmente depois que o fen-phen foi retirado do mercado.
A efedrina promete reduzir o peso ao mesmo tempo em que aumenta a energia, lançando mão de uma propaganda bastante atraente para atletas como Bechler e também para quatro jogadores de futebol americano que morreram após tomar a substância. A Liga Nacional de Futebol Americano baniu o uso do produto entre seus atletas após a morte do jogador Korey Stringer, do Minnesota Vikings, embora a organização tenha afirmado que a proibição não estaria diretamente vinculada à morte do jogador. A efedrina foi encontrada no armário de Stringer após a sua morte, mas estudos toxicológicos não encontraram traços da substância no seu sangue.
Um sinal de como a confiança na efedrina ficou profundamente abalada foi a decisão tomada no mês passado pela fabricante de suplementos dietéticos EAS no sentido de cancelar a comercialização de produtos baseados em efedrina.
“Esta decisão foi tomada pela EAS com base no desejo do consumidorâ€, disse em uma declaração Jim Heidenreich, vice-presidente de marketing da companhia. “Acreditamos que o consumidor está demonstrando forte preferência por produtos de controle de peso que não sejam a base de efedrina. E isso é bom tanto para os consumidores como para a EASâ€.
O Departamento de Serviços Humanos e de Saúde dos Estados Unidos solicitou à Rand Corporation que conduzisse uma ampla avaliação quanto à possibilidade de a efedrina realmente ser eficaz e sobre a hipótese de que ela causaria problemas de saúde. Os pesquisadores da Rand estão nos estágios finais da pesquisa e devem divulgar os resultados nos próximos meses, afirma Warren Robak, porta-voz da instituição da californiana.
A xenadrina, o suplemento que Bechler estava tomando, é fabricado pela Cytodyne Technologies, uma empresa de Nova Jersey voltada para produtos que prometem o emagrecimento e a melhora da forma fÃsica. A página da companhia na Web enaltece a xenadrina RFA-1 como sendo “o suplemento dietético número um dos Estados Unidosâ€.
A companhia divulgou um comunicado na terça-feira no qual afirma que a xenadrina é segura e eficaz.
“Devido à falta de evidências médicas neste momento a Citodyne não está em condições de tecer comentários especÃficos sobre as circunstâncias relativas à trágica morte de Steve Bechlerâ€, afirmou a declaração da Citodyne. “Até que o relatório toxicológico esteja disponÃvel, afirmar que Bechler algum dia utilizou xenadrina não passa de pura especulação, assim como a insinuação de que a xenadrina tenha de alguma forma contribuÃdo para a sua morteâ€.
Os fabricantes das pÃlulas para perda de peso juram ser capazes de reduzir alguns quilos de gordura, citando inúmeras pesquisas. Mas tais pesquisas estão sendo alvo de crÃticas cientÃficas - e, em certos casos, de processos na justiça.
A estrutura quÃmica da erva explica porque ela pode ser tão problemática quando administrada em altas doses - e especialmente quando utilizada por indivÃduos com problemas cardÃacos, afirma Robert J. Myerburg, diretor da divisão de cardiologia da Universidade de Miami. A efedrina faz com que os vasos sangüÃneos se contraiam, tornando mais difÃcil a dissipação do calor corporal. Em casos extremos - e especialmente quando a efedrina é utilizada em conjunção com a cafeÃna - esse estreitamento vascular se torna tão intenso que o calor fica aprisionado no corpo, elevando a temperatura corporal interna a nÃveis tão altos que os principais órgãos começam a falhar.
“E é aà que acontecem as fatalidadesâ€, conclui Myerburg.
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